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    <date>2026-02-11</date>
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      <title>DIÁRIO OFICIAL DO - Edicao 4709</title>
      <kind>Diario Importado</kind>
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      <department></department>
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      <summary>Diário Oficial do EXECUTIVO Prefeitura Municipal de Amargosa - BA Quarta-feira • 11 de fevereiro de 2026 • Ano IX • Edição Nº 4709 QR CODE SUMÁRIO NOTA: As matérias que possuem um asterisco (*) em sua descrição, indicam REPUBLICAÇÃO. GESTOR: GETÚLIO ALMEIDA...</summary>
      <content>Diário Oficial do
EXECUTIVO
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
Quarta-feira •  11 de fevereiro de 2026 •  Ano IX • Edição Nº 4709
QR CODE
SUMÁRIO
NOTA: As matérias que possuem um asterisco (*) em sua descrição, indicam REPUBLICAÇÃO.
GESTOR: GETÚLIO ALMEIDA SAMPAIO
http://pmamargosaba.imprensaoficial.org/
 - CERTIFICADO DIGITALMENTE POR: AC CERTSIGN SRF ICP-BRASIL | IMPRENSAOFICIAL.ORG - 
GP - GABINETE DO PREFEITO ............................................................................. 2
ATOS OFICIAIS ......................................................................................... 2
DECRETO (Nº 025/2026) ................................................................................... 2
PLANO MUNICIPAL 2026 ................................................................................... 4
RESOLUÇÃO CMS (Nº 001/2026) ............................................................................ 144

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Ano IX • Edição Nº 4709
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Diário Oficial do
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ÓRGÃO/SETOR: GP - GABINETE DO PREFEITO
CATEGORIA: ATOS OFICIAIS
DECRETO (Nº 025/2026)
GP.GAB
DECRETO Nº 025, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2026
Estabelece a aplicação de sanções
administrativas à contratada no âmbito do
processo que averiguou as irregularidades
cometidas.
 
O PREFEITO MUNICIPAL DE AMARGOSA, Estado da Bahia, no uso das
atribuições que lhe condere a Lei Orgânica do Munic ípio e tendo em nista o que
dispõe o artigo 7º, Lei nº 10.250/2002.
 
CONSIDERANDO a apuração de irregularidades e ilegalidades, por meio
do Processo Administratino 2901007.00013839/2025-11 , pela empresa A3M
CONSTRUÇÕES E CONSULTORIA EIRELI, inscrita no CNPJ nº. 27.898037/0001-35,
a qual descumpriu normas estabelecidas no CONTRATO Nº 007/2025, oriundo da
Concorrência Pública nº 021/2024, especiﬁcamente no que diz respeito ao atraso na
execução dos serniços contratados;
 
CONSIDERANDO que doram obsernados os princípios constitucionais
administratinos da legalidade, impessoalidade, mora lidade, publicidade e eﬁciência
e as garantias constitucionais dundamentais da ampl a dedesa, do contraditório e do
denido processo legal.
 
CONSIDERANDO o teor do relatório emitido pela Comissão responsá nel
pela apuração da irregularidade, anexado aos autos do Processo Administratino
nº 2901007.00013839/2025-11;
 
CONSIDERANDO que doram lenados em consideração os princípios da
proporcionalidade e razoabilidade na aplicação das penalidades cabíneis;
 
DECRETA:
 
Art. 1º. Aplicar sanção administratina à empresa A3M CONSTR UÇÕES E
CONSULTORIA EIRELI, inscrita no CNPJ nº. 27.898037/ 0001-35, de 02 (dois) anos de
impedimento de licitar e contratar com esta Administração Púbica Municipal e ainda,
pagamento de multa no nalor de R$ 45.145,28 (quaren ta e cinco mil cento e
quarenta e cinco reais e ninte e oito centanos).
Parágrafo único. Concede-se o prazo de 15 (quinze) dias úteis para,
querendo, a empresa apresente Recurso Administratino.
Decreto 35 (00000331870)         SEI 2901007.00013839/2025-11 / pg. 1

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Art. 2º. Esse Decreto entra em nigor na data de sua publicação.
 
 
Gabinete do Predeito, 11 de denereiro de 2026.
 
Getúlio Almeida Sampaio
Predeito Municipal
Documento assinado eletronicamente por Getúlio Almeida Sampaio , Prefeito
Municipal, em 11/02/2026, às 16713, condorme Medida Pronisória nº 2.200-2, de
24/08/2001. Decreto Federal nº 8539, de 08/10/2015 . Lei nº 14.063, de
23/09/2020. E, o Decreto Municipal nº 92, de 26/05/2025.
A autenticidade deste documento pode ser conderida no site clique aqui ,
indormando o código neridicador 00000331870 e o código CRC 147DF786.
 
Praça Lourinal Monte, 001,  - Bairro Centro, Amargosa, BA, CEP 45300-000, . 
Processo nº 2901007.00013839/2025-11
Decreto 35 (00000331870)         SEI 2901007.00013839/2025-11 / pg. 2

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PLANO MUNICIPAL 2026
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO 
MUNICIPAL 
DE SAÚDE 
2026-2029

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IDENTIFICAÇÃO: 
 
Prefeitura Municipal de Saúde de Amargosa  
Código IBGE:2901007  
 
Fundo Municipal de Saúde 
CNPJ matriz: 97.553.416/0001- 79 
Endereço Secretaria de Saúde: Avenida Dr. Aloísio Borges , 335  
 
GESTORES MUNICIPAIS: 
 
Getúlio Almeida Sampaio 
Prefeito do Município 
 
Milena Aguiar Cunha de Almeida 
Secretária Municipal de Saúde
 
 
Elissandra Alves Santos Rodrigues  
Presidente Conselho Municipal de Saúde de Amargosa  
 
EQUIPE TÉCNICA:  
 
SUBSECRETÁRIA DE SAÚDE - SUSAU 
Gracielle Gardênia Santos dos Reis Gomes  
 
DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, A V ALIAÇÃO E EDUCAÇÃO 
PERMANENTE - DIPAEP 
Tamilis Pinheiro Palma Oliveira  
 
DIRETORIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO - DIGIN  
Celidalva Bomfim Oliveira  
 
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SUVISA  
Elisângela Dias Andrade Alves  
 
DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - VISA 
Rosana Pinho Brandão  
 
DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLOGICA - DIVEP  
Larissa Guimarães de Azevedo  
 
COORDENAÇÃO DE ENDEMIAS – COVEP  
Jose Uderman de Souza Lima  
 
COORDENAÇÃO DE IMUNIZAÇÃO – COI

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GezianeAguido Soares  
 
SUPERINTEDÊNCIA DE GESTÃO, ORÇAMENTOS E FINANÇAS – 
SUPOF 
Leila Reis Sampaio 
 
SUPERINTEDÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE – SUPAS 
Luciana Cintra Santos  
 
DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - DIAF  
Patrícia Carvalho de Almeida Chagas  
 
DIRETORIA DE SAÚDE BUCAL – DISAB  
Larissa Rocha Presídio  
 
DIRETORIA DE ATENÇÃO BÁSICA – DAB 
Zamila Santana de Araújo Lima  
 
SUPERINTENDÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE – SUMAC 
Gracielle Gardênia Santos dos Reis Gomes  
 
DIRETORIA DE REGULAÇÃO, A V ALIAÇÃO E CONTROLE - DIRAC 
Laysa Santana da Silva  
 
SUPERVISÃO DE TFD 
Kelly da Silva Leal dos Santos  
 
DIRETORIA DE ATENÇÃO DOMICILIAR – DIAD  
Beatriz Amaral da Rocha Matos  
 
DIRETORIA DA POLICLÍNICA – DIPLO  
Fabia Micheline C ezar Lima 
 
DIRETORIA DO CAPS – CAPS  
Daniel Nunes Souza  
 
COORDENAÇÃO DO SAMU  
Ângela Ramos dos Santos  
 
GESTÃO HOSPITALAR – GEHOSP  
Alan Coelho Costa  
 
DIRETORIA DE FATURAMENTO HOSPITALAR - DIFAT 
Antônio Luís Oliveira Ribeiro

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COORDENAÇÃO DE LABORATÓRIO – COLAB  
Juliane Moraes Santana  
 
 
 
EQUIPE DE ELABORAÇÃO/ AUTORIA: 
 
Tamilis Pinheiro Palma Oliveira  
Elisângela Dias Andrade Alves  
Elissandra Alves Santos Rodrigues  
Gracielle Gardênia Santos dos Reis Gomes  
Larissa Guimarães de Azevedo 
Rosana Pinho Brandão 
Wanessa Georgia Franca Cunha de Oliveira 
Luciana Cintra Santos 
Zamila Santana de Araújo Lima  
Samara dos Santos Sampaio 
 
 
APOIO: 
 
Celidalva Bomfim Oliveira  
Leila Reis Sampaio  
Daniel Nunes Souza  
Ângela Ramos dos Santos 
Alan Coelho Costa 
Juliane Moraes Santana 
Fabia Micheline Cezar Lima 
Beatriz Amaral da Rocha Matos 
Laysa Santana da Silva 
Lilian Costa dos Santos

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MISSÃO  
A Secretaria Municipal de Saúde tem o compromisso de  promover uma 
assistência em saúde de forma equânime, humanizada e integral 
garantindo qualidade e segurança dos serviços ofertados.

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LISTA DE GRÁFICOS, TABELAS E FIGURAS. 
 
Gráfico 01: Evolução da população total no município de Amargosa. 1970-2022 
Figura 01. Mapa com localização do município de Amargosa- BA 
Figura 02. Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade no município 
de Amargosa no ano de 2022. 
Gráfico 02: Nascidos vivos com mães residentes no município de Amargosa por ano de 
nascimento. 2012-2022. 
Tabela 01 - Morbidade por local de residência. Amargosa, 2020-2024 
Tabela 02- Mortalidade por local de residência. Amargosa, 2017-2020. 
Gráfico 03- Número de óbitos Infantis. Amargosa. 2021-2024. 
Tabela 03 - Quantitativo de UBS no Município de Amargosa 
Tabela 04 - Distribuição dos Profissionais da Equipe Multiprofissional. 
Tabela 05 - Distribuição dos Academia da Saúde 
Tabela 06 - Distribuição dos Profissionais do Centro de Especialidades Médica 
Tabela 07 - Eixo 1: Atenção Primária como coordenadora do cuidado e ordenadora do 
acesso às redes de atenção à saúde. 
Tabela 08 - Eixo 2: Fortalecimento do controle social: os desafios da participação popular 
nos espaços de debate, formulação e avaliação das políticas de saúde. 
Tabela 09 - Eixo 3: Desafios e estratégias para qualificar o acesso aos serviços de saúde, 
com ênfase na equidade, integralidade e humanização do atendimento.

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SUMÁRIO 
 
APRESENTAÇÃO 9 
1. HISTÓRICO DO MUNICÍPIO 12 
2. ANÁLISE DE SITUAÇÃO DE SAÚDE 15 
2.1 PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO 15 
2.1.1 Distribuição populacional 15 
2.1.2. Pirâmide Etária 17 
2.3 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO 18 
2.3.1 Perfil de Nascimento 18 
2.3.2 Perfil de Morbidade 19 
2.3.3 Perfil de Mortalidade 21 
2.3.3.1 Mortalidade Geral 21 
2.3.3.2 Mortalidade Infantil 22 
3. ATENÇÃO À SAÚDE 24 
3.1 Atenção Básica 24 
3.1.1 Equipe Multiprofissional 25 
3.1.2 Academia da Saúde 26 
3.1.3 Centro de Especialidades Odontológicas 26 
3.1.4 Central de Abastecimento Farmacêutico – CAF 27 
3.2 Atenção à Média e Alta Complexidade 32 
3.2.1 Atenção Especializada 32 
3.2.2 Serviço de Atenção Especializada (SAE) para IST / AIDS 33 
3.2.3 Atenção às Urgências e Emergências 34 
3.2.4 Serviço de Atenção Domiciliar 35 
3.2.5 Central de Regulação  37 
3.3 Vigilância em Saúde 38

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3.3.1 Vigilância Epidemiológica 39 
3.3.2 Vigilância Sanitária 39 
3.3.3 Vigilância Ambiental 42 
3.3.4 Saúde do Trabalhador 43 
3.4 Gestão em Saúde 44 
3.5 Planejamento no SUS Municipal 45 
3.6 Financiamento 46 
3.7 Participação e Controle Social 49 
4. VII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE 
AMARGOSA 
54 
5. MÓDULOS OPERACIONAIS  61 
6. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 131 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 135 
REFERÊNCIAS 136

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ϵ 
  
 
APRESENTAÇÃO 
 
O Plano Municipal de Saúde (PMS) de Amargosa é um documento orientador que 
explana de maneira precisa os compromissos do governo municipal para o setor s aúde e 
reflete, a partir da análise situacional, as necessidades d e saúde da população, para o 
período de 2026-2029. Este se constitui em um instrumento balizador para  o 
planejamento, monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas. 
O PMS enquanto instrumento primordial da gestão municipal do Sistema Ú nico 
de Saúde (SUS) é um importante dispositivo de participação social e, portanto, aproxima 
os desdobramentos dos gestores no planejamento, da escuta as demandas dos usuários de 
saúde. Sendo assim, o PMS baseia-se na análise situacional, atra vés do 
diagnóstico/problematização da realidade com vistas à identifi cação de problemas e a 
formulação de soluções para as questões apresentadas, dentro do conte xto do 
planejamento participativo. 
A Lei nº 8.080/90 dispõe sobre a obrigação legal de elaboração do PMS (art. 15 e 
18) e coloca como base das atividades e programações no nível municipa l do SUS, 
ficando seu financiamento previsto na respectiva proposta orçamentária , 
compatibilizando as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos 
em planos de saúde (art. 36). 
O Plano de Saúde, conforme PRT MS/GM 2135/2013, Art. 3º, § 1º e 3º, configura-
se como base para a execução, o acompanhamento, a avaliação da gestão d o sistema de 
saúde e contempla todas as áreas da atenção à saúde, de modo a garantir sua integralidade. 
A elaboração deste será conduzida pelas necessidades de saúde da população e da análise 
situacional, que é orientada pela definição das diretrizes, objetivos, metas e indicadores; 
e pelo processo de monitoramento e avaliação. 
Desta maneira, para construção deste plano foram consideradas as  propostas 
elaboradas na Conferência Municipal de Saúde 2025, além do Plano Municipal de Saúde

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2022-2025, os compromissos do Plano de Governo e o Pacto pela Saúde. E para 
aprofundamento e embasamento teórico, além dos instrumentos de gestão já sinalizados, 
foram consultados portarias e manuais de políticas públicas de sa úde, planejamento e 
gestão das três esferas de governo do SUS. 
O presente Plano Municipal de Saúde foi construído de forma artic ulada pela 
equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Amargosa, envolvendo as área s técnicas de 
Assistência e de Gestão e o Conselho Municipal de Saúde. Com a c ompreensão da 
importância dos instrumentos de gestão no direcionamento para planejament o em saúde 
e, portanto, da importância da efetivação do Plano Municipal de Saúde , enquanto 
principal instrumento norteador para qualificação das ações em saúd e, este plano se 
desdobrará em Programações Anuais de Saúde, que conduzirá a operaci onalização de 
suas intenções anualmente, conforme estabelecido pela PRT MS/GM 2135/2013, Art. 4º 
§ 1º.

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HISTÓRICO DO 
 MUNICÍPIO

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4. HISTÓRICO DO MUNICÍPIO 
 
As origens da cidade remontam ao Decreto Estadual nº 574, de 30 de junho de 1855, 
que elevou o então povoado à categoria de Freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho. 
Posteriormente, em 21 de abril de 1877, a nova freguesia passou à categoria de Vila, com 
o nome de Nossa Senhora do Bom Conselho de Amargosa (AMARGOSA, 2018). 
Em 1891, Amargosa foi elevada à categoria de cidade, com seu respe ctivo nome 
(ENCICLOPÉDIA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS, 1957). O nome, Amargosa , 
deve-se ao fato de existir na região um tipo de pomba cuja carne, por ser muito saborosa, 
atraía o interesse de caçadores. A ave possuía em seu dorso uma  substância amarga ao 
paladar quando não retirada durante o cozimento. Da usual expressão“vam os às 
amargosas”, surgiu o nome com a qual a nova cidade fora batizada no finaldo século XIX 
(REZENDE et al., 1991 apud AMARGOSA,2018). 
Um conjunto de praças, canteiros e avenidas, criados em um cenário de prosperidade 
e modernização, fizeram com que o município se destacasse regional mente no que se 
refere à organização e embelezamento urbano, originando o termo “Cidad e Jardim”, 
empregado até os dias atuais (REBOUÇAS, 2006). 
Amargosa possui uma forte atividade agropecuária, destacando-se a la voura de café, 
mandioca, cacau, banana, caju, entre outras, além da pecuária de lei te e de corte 
(FONTOURA et. al, 1999). Existem ainda no município pequenas empresas de produção 
de café em pó e de derivados de leite e fábrica de sapatos e um frigorífico. 
No final da década de 1980, algumas ações reforçaram o papel de pólo regi onal da 
cidade, a partir da criação e implantação da 29ª Região Administrativa do Estado da Bahia 
(trazendo com isso estruturas como a Diretoria Regional de Saúde  –DIRES– hoje 
denominada Base Operacional de Saúde; e a Diretoria de Educação e Cultura –DIREC – 
hoje denominada 9º Núcleo Regional de Educação; Companhia Independente de 
Trânsito-CIRETRAN), a implantação da Escola Agrotécnica de A margosa (CETEP), 
além da construção da sede regional do Instituto Nacional do seguro Social-INSS .

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Amargosa fez parte do grupo dos primeiros municípios da Bahia a alc ançarem a 
Gestão Plena da Atenção Básica e posteriormente a Gestão Plena d o Sistema Municipal 
de Saúde. As mudanças ocorridas no Sistema Único de Saúde em A margosa com o 
processo de municipalização das ações e serviços de saúde, nos anos de 1997 e 1998, com 
a implantação do Sistema Único de Saúde sob gestão municipal determinou uma série de 
conquistas na atenção à saúde da população (FONTOURA, et AL; 1999). 
A sociedade amargosense é organizada a partir de sindicados, como o sindicato 
dos trabalhadores rurais, sindicato dos servidores municipais; associações comunitárias e 
de moradores; associação industrial e agropecuária (ACIAPA); pastorais católicas, dentre 
outras formas de organização da sociedade. 
O município possui a Casa da Cidadania, na qual funcionam diversos conselhos,  
a exemplo, do Conselho Municipal de Saúde. 
O São João do município de Amargosa se destaca no cenário baiano e consolida  
a cidade como o principal destino junino da Bahia e um dos maiores do B rasil, trazendo 
muitos turistas para o município neste período e movimentando a economia local. O São 
João de Amargosa ainda conta com o tradicional Arrasta Pé Zona Rural “B loco Junino 
de Rua” que acontece sem a presença de cordas, tendo como percurso as rua s da cidade 
deAmargosa.

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ANÁLISE DE 
SITUAÇÃO DE SAÚDE

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5. ANÁLISE DE SITUAÇÃO DE SAÚDE 
 
5.1. PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO 
 
5.1.1. Distribuição populacional 
 
O município de Amargosa encontra-se situado na porção centro-oeste do Est ado da 
Bahia, fazendo fronteira com os municípios de Milagres, Brejões, Uba íra, Laje, São 
Miguel das Matas e Elísio Medrado. Inserido na região do Recôncavo Ba iano, integra o 
conjunto de cidades que compõem o Vale do Jiquiriçá, distando aproximadam ente 240 
km da capital do estado, Salvador. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística (IBGE) de 2025, a população de Amargosa é de aproximadamente 
38.478 habitantes para o ano de 2024, enquanto o último levantamento censitário, 
realizado em 2022, aponta uma população de 36.521 habitantes (IBGE, 2025 ). 
Ao longo das últimas cinco décadas, a população de Amargosa experimentou um 
crescimento expressivo, passando de 24.443 habitantes, conforme dados históricos, pa ra 
a estimativa atual de 36.521 indivíduos, demonstrando uma trajetória de desenvolvimento 
demográfico significativa, conforme as projeções do IBGE.

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Gráfico 01: Evolução da população total no município de Amargosa. 1970-2022 
 
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022. 
 
O município de Amargosa ocupa uma extensão territorial 431,655 km² e aprese nta 
uma densidade demográfica estimada de 84,61hab/km². Em sua extensão t erritorial sua 
área predominante é rural (IBGE, 2025). O município é composto pela Se de que é 
composta pelos bairros da Urbis II, Centro, Sucupira, Santa Rita, Cajueiro, São Roque e 
Rodão e pelos distritos de, Corta Mão, Itachama e Diógenes Sampai o conforme Lei 
Complementar nº 12, de 14 de dezembro de 2006 que institui o Plano Direitor  de 
Desenvolvimento Municipal, 2006. Amargosa apresenta uma dinâmica local c om 
expressiva diversidade de características socioeconômicas, ambie ntais e culturais muito 
significativas para seu estado.

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Figura 01. Mapa com localização do município de Amargosa- BA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: IBGE, 2025 
 
Conforme visualizado no mapa acima o município de Amargosa possui uma 
grande extensão territorial de área rural. Apesar disto, apenas 8.458 pessoas, que 
representam 23,2% da população total são residentes em zona rural. Sendo assim, a 
maioria dos amargosenses, 28.063 pessoas, que representam 76,8%da população total do 
município, residem na zona urbana. 
 
2.1.2. Pirâmide Etária 
O município de Amargosa, de acordo com a pirâmide etária de 2022, apres enta 
maior prevalência no número de pessoas da faixa etária de 15 a 49 anos, s endo a idade 
mediana da população de 34 anos. Quando analisamos a população menor de 14 anos, é 
possível observar o encurtamento da pirâmide e a tendência a diminuiç ão no número de 
nascimentos.  Outro dado relevante é a tendência ao envelhecimento da popul ação nas

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próxima décadas. Tais informações são de extrema importância para  o direcionamento 
das ações e serviços de saúde. 
É valido salientar que o município de Amargosa por sediar um campus da 
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB possui uma expressiva população 
flutuante, constituída majoritariamente por estudantes, fato este que também interfere na 
pirâmide demográfica do município. 
Figura 02. Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade no 
município de Amargosa no ano de 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IBGE, Censo Demográfico 2022 
 
2.3 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO 
 
2.3.1 Perfil de Nascimento 
 
Em relação ao nascimento de nascidos vivos com mães residentes no município 
de Amargosa podemos observar no gráfico abaixo uma redução no quantitativo nos  
últimos 10 anos, apresentando algumas oscilações nesse período.

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Gráfico 02: Nascidos vivos com mães residentes no município de Amargosa por ano de 
nascimento. 2012-2022. 
    Fonte: Tabnet, DATASUS, 2025 
 
2.3.2 Perfil de Morbidade 
 
A morbidade se configura em uma variável característica das comunidades de 
seres vivos, refere-se ao conjunto dos indivíduos que adquirem doenças (ou determinadas 
doenças) num dado intervalo de tempo em uma determinada população. A m orbidade 
mostra o comportamento das doenças e dos agravos à saúde na população ( PEREIRA, 
2004). A Tabela abaixo apresenta a Morbidade por local de residência no m unicípio de 
Amargosa de 2020 a 2024 
 
Tabela 01 - Morbidade por local de residência. Amargosa, 2020-2024 
Capitulo CID - 10 2020 2021 2022 2023 2024 Total 
I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias 53 97 40 49 85 324 
II. Neoplasias (tumores) 2 36 125 129 119 411 
519
457 454 426 462 462 477 445 459 431 434
0
100
200
300
400
500
600
2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022
Número de nascidos vivos com mãe residentes de 
Amargosa por ano de nascimento

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III. Doenças sangue órgãos hemat e 
transtimunitár 
22 18 27 15 70 152 
IV . Doenças endócrinas nutricionais e 
metabólicas 
46 37 47 50 113 293 
V . Transtornos mentais e comportamentais - 1 2 8 17 28 
VI. Doenças do sistema nervoso 7 12 16 6 13 54 
VII. Doenças do olho e anexos - 2 3 2 3 10 
VIII.Doenças do ouvido e da apófise mastóide - 2 5 4 13 24 
IX. Doenças do aparelho circulatório 83 134 156 212 267 852 
X. Doenças do aparelho respiratório 91 112 207 175 291 876 
XI. Doenças do aparelho digestivo 55 188 605 795 717 2.360 
XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo 27 27 58 85 108 305 
XIII. Doenças sist osteomuscular e tec 
conjuntivo 
2 6 5 9 20 42 
XIV . Doenças do aparelho geniturinário 54 51 146 247 200 698 
XV . Gravidez parto e puerpério 238 221 248 259 253 1.219 
XVI. Algumas afec originadas no período 
perinatal 
9 14 30 29 13 95 
XVII. Malf cong deformid e anomalias 
cromossômicas 
2 1 - 4 4 11 
XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e 
laborat 9 16 28 43 100 196 
XIX. Lesões enven e alg out conseq causas 
externas 
58 132 178 225 378 971 
XXI. Contatos com serviços de saúde 8 90 174 206 188 666 
TOTAL 766 1.197 2.100 2.552 2.972 9.587 
Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SU S (SIH/SUS) 
 
Segundo o SIH/SUS, conforme apresentado na Tabela 1, a principal causa  de 
internamento nos anos analisados (2010 – 2024) foi Doenças do aparelho 
digestivo(2.360), seguido de Gravidez parto e puerpério(1.219), Lesões enven e alg out 
conseq causas externas(971) e Doenças do aparelho respiratório (876). Podemos observar 
um alarmante aumento de 1.303% nas doenças do aparelho digestivo do ano de 2020 a 
2024.

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2.3.3 Perfil de Mortalidade 
 
2.3.3.1 Mortalidade Geral 
 
As principais causas de mortalidade no período de 2020 a 2023 foram doenças do 
aparelho circulatório (336), neoplasias (tumores) (151), Sint sinais e achad anorm ex clín 
e laborat (136) e doenças do aparelho respiratório (128), conforme observamos na Tabela 
03. 
 
Tabela 2- Mortalidade por local de residência. Amargosa, 2017-2020. 
Capitulo CID - 10 2020 2021 2022 2023 Total 
TOTAL 322 348 318 297 1.285 
I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias 34 52 19 9 114 
II. Neoplasias (tumores) 41 35 31 44 151 
III. Doenças sangue órgãos hemat e 
transtimunitár 
1 2 1 6 10 
IV . Doenças endócrinas nutricionais e 
metabólicas 
34 26 30 31 121 
V . Transtornos mentais e comportamentais 9 8 4 2 23 
VI. Doenças do sistema nervoso 7 6 14 5 32 
IX. Doenças do aparelho circulatório 78 79 91 88 336 
X. Doenças do aparelho respiratório 30 36 26 36 128 
XI. Doenças do aparelho digestivo 21 15 15 12 63 
XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo - 4 4 1 9 
XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conjuntivo 2 - - 2 4 
XIV . Doenças do aparelho geniturinário 6 7 8 9 30 
XV . Gravidez parto e puerpério - - 1 - 1 
XVI. Algumas afec originadas no período 
perinatal 
- 2 6 4 12 
XVII.Malf cong deformid e anomalias 
cromossômicas 
- 2 1 5 8

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ϮϮ 
  
Fonte: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM 
 
2.3.3.2 Mortalidade Infantil 
A redução da mortalidade materna e infantil no Brasil ainda se constitui em um 
desafio para os serviços de saúde e a sociedade como um todo. As medid as de Atenção 
Primária à Saúde conseguem prevenir especialmente as doenças que c ausam morte em 
crianças entre um e doze meses de vida. 
Em Amargosa, o número de óbitos de mortalidade infantil nos últimos a nos, de 
2021 a 2024, totalizou 9 óbitos infantis. 
 
Gráfico 03- Número de óbitos Infantis. Amargosa. 2021-2024. 
 
Fonte: SUVISA, 2025 
 
 
 
 
 
1
4
1
3
0
2
4
6
2021 2022 2023 2024
Número de óbitos infantis por ano no 
município de Amargosa, 2021-2024    
XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat 35 40 41 20 136 
XX. Causas externas de morbidade e mortalidade 24 34 26 23 107

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ATENÇÃO  
À SAÚDE

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3 ATENÇÃO À SAÚDE 
 
3.1 Atenção Básica 
 
O fortalecimento da Básica é o eixo fundamental para a reorientação do modelo 
assistencial do SUS, sendo resolutivo para cerca de 85% das necessida des de atenção à 
saúde da população. 
A Atenção Primária à Saúde é o primeiro nível de atenção em s aúde e se 
caracteriza por um conjunto de ações no âmbito individual e coletivo, que  abrange a 
promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratament o, a 
reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver 
uma atenção integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades. 
Amargosa é um município do cenário brasileiro que aposta no SUS assim , a 
Secretaria Municipal de Saúde vem buscando a consolidação efetiva  do modelo 
assistencial na Atenção Primária à Saúde através de investi mentos, dentre eles: a 
ampliação, construção, reaparelhamento de novas unidades e ações previa mente 
planejadas, organizadas e coordenadas que visam à educação da população de forma a 
contemplar todos os munícipes. 
Os principais serviços oferecidos pelas Unidades Básicas de Saúde são consultas 
médicas, consultas de enfermagem, inalações, injeções, curativos, vac inas, tratamento 
odontológico, encaminhamentos para especialidades, teste do pezinho, exame  de 
papanicolau, dispensação de medicamentos e testes rápidos, dentre ações de promoção da 
saúde e prevenção de doenças. 
 
Tabela 03 - Quantitativo de UBS no Município de Amargosa 
UNIDADES DE SAÚDE  Localização 
1) USF Catiara Zona Urbana

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2) USF Catiara – Espaço Verde Zona Urbana 
3) USF Corta mão Zona Rural 
4) USF Diógenes Sampaio Zona Rural 
5) UFS Alto da Bela Vista Zona Urbana 
6) Posto de Saúde Itachama Zona Rural 
7) USF Sucupira Zona Urbana 
8) USF Santa Rita Zona Urbana 
9) USF São Roque Zona Urbana 
10)USF Jaqueira Zona Urbana 
11)USF Jequitibá Zona Urbana 
12)USF Central Zona rural / zona urbana 
13)USF Correntina Zona rural 
Fonte: CNES, 2025 
 
3.1.1 Equipe Multiprofissional 
 
A Equipe multiprofissional é constituída por equipes compostas por profissionais 
de diferentes áreas de conhecimento, para atuarem em conjunto com os profissionais das 
Equipes Saúde da Família, compartilhando as práticas em saúde nos  territórios sob 
responsabilidade das Equipes de Saúde da Família no qual os profis sionais estão 
cadastrados. Em Amargosa este núcleo de apoio está composto pelos pr ofissionais 
apresentados na Tabela 05. 
 
Tabela 04 - Distribuição dos Profissionais da Equipe Multiprofissional. 
 
Profissionais  Carga Horária 
02 Assistente Social  30h 
02 Nutricionista  40h 
03 Psicólogo 40h 
03 Fisioterapeuta geral  30h 
01 Terapeuta Ocupacional 30h 
01 Fonoaudióloga 40h 
1- Digitador  - 
TOTAL  180h

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Fonte: CNES, 2025. 
 
           3.1.2 Academia da Saúde 
O Programa Academia da Saúde  é uma estratégia do Sistema Único de Saúde 
(SUS) para promover a saúde e a qualidade de vida da população, por meio da criação de 
polos com que oferecem atividades como práticas corporais, promoção da alimentação  
saudável e educação em saúde. Os polos são um ponto de atenção à saúde que vi sa a 
integralidade do cuidado, a prevenção de doenças e a criação de um ambiente  de 
convivência e bem-estar.  
 
Tabela 05 - Distribuição dos Academia da Saúde 
 
 
 
            
3.1.3 Centro de Especialidades Odontológicas 
O Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) é um serviço de atenção 
especializada que atua de forma estratégica para qualificar e melhorar a resolutividade da 
Rede de Atenção à Saúde Bucal, atuando como suporte técnico e assum indo 
responsabilidade pelos usuários e ao mesmo tempo, preservando o vínculo com a Atenção 
Primária à Saúde. 
O CEO está  preparado para oferecer à população, no mínimo, os seguintes serviços: 
• Diagnóstico bucal, com ênfase no diagnóstico e detecção do câncer de boca. 
• Periodontia especializada. 
• Cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros. 
• Endodontia. 
• Atendimento a portadores de necessidades especiais. 
Dessa forma, o tratamento oferecido é uma continuidade do trabalho realizado pela rede 
de Atenção Primária e, no caso dos municípios que estão na Estratégia Saúde da Família, 
pelas equipes de Saúde Bucal. Os profissionais da Atenção Primár ia são responsáveis 
Profissionais  Carga Horária 
01 Fisioterapeuta 10h 
01 Educadora Física  40h

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pelo primeiro atendimento ao usuário e pelo encaminhamento de casos mais  complexos 
aos centros especializados, quando necessário. 
Tabela 06 - Distribuição dos Profissionais do Centro de Especialidades Médica 
 
 
3.1.4 Central de Abastecimento Farmacêutico – CAF 
A Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) constitui um conjunto de 
ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo o medicamento como 
insumo essencial e estratégico. Organiza-se de forma integrada entre as três esferas de 
gestão, abrangendo desde a seleção e aquisição até o armazenamento, distribuição, 
dispensação e uso racional dos medicamentos, garantindo o acesso da população de forma 
segura, eficaz e continua, bem como o monitoramento e a avaliação de sua  utilização, 
sempre com foco na efetividade das ações e na melhoria da quali dade de vida da 
população. 
A Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF) é a unidade té cnica da Diretoria de 
Assistência Farmacêutica municipal responsável pela gestão logíst ica, armazenamento, 
controle e distribuição de medicamentos, correlatos e demais insumos indispensáveis ao 
funcionamento da rede de serviços de saúde. Sua atuação observa os princípios da Política 
Nacional de Assistência Farmacêutica, a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais 
(RENAME) e as Boas Práticas de Armazenamento e Distribuiç ão estabelecidas pela 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), especialmente  a RDC nº 430/2020, 
além das demais normas aplicáveis aos serviços farmacêuticos. 
Profissionais Especialidade Carga Horária 
01 Cirurgião dentista 
 
Periodontia 20h 
Cirurgia oral menor  20h 
01 Cirurgiã dentista  PNE 40h 
01 Cirurgiã dentista  Endondontia 40h

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No âmbito municipal, são atribuições da Assistência Farmacêutica as atividades 
operacionais e de planejamento que compreendem: 
I. Coordenar e implementar a Política Nacional de Medicamentos no município; 
II. Atender às demandas judiciais e administrativas relativas ao fornecimento de 
medicamentos; 
III. Estabelecer procedimentos normativos para a dispensação de medica mentos 
essenciais e daqueles sujeitos ao controle sanitário vigente; 
IV. Promover a capacitação dos recursos humanos envolvidos na Assistência 
Farmacêutica; 
V. Contribuir na construção, desenvolvimento e qualificação das políticas de  
saúde. 
VI. Gerenciar a Farmácia Básica Municipal; 
VII.  Realizar a seleção, programação, aquisição, armazenamento e distribuição de 
medicamentos; 
VIII. Realizar o recebimento técnico dos produtos, incluindo a conferência 
quantitativa, qualitativa e documental, verificando integridade das 
embalagens, conformidade dos lotes, prazos de validade e especifi cações 
contratuais; 
IX.  Realizar o registro informatizado de entradas, garantindo a rastreabilidade por 
lote, validade, fabricante, fornecedor e número de nota fiscal, ass egurando 
transparência e precisão do estoque; 
X. Armazenar adequadamente os produtos, observando rigorosamente as 
condições exigidas para cada classe, como temperatura, umidade, segregação, 
quarentena sanitária, condições de segurança, monitoramento contínuo e 
mapeamento térmico.

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XI. Receber, analisar e atender as requisições das unidades de saúde, promovendo 
distribuição baseada em critérios técnicos de programação, consumo  
histórico, sazonalidade, perfil epidemiológico e disponibilidade em estoque; 
XII. Gerenciar os estoques, incluindo definição de estoque mínimo e máximo,  
ponto de ressuprimento, controle de prazos de validade, avaliação de giro d e 
estoque e prevenção de perdas; 
XIII. Manter a integridade sanitária dos produtos, adotando práticas de pre venção 
de riscos, controle ambiental, higienização das áreas, monitoramento de 
temperatura e umidade, garantindo a eficácia terapêutica dos medicamentos; 
XIV. Realizar inventários periódicos (cíclicos e gerais) e elaborar  relatórios 
gerenciais, apoiando o planejamento, a tomada de decisões e a avaliação dos 
indicadores da Assistência Farmacêutica. 
XV. Promover o Uso Racional de Medicamentos. 
A distribuição de medicamentos desempenha papel estratégico no suporte à s ações da 
farmácia e da dispensação, impactando diretamente a qualidade da ass istência ao 
paciente, a segurança do cuidado, a credibilidade dos serviços farmacêuticos e a eficiência 
do sistema de saúde. Processos logísticos bem definidos são essenciais para assegurar que 
os produtos estejam disponíveis no local correto, no momento oportuno e em condições 
sanitárias adequadas, conforme preconiza a gestão da cadeia de suprimentos em saúde. 
O uso irracional de medicamentos, que engloba práticas como prescriç ão inadequada, 
automedicação, utilização fora dos parâmetros terapêuticos e baixa adesão ao tratamento, 
representa um importante desafio para a qualidade da atenção à saúde. Esse cenário 
reforça a necessidade de qualificação permanente da Assistência F armacêutica, a fim de 
promover o Uso Racional, garantir a segurança do paciente e assegurar a efetividade das 
ações em saúde. Para garantir efetividade e segurança na atenção à saúde, é indispensável 
que:

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ϯϬ 
  
I. A seleção de medicamentos esteja alinhada à RENAME e às nece ssidades 
epidemiológicas do município, refletidas na REMUME. 
II. A programação e aquisição atendam à demanda populacional, reduzindo 
riscos de desabastecimento, desperdícios e perdas financeiras. 
III. O armazenamento obedeça rigorosamente às normas sanitárias vigentes , 
evitando deterioração, contaminação ou perda de estabilidade. 
IV. A distribuição mantenha fluxo contínuo e eficiente entre a CAF e as unidades 
de saúde. 
V. Os pacientes recebam orientação técnica adequada, assegurando uso corret o, 
seguro e eficaz dos medicamentos. 
VI. Pacientes com condições crônicas sejam cadastrados, acompanhados e 
monitorados no âmbito da atenção farmacêutica, favorecendo continuidade e 
integralidade do cuidado. 
A adoção dessas estratégias promovem o Uso Racional de Medicamentos, otimização dos 
recursos públicos, aumento da eficiência operacional e melhoria dos desfechos clínicos.  
Quanto ao manejo de resíduos, os medicamentos vencidos são segregados, identificados, 
lacrados e acondicionados em bombonas específicas para resíduos de saúde, sendo 
posteriormente coletados por empresa especializada contratada pelo m unicípio, que 
realiza o descarte ambientalmente adequado conforme estabelece a RDC nº 222/2018. 
O município utiliza o sistema HÓRUS – Sistema Nacional de Ges tão da Assistência 
Farmacêutica, desenvolvido pelo Departamento de Assistência Farmacêut ica e Insumos 
Estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/SCTIE/MS). A ferramenta permite padronizar 
processos, gerar rastreabilidade, aprimorar o controle logístico e ampliar a transparência 
na gestão dos medicamentos em todas as esferas do SUS. 
Além disso, o município realiza a prestação de contas financeira e ope racional por meio 
do SIGAF – Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Far macêutica,

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plataforma institucional utilizada para registrar aquisições, exec uções orçamentárias, 
notas fiscais e demais informações que comprovam a aplicação dos re cursos destinados 
à Assistência Farmacêutica. O uso do SIGAF fortalece o monitora mento, assegura 
conformidade com as normas vigentes e amplia a transparência perant e os órgãos de 
controle. 
O financiamento da Assistência Farmacêutica é elemento estrut urante para garantir o 
abastecimento contínuo de medicamentos e insumos no município, sustentando as açõe s 
operacionais desenvolvidas pela CAF. Sua organização depende de planejamento  
financeiro contínuo, fontes de custeio definidas e mecanismos pactuados ent re União, 
Estado e Município. 
Atualmente, a Assistência Farmacêutica municipal dispõe de recur sos específicos 
destinados à aquisição de medicamentos essenciais, de modo a suprir as  demandas das 
Unidades de Saúde e do CAPS. A seleção dos medicamentos segue a Relaçã o Nacional 
de Medicamentos Essenciais (RENAME), sendo adaptada à realidade epi demiológica e 
assistencial do município por meio da Relação Municipal de Medicament os Essenciais 
(REMUME), utilizando os seguintes dispositivos legais: 
I. Política Nacional de Medicamentos (Portaria GM/MS nº 3.916/1998) e Resolução 
CNS nº 338/2004: estabelecem a RENAME como referência técnica. 
II. Lei nº 12.401/2011: determina que o acesso a medicamentos no SUS deve estar 
alinhado às relações pactuadas nacionalmente. 
III. Decreto nº 7.508/2011: consolida a RENAME como instrumento de seleção e 
padronização de medicamentos ofertados pelo SUS. 
IV. Resolução de Consolidação CIT nº 1/2021: define responsabilidades financeiras  
entre os entes federados e orienta a aplicação dos recursos destinados à Assistência 
Farmacêutica. 
V. Resolução CIB 485/2025.

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Para a aquisição dos medicamentos do componente básico da Assistência F armacêutica 
estão previstos os seguintes recursos nos anos de 2026-2029, anualmente R$ 735.000,00 
provenientes da soma dos recursos: municipal e federal, sendo R$ 420.000,00 (Font e 
1.500.1002 – Mínimo Constitucional da Saúde 15%), R$ 315.000,00 (Fonte 1.600.000 – 
Repasse Federal ), e R$ 3,01 por habitante/ano para cumprimento da contrapartida 
Estadual
. 
Esses recursos garantem a manutenção das atividades logísticas da CAF, abrangendo a 
programação anual de compras, a reposição contínua da REMUME, a adequação das 
condições de armazenamento, o monitoramento e rastreamento das movimentações pelo 
sistema HÓRUS, bem como ações voltadas à redução de perdas e à oti mização dos 
estoques. Com isso, o município assegura maior eficiência operacional e  autonomia na 
gestão da Assistência Farmacêutica. 
 
3.2 Atenção à Média e Alta Complexidade 
 
3.2.1 Atenção Especializada 
 
A Atenção Especializada compreende um conjunto de ações e serviços de s aúde 
realizados em ambiente ambulatorial, que incorporam a utilização d e equipamentos 
médico-hospitalares e profissionais especializados. Esta atenç ão contempla cirurgias 
ambulatoriais, procedimentos ortopédicos, ações especializadas em  odontologia, 
radiodiagnóstico, exames de ultrassonografia, endoscopia, ecocardiograma e fisioterapia.  
A entrada do paciente na atenção especializada dá-se através  de central 
informatizada de regulação e marcação de procedimentos, que integr a os níveis 
assistenciais. O paciente é inserido no sistema e posteriormente avisado sobre a data e o 
horário de seu agendamento.

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Atualmente o município conta com as seguintes especialidades: Obst etra, 
Ginecologista, Dermatologista, Endocrinologista, Cirurgião geral, Neuropedi atra, 
Neurologista, Cardiologista, Ortopedista, Cardiologista e Oftalmologi a. Já os 
exames/procedimentos realizados pelo município são: eletrocardiogra ma, 
ecocardiograma, raio X, teste do olhinho, teste da linguinha, teste da  orelhinha, 
ultrassonografia, fisioterapia e pequenas cirurgias. 
 
 
3.2.2 Serviço de Atenção Especializada (SAE) para IST / AIDS 
 
O Serviço de Assistência Especializada (SAE) foi criado c omo objetivo prestar 
assistência médica, psicológica e ações de enfermagem voltadas a  indivíduos com IST/ 
HIV/AIDS, pacientes vítimas de estupros e acidente com materi al perfuro cortante na 
rede pública de saúde, conta com uma equipe multiprofissional composta por médico, 
enfermeiro, psicólogo e farmacêutico. 
O Programa Municipal de DST/AIDS, assim como o Programa Nacional, te m a 
missão de reduzir a incidência do HIV/AIDS e outras IST`s e a vulnerabilidade da 
população brasileira a esses agravos, promover a qualidade de vida das pessoas vivendo 
com HIV/AIDS, reduzir o estigma e os demais impactos negativos do HIV/AIDS e outras 
IST`s, por meio de políticas públicas pautadas pela ética, pelo re speito a diversidade 
sexual, racial, étnica, social, econômica e cultural, à cidadania e aos direitos humanos e 
pelo compromisso com a promoção à saúde, em consonância com os princípios e  
diretrizes do SUS, contribuindo para a resposta global a epidemia.

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3.2.3 Atenção às Urgências e Emergências 
 
A Política de Atenção às Urgências e Emergências tem como di retrizes a 
universalidade, a integralidade, a descentralização e a partic ipação social, preconizando 
a humanização no atendimento, a que todo cidadão tem direito. 
O complexo de Saúde de Amargosa integra o Sistema Único de Saúde – SUS, 
atuando no segmento médico de média complexidade. Está localizado na Av. Dr. Aloísio 
Borges, S/N – Santa Rita e presta um atendimento de urgência/emergência, ambulatorial, 
cirurgia eletiva, cirurgia por vídeolaparoscopia, serviço de parto natural  e internamento 
clínico. Atende a uma demanda espontânea e referenciada. 
A unidade conta com serviço de diagnóstico por imagem (RX e 
Eletrocardiograma, Tomografia Computadorizada), uma capacidade ins talada de 
74leitos, todos com rede de gases e laboratório municipal. 
O Laboratório Municipal Nilson Lomanto tem capacidade para atendime nto de 
aproximadamente 100 pessoas dias e no que se refere aos exames laboratoriais ofertados 
pelo município, totaliza 84 tipos de exames, divididos em: hematológico, im unológico, 
parasitológico, bioquímico, uroanálise e hormônio/sorologia. 
O serviço de parto natural, conta com enfermeiras obstetras, 24h/dia, 07 d ias na 
semana, para realização de parto de risco habitual. 
Os Leitos PPP são compostos por: Detector fetal, berço aquecido, apa relho de 
fototerapia; balança digital; 02 cardiotocógrafo; 01 monitor multiparam étrico; 03 
incubadoras fixas. 
O SAMU, através da sua Central de Regulação Médica das Urgê ncias que fica 
localizado na cidade de Santo Antônio de Jesus, tem como objetivo chegar precocemente 
à vítima após ter ocorrido um agravo à sua saúde, de natureza clíni ca, cirúrgica, 
traumática, obstétrica, pediátricas, psiquiátricas, entre outras  que possa levar a 
sofrimento, ou mesmo à morte, sendo necessário garantir atendimento e /ou transporte 
adequado para um serviço de saúde devidamente hierarquizado e integrado ao SUS.

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Após o acionamento do 192, o fluxograma de atendimento é realizado da se guinte 
maneira: 
1. A ligação é atendida por técnicos que identificam a urgência ou e mergência 
e,imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador; 
2. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atend imento no 
mesmoinstante, orientando o paciente ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras 
ações; 
3. Esse mesmo médico regulador avalia qual o melhor procedimento para  o 
paciente:orienta a pessoa a procurar um posto de saúde; designa uma ambulância de 
suportebásico de vida, com técnico de enfermagem e socorrista para o atendimento no 
local;ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma UTI móvel, com médico 
eenfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica aurgência 
ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leit os para queo 
atendimento tenha continuidade. 
Os médicos reguladores são os responsáveis pelo gerenciamento, defini ção e 
operacionalização dos meios disponíveis e necessários para responder a  taissolicitações, 
utilizando-se de protocolos técnicos e da faculdade de arbitrar sobre os equipamentos de 
saúde do sistema necessários ao adequado atendimento do paciente. 
 
3.2.4 Serviço de Atenção Domiciliar 
 
A Atenção Domiciliar é um dos componentes da Rede de Atenção às Urgências e 
deverá ser estruturada de forma articulada e integrada aos outros com ponentes e à Rede 
de Atenção à Saúde, a partir dos Planos de Ação. Consiste numa modalidade  de atenção 
à saúde substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de 
ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilit ação prestadas 
em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada à s redes de atenção 
à saúde.

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Neste contexto, a Atenção Domiciliar, mostra grande versatilidad e e 
possibilidades de composição tecnológica na construção das práticas cuidadoras, visto 
que considerando a sua inserção cada vez mais próxima da comunidade, ond e vivem e 
trabalham as pessoas, potencializa a oferta de ações em saúde, numa lógica humanizadora 
e com o firme objetivo de atender as pessoas na sua integralidade, d e acordo com suas 
necessidades. 
A Portaria GM nº 825/2016 redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do S US, 
como um serviço substitutivo ou complementar a internação domiciliar ou ao 
atendimento ambulatorial, responsável pelo gerenciamento e operacionaliz ação das 
Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar – EMAD e Equipes Multiprofissionais 
de Apoio – EMAP. O município de Amargosa foi habilitado com 01 equipe de EMAD 
tipo II e 01 equipe EMAP. Equipe EMAD composta por médico, enfermeiro, técnicos de 
enfermagem, assistente social e fisioterapeuta, equipe EMAP fonoaud iólogo, 
nutricionista e psicólogo. 
Esta modalidade de assistência não substitui a hospitalização quando ela é 
necessária, mas é um processo de complementação, que nas últimas d écadas tem sido 
crescente no mundo inteiro, buscando respostas para o fenômeno dos altos custos com  a 
atenção hospitalar. 
Este serviço propõe a reestruturação da modalidade de Atenção D omiciliar do 
município de Amargosa, buscando valorizar novos espaços e novas formas deorganização 
das tecnologias como estratégia para a diminuição dos custos hospitalare s, promovendo 
novas práticas centradas no processo saúde – doença. 
Atualmente a maioria dos pacientes cadastrados no programa possui l esões que 
necessitam de curativos diários e algumas feridas de difícil cicatrização são um desafio 
para o paciente, o profissional de saúde e também para os sistemas de saúde, ocasionando 
muitas vezes custos substanciais para efetivar um tratamento compl eto dessas feridas e 
estas está aumentando à medida que a idade da população aumenta, afinal as 
comorbidades estão diretamente relacionadas as principais causas das feridas acometidas

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e classificadas como, crônicas e de difícil cicatrização, a s feridas mais prevalentes são 
úlceras venosas de perna (UV), Lesões por Pressão (LP) e úlceras do pé diabético (UPD), 
pensando na qualidade de vida do usuário e redução de custos o município de Amargosa 
aderiu aos curativos especiais, mais conhecido, como Coberturas Espec iais para 
tratamento de feridas, tem evoluído exponencialmente, favorecendo um pr ocesso de 
cicatrização mais rápido do que coberturas convencionais ou antiquadas para  os dias de 
hoje. Atualmente diversos estudos científicos de alta relevânci a, comprovam que a 
utilização de coberturas tecnológicas, além de favorecer o process o de cicatrização 
precoce, reduz significativamente os gastos pelo Sistema de Saúde. P ara exemplificar o 
que os estudos enfatizam, pode-se observar as imagens em anexo, demons trando a 
evolução da ferida em um curto tempo de cicatrização onde se utilizou Coberturas de Alta 
tecnologia, no Município de Amargosa. 
 
3.2.5 Central de Regulação  
A regulação do acesso é feita pelos complexos reguladores que compreende m a 
Central de Regulação de Internações, a Central Municipal de Regula ção de Consulta e 
Exames Especializados e o Tratamento Fora de Domicílio–TFD. 
A Central de Regulação de Internações é responsável pela regulação do acesso 
dos usuários aos leitos hospitalares dos estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS, 
através da Subsecretaria da Receita Municipal - SUREM. 
A Central Municipal de Regulação de Consulta e Exames Especiali zados é 
responsável pelo agendamento dos usuários do município de Amargosa e munic ípios 
pactuados para as consultas especializadas e exames. Assim como faz o acompanhamento 
dos exames e consultas pactuados com os demais municípios. 
As consultas especializadas agendadas na regulação para a Policl ínica Regional 
Reconvale em Santo Antônio de Jesus são: angiologista, cardiologista, coloproctologista, 
endrocrinologista, gastroenterologista, ginecologista e obstetra, hematologis ta, 
infectologista, mastologista, nefrologista, neurologista, oftalmologista, or topedista e

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traumatologista, otorrinolaringologista, reumatologista e urologista. Já os exames são: 
ultrassonografia, ecocardiograma, eletrocardiograma, ergometria, holte r, MAPA, 
endoscopia, mamografia, radiografia por rx, ressonância magnética, tomogra fia 
computadorizada, colonoscopia, punção/biópsia (mastologia e gineco/obstetra), 
colposcopia e eletroencefalograma. Consultas, exames e procedimentos de média e alta 
complexidade são regulados para cidade de Salvador, após serem cadastrados no Sistema 
Lista Única e Sistema Vida. Alguns procedimentos e consultas espe cializadas de média 
complexidade são regulados para Santo Antônio de Jesus pela PPI. 
O Tratamento Fora de Domicílio Estadual e Interestadual é o atendimento de 
saúde prestado ao usuário quando esgotados todos os meios de tratamento no M unicípio 
ou no Estado da Bahia. 
 
 
3.3 Vigilância em Saúde 
 
O Ministério da Saúde estabelece a Vigilância em Saúde como res ponsável por 
todas as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças trans missíveis, pela 
vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças c rônicas não 
transmissíveis, pela saúde ambiental e do trabalhador e pela análise de situação de saúde 
da população brasileira. 
Em Amargosa, a Superintendência de Vigilância em Saúde faz parte da  estrutura 
organizacional da Secretaria Municipal de Saúde. Está dividida  em duas Diretorias: a 
Diretoria de Controle Vigilância Epidemiológica e Vigilância em Sa úde do Trabalhador 
e a Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental.

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3.3.1 Vigilância Epidemiológica 
 
A Coordenação de Vigilância Epidemiológica é responsável pelo 
acompanhamento e monitoramento dos agravos inusitados e dos agravos de notifica ção 
compulsória, que são as doenças de comunicação obrigatória à Vigilância  
Epidemiológica. O Departamento é responsável por desencadear medi das de controle 
para evitar a propagação de doenças e pelo Programa Nacional de Im unização do 
município, de acordo com o Calendário Nacional. No momento o Departament o não 
realiza a análise da situação de saúde que visa à implementaç ão das ações de controle e 
intervenção rápida em casos de ameaça à saúde pública, para isso j á foi solicitado mais 
computadores e colaboradores. 
O registro dos dados epidemiológicos é feito nos Sistemas de Inf ormações 
disponíveis: o SINASC, Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos;  o SIM, Sistema 
de Informação sobre Mortalidade; o SINAN, Sistema de Informaç ão de Agravos de 
Notificação; o API, Avaliação de Programa de Imunização; o SI-P NI, Sistema de 
Informação do Programa Nacional de Imunizações; o MDDA, Monitorizaç ão das 
Doenças Diarréicas Agudas e o GAL, Gerenciador de Ambientes Laboratoriais. 
O Departamento realiza a vigilância dos agravos transmissíveis, doenças 
ocasionadas por bactérias, vírus, protozoários, fungos e helmintos, sendo que este último 
não é monitorado pelo departamento; e a vigilância dos agravos não trans missíveis, 
doenças relacionadas ao trabalho e às violências. 
  
3.3.2 Vigilância Sanitária 
 
A Lei nº. 8080 de 19 de setembro de 1990 define vigilância sanitária com o o 
conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos e agravos à saúde e de 
intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação 
de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo o c ontrole de bens

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de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas 
todas as etapas e processos, da produção ao consumo, e o controle da pre stação de 
serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde, observando-se as regras 
operacionais do Ministério da Saúde. 
As medidas de controle ou a supressão de fatores de risco para  a saúde são 
precedidas de investigação e avaliação, salvo nas situações de r isco iminente ou dano 
constatado à saúde, à vida ou à qualidade de vida. 
As ações e os serviços de vigilância sanitária são privativos do servidor legalmente 
investido na função de autoridade sanitária, que terá livre acesso a os estabelecimentos 
eaos ambientes sujeitos ao controle sanitário. Estas ações podem s er conjuntas com 
órgãos municipais, estaduais ou federais. 
Entende-se por controle sanitário as ações desenvolvidas pelo órgão de vigilância 
sanitária para aferição da qualidade dos produtos e a verifica ção das condições de 
licenciamento e funcionamento dos estabelecimentos, envolvendo inspeção, fiscalização, 
lavratura de autos e aplicação de penalidades. 
A competência para expedir intimações e lavrar autos e termos é  exclusiva dos 
fiscais sanitários no exercício de suas funções ou de servidor público do quadro da saúde 
designado para estas funções. A fiscalização se estenderá à publicação e à publicidade de 
produtos e serviços de interesse da saúde. 
São sujeitos ao controle sanitário os estabelecimentos de serviço de saúde, que são 
aqueles destinados a promover a saúde do indivíduo, protegê-lo de doenças e  agravos, 
prevenir e limitar os danos a ele causados e reabilitá-lo quando sua capacidade física, 
psíquica ou social for afetada, como: serviço de saúde em regime de internação e 
ambulatorial, aí incluídos clínicas e consultórios públicos e privados; serviço de apoio ao 
diagnóstico e serviço terapêutico; serviço de sangue, hemocomponentes e hemoderivados 
e outros. 
E os estabelecimentos de serviço de interesse da saúde, que sã o aqueles que 
exercem atividades que, direta ou indiretamente, possa provocar danos ou agravos à

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saúde da população, como: os que produzem, beneficiam, manipulam, fracionam,  
embalam, reembalam, acondicionam, conservam, armazenam, transportam, d istribuem, 
importam, exportam, vendem ou dispensam: 
a) medicamentos, drogas, imunobiológicos, plantas medicinais, insumos 
farmacêuticos e correlatos; 
b) produtos de higiene, saneantes, domissanitários e correlatos; 
c) perfumes, cosméticos e correlatos; 
d) alimentos, bebidas, matérias–primas alimentares, produtos dietéticos, aditivos, 
coadjuvantes, artigos e equipamentos destinados ao contato com alimentos ; os 
laboratórios de pesquisa, de análise de amostras, de análise de produtos alimentares, água, 
medicamentos e correlatos e de controle de qualidade de produtos , equipamentos e 
utensílios; as entidades especializadas que prestam serviços de controle de pragas 
urbanas; os de hospedagem de qualquer natureza; os de ensino fundamental , médio e 
superior, as pré escolas e creches e os que oferecem cursos não r egulares; os de lazer e 
diversão, ginástica e práticas desportivas; os de estética e cosmética; saunas, casas de 
banho e congêneres; os que prestam serviços de transporte de cadáver, velórios, 
funerárias, necrotérios, cemitérios, crematórios e congêneres; as ga ragens de ônibus, os 
terminais rodoviários e ferroviários, os portos e aeroportos; os que pre stam serviços de 
lavanderia, conservadoria e congêneres. 
Os estabelecimentos sujeitos ao controle e à fiscalização sani tária terão alvará 
sanitário expedido pela autoridade sanitária competente, municipal ou estadual, conforme 
habilitação e condição de gestão, com validade de um ano a partir de sua emissão, 
renovável por períodos iguais e sucessivos. A concessão ou a renovação do a lvará 
sanitário ficam condicionadas ao cumprimento de requisitos técnicos  e à inspeção da 
autoridade sanitária competente. 
Além das fiscalizações, compete ao Departamento de Vigilância Sanitária: 
• Exercer atividade de Educação/Orientação e Comunicação em Vigilância 
Sanitária a estabelecimento, frentes de trabalho na comunidade e outros;

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• Orientar Projetos Arquitetônicos de estabelecimentos de saúde e de inte resse à 
saúde; 
• Fazer a abertura e encerramento de Livros de Controle de Medicamentos d a 
Portaria; 
• Confeccionar relatórios de inspeção/reinspeção, pareceres técnicos, laudos, 
ofícios, memorandos, entre outros; 
• Atender e prestar informações ao público, pessoalmente, por telefone e por e-
mail; 
• Acolher e cadastrar reclamações/demandas; 
• Cadastrar e analisar processos de alvará sanitário inicial ou renovação, vistoria  
prévia, entre outros; 
• Acompanhar e tramitar processos; 
• Expedir Alvará Sanitário; 
• Cadastrar, atualizar e controlar dados e serviços realizados nos estabelecimentos 
existentes no município; 
• Realizar interdição, apreensão e/ou inutilização de produtos, 
equipamentos,utensílios e recipientes; 
• Realizar coletas de amostras, atendendo aos programas estaduais e/ou federais,e, 
• Auxiliar e fiscalizar o cadastro de estabelecimento no CNES –Cadastro Nacional 
de Estabelecimentos de Saúde. 
 
3.3.3 Vigilância Ambiental 
 
Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) consiste em um conjunto de a ções que 
proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores dete rminantes e 
condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a f inalidade de

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identificar as medidas de prevenção e controle dos fatores de  risco ambientais 
relacionados às doenças ou a outros agravos à saúde (SESAB; SUVISA, 2022). 
O Programa de Vigilância em Saúde Ambiental acontece de forma  incipiente, 
dentre as ações desenvolvidas no Programa incluem a vigilância, a fiscalização, inspeção 
e autorização de funcionamento de Sistemas e Soluções Alternativas de Abastecimento 
de Água. 
 
3.3.4 Saúde do Trabalhador 
A atenção à Saúde do Trabalhador, de acordo com a prescrição consti tucional, 
deve ser contemplada em políticas públicas destinadas para promover e proteger a saúde 
dos trabalhadores por meio de ações de promoção, vigilância e assistência. 
No Brasil, a notificação compulsória é obrigatória a todos os profiss ionais de 
saúde, bem como responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos  e 
particulares de saúde e de ensino, em conformidade com os artigos 7º e 8º da Lei nº 6.259, 
de 30 de outubro de 1975. A portaria nº 104, de 25 de Janeiro de 2011 estabelece no 
campo da saúde dos trabalhadores, os agravos de notificação compulsória. 
Esses agravos são: Transtornos mentais e do comportamento relacionad os ao 
trabalho, Acidente com exposição à material biológico, Perda auditiva induzida por ruído 
(PAIR), Lesão por esforço repetitivo/ Doença Osteomuscular (LER/D ORT), 
Pneumoconioses, Acidente de Trabalho Grave, Acidente de trabalho fata l, Acidentes de 
trabalho com mutilações, Acidentes do trabalho em crianças e adol escentes, Acidente 
com animais peçonhentos, Câncer relacionado ao trabalho, Dermatoses ocupa cionais, 
Intoxicação exógena, Violência doméstica, sexual e/ou outras violências. 
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador (PNST) para o SUS estabelece que 
as notificações de agravos relacionados ao trabalho, devem ser rea lizadas por 
profissionais de saúde que realizam ações de saúde voltadas para o tr abalhador na rede 
de Atenção Primária, nos Serviços de Urgência e Emergência, nos C entros de 
Especialidades e CEREST, a partir do preenchimento das fichas de notificações. Um dos

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problemas que dificultam a capacidade de atuação desta área da saúde é a subnotificação 
da ocorrência de casos de doenças e acidentes de trabalho em toda a rede de  serviços. 
Para Galdino, Santana e Ferrite (2012), é necessário conhecer os fa tores 
causadores da falta de notificação, pois a partir desse conheci mento, podem ser 
desenvolvidas ações direcionadas para corrigir possíveis problemas do CEREST e 
melhorar as notificações tanto quantitativamente quanto qualitativamente. 
Visando assistir de forma integral o trabalhador com suspeita e/ou confirmação de 
doença ou de acidente relacionado ao trabalho são realizados acolhim entos, consultas, 
exames na rede conveniada e procedimentos coletivos. Os pacientes a tendidos são 
encaminhados ao CEREST pelas Unidades de Atenção Primária. 
As ações de vigilância em saúde do trabalhador são realizadas  a partir de 
investigações de acidente de trabalho grave por meio da articulaç ão com a Vigilância 
Epidemiológica e Vigilância Sanitária. 
As investigações de acidente de trabalho grave são de suma importânc ia para o 
fortalecimento da vigilância em saúde do trabalhador e para a integr ação com os demais 
componentes de vigilância em saúde. 
 
3.4 Gestão em Saúde 
 
Por gestão em saúde entende-se a criação e a utilização de meios que possibilitem 
concretizar os princípios de organização da política (PAIM e TEIXEIRA, 2006). A busca 
por melhoria, eficiência e qualidade das ações desenvolvidas no setor de saúde, bem como 
a saúde integral dos usuários, atendendo aos princípios do SUS: Integr alidade, 
Gratuidade, Universalidade e Equidade são finalidades importantes na ges tão em saúde. 
A Secretaria Municipal de Saúde desenvolve políticas de gestão de pessoas, 
proporcionando a integração de seus profissionais ao sistema organizacional, através do 
fluxo de suas atividades referentes às rotinas de pessoal, benef ícios, pagamento de 
pessoal, bem como contratações, treinamento/capacitações, avaliação d e desempenho,

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acompanhamento do perfil dos servidores, rotatividade, absenteísmo, re tenção, entre 
outros. Colabora com a Secretaria Municipal de Administração com informações 
gerenciais precisas para tomada de decisões. 
O Núcleo de Educação Permanente acompanha a realização dos program as de 
integração, dos treinamentos em serviço e capacitação das pessoas ; analisa e processa 
asliberações dos projetos de pesquisas; analisa os processos refere ntes a participação de 
servidores em atividades de educação continuada, tais como pós gra duação e 
eventoscientíficos; realiza o levantamento das necessidades de  capacitação, e avalia os 
seus resultados e os impactos no sistema local de saúde; acompanha e controla o processo 
de estágio, visita técnica e trabalho voluntário, conforme respaldo lega l pertinente: Lei 
Federal 11.788/2008 e Lei municipal n° 10.724/2009. No momento o mesmo encontrasse 
desativado, existe a necessidade e o desejo de intensificaçã o das ações de educação 
permanente. 
De acordo com as análises realizadas pela gestão atual, perce be-se que a 
qualificação e o adequado perfil profissional são importantes demand as para o 
departamento de gestão do trabalho e educação em saúde. 
 
3.5 Planejamento no SUS Municipal 
 
O Planejamento é uma função estratégica de gestão assegurada pela Constituição 
Federal de 1988 e regulamentado pela Portaria Nº 2.135, de 25 de Setembro de 2013 que 
estabelece diretrizes para o processo de planejamento no âmbito d o Sistema Único de 
Saúde (SUS). Em junho de 2011 foi publicado o Decreto 7508 que regulamenta a L ei 
8080/90 e dispõe sobre a organização do Sistema Único de Saúde-SUS, o plane jamento 
da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa. 
Os instrumentos básicos de planejamento são elaborados de forma ar ticulada, 
integrada e participativa, com a aplicação das metodologias, dos pr ocessos e dos 
instrumentos do Planeja SUS adaptados à realidade local, sendo: Plano Municipal de

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Saúde (PMS), Programação Anual de Saúde (PAS), Relatório Detalhado do Quadrimestre 
Anterior (RDQA) e Relatório Anual de Gestão (RAG). 
O Plano Municipal de Saúde é o instrumento básico que, em cada esfera, nort eia 
a definição da Programação Anual das ações e serviços de saúde pres tados, assim como 
da gestão do SUS. O Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior é um instrumento de 
monitoramento e acompanhamento da execução da PAS de maneira quadrimestral. O 
Relatório Anual de Gestão é o instrumento que apresenta os resultad os alcançados e 
orienta eventuais redirecionamentos que se fizerem necessários anualmente. 
Esses instrumentos são compatíveis com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de 
Diretrizes Orçamentária (LDO) e a Lei Orçamentária Anua l (LOA), conforme 
dispositivos constitucionais e legais. 
A Superintendência de Avaliação e Monitoramento deverá implantar 
monitoramento e a avaliação das ações propostas na Programação Anual de Saúde 
informando os resultados alcançados ao Gestor e às áreas técnicas. 
Adotam-se o monitoramento e avaliação como procedimentos de rotina, 
demonstrando que este processo deve ser participativo e que são ineficazes as iniciativas 
que delegam ao setor de planejamento a sua elaboração, sem o envolvime nto da área 
técnica. 
 
3.6 Financiamento 
 
O Sistema Único de Saúde (SUS) é constituído pelo conjunto das aç ões e dos 
serviços de saúde, sob gestão pública, com direção única em cada esfera de governo. (art. 
9º Lei 8080 –I, art 198 CF). 
Os recursos financeiros oriundos da União eram repassados sob a mod alidade 
fundo a fundo e foi regulamentado inicialmente através da Portaria/GM nº 204/2007, que 
instituiu os 05 (cinco) Blocos Financeiros que são: (I) Atenção Básica ; (II) Atenção de 
Média e Alta Complexidade;(III) Vigilância em Saúde; (IV) As sistência Farmacêutica e

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(V) Gestão SUS, e posteriormente a Portaria/GM n.º 837/2009 inseriu o VI, chamado de 
Bloco Investimentos na Rede de Serviços de Saúde. Com a Portaria /GM nº 3992que 
altera a Portaria de Consolidação nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, pa ra dispor 
sobre o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços 
públicos de saúde do Sistema Único de Saúde, deixando de ser necessária  a abertura de 
contas bancárias específicas para o gerenciamento de cada programa. 
O Estado também repassa os recursos na modalidade fundo a fundo, em contas 
bancárias exclusivas para cada ação, que são abertas através da S ecretaria Estadual de 
Saúde da Bahia. 
O financiamento das ações de saúde conta também com recursos ori undos de 
transferências voluntarias de origem Federal e/ou Estadual, que são denominados de 
Convênios, Acordos ou Contratos de Repasses, que em alguns casos exigem inserção de 
contrapartida municipal. 
O Fundo Municipal de Saúde é instituído por lei e constitui-se em uma  unidade 
orçamentária gestora dos recursos destinados a ações e serviços  públicos de saúde, 
ressalvados os recursos repassados diretamente às unidades vincul adas ao Ministério da 
Saúde (art 14 Lei Complementar 141/2012). 
A inserção da contrapartida municipal foi definida através da Emenda 
Constitucional 029/2000, regulamentada pela Lei 141/2012, que determina um 
investimento mínimo de 15% (quinze por cento), nas ações e serviços públicos de saúde. 
Foi aberta também, uma conta bancaria no FMS para os depósitos de re cursos próprios 
do Município, alusivos à respectiva contrapartida, em cumprimento a Lei 8080 art. 33, 
Lei 8142, art.4, V. 
Os recursos vinculados ao fundo de saúde ficam identificados e escr iturados de 
forma individualizada, respeitando o art. 50 da Lei de Responsabili dade Fiscal. A 
movimentação bancaria destes recursos é realizada, exclusivament e, mediante ordem 
bancária e/ou transferência eletrônica que fica identificada a sua destinação e, no caso de 
pagamento, o credor.

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A gestão do Fundo Municipal de Saúde é do Secretário de Saúde (Constitui ção 
Federal 198, I; Lei 8080, art. 9 ; art.32 § 2º e art.33 § 1º ), que tem autonomia  total na 
gestão dos recursos orçamentários e financeiros, mas ainda mantém  a contabilidade de 
forma centralizada na Secretaria Municipal da Fazenda. No mom ento do ingresso de 
recursos no Fundo Municipal de Saúde, acompanhamos a contabilização da r eceita 
orçamentária, bem como procedemos ao devido monitoramento da sua execuç ão 
orçamentária e financeira, para que não haja aplicação irregular dos mesmos. 
A prestação de contas é realizada de acordo com o art. 34 a 36 da LC 141/2012 
através do Relatório Resumido da Execução Orçamentária–RREO; o relatório detalhado 
é elaborado a cada 04 (quatro) meses, que indica o montante de recur sos recebidos da 
União e Estado, o valor investido pelo Município de Amargosa, e o detal hamento da 
despesa por função, subfunção e por grupo de despesa, apresentado à Câmara Municipal 
de Amargosa; do Relatório de Gestão que é enviado ao Conselho de Saúde anualmente e 
do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde –SIOPS que é 
preenchido bimestralmente e enviado ao Ministério da Saúde. 
O processamento da despesa no Fundo Municipal de Saúde se dá, como qualquer 
outra despesa pública, integrando a contabilidade geral do Município,pe rmitindo a 
emissão de relatórios individuais para demonstração da origem e  a aplicação dos 
dinheiros movimentados pelo Fundo. 
Para a concretização das ações, e previamente ao processamento d a despesa, 
cumprimos a obrigatoriedade estabelecida no art. 165 da Constituição Federal, que 
estabelece a elaboração das 03 (três) peças orçamentárias que compõe o Orçamento 
Público: o Plano Plurianual –PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentária –LDO e a Lei 
Orçamentária Anual –LOA, sendo este processo de planejamento e orçamento de forma 
ascendente. 
Vale a pena citar que a Lei de Criação do Fundo Municipal de Saúde necessita de 
passar por urgente reformulação, sendo que a mesma está em fase de revisão por parte do 
jurídico e dos conselheiros municipais de saúde.

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3.7 Participação e Controle Social 
 
A Lei Federal número 8142, de vinte e oito de novembro de 1990, publicada após 
a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Lei número 8080, d ispõe sobre a 
participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde, oficializando, em cada 
esfera de governo, duas instâncias colegiadas: a Conferência de Saúd e e o Conselho de 
Saúde. 
O Conselho Municipal de Saúde é regulamentado pela Lei nº 526de 30 de 
setembro de 1991, que necessita revisão com urgência por estar defasa da quando 
comparada com a Lei Complementar nº 141 de 13/01/2012. 
O Conselho Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde  são 
responsáveis pela organização das Conferências Municipais. A partici pação dos 
conselheiros em plenárias de Conselhos de Saúde promove a capacitação continuada dos 
conselheiros de saúde visando o aprimoramento dos mesmos para o efetivo de sempenho 
de suas funções e da articulação entre a gestão municipal da saúde e a sociedade. 
Em Amargosa, temos a “Casa da Cidadania” que estimula e o bom funcionamento 
dos Conselhos de Saúde, que organiza os documentos, atende os conselheiros e líd eres 
das comunidades em geral, elabora requerimentos, convocações, ofícios, r equisições, 
acompanha as pautas, envia documentação aos conselheiros e outros órgãos e publicação 
dos documentos no Diário Oficial do Município e trabalha no sentido de manter sintonia 
com as ações do Conselho Estadual de Saúde e Conselho Nacional de Saúd e através de 
suas resoluções, deliberações e eventos. 
As Conferências de Saúde são importantes oportunidades que a população t em 
para opinar sobre a definição das políticas e programas de saúde, ocorr em a cada quatro 
anos e têm caráter consultivo. 
Os Conselhos de Saúde têm caráter deliberativo, têm a função de  defender os 
interesses de todos nas práticas das políticas de saúde e são eleitos, preferencialmente, 
durante as Conferências de Saúde. São competências do Conselho de Saúde:

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• Fiscalizar o cumprimento da legislação quanto ao direitode todo cidadãoà saúde; 
• Estimular e garantir a realização das Conferências de Saúde; 
• Estimular a composição dos Conselhos Locais, Distritais e o Municipal,durante 
as respectivas Conferências de Saúde; 
• Zelar pela implementação das diretrizes da política municipa l de 
saúdeaprovadas pela Conferência Municipal de Saúde; 
• Atuar na formulação, no acompanhamento, na avaliação e no controle daPolítica 
Municipal de Saúde; 
• Estabelecer estratégias e procedimentos de acompanhamento da gestãodo SUS; 
apreciar, avaliar, aprovar e acompanhar a execução do Plano 
Municipal de Saúde (PMS); 
• Apreciar, avaliar, aprovar e acompanhar a execução da ProgramaçãoAnual de 
Saúde (PAS); 
• Fiscalizar e controlar gastos e deliberar sobre critérios de  movimentaçãode 
recursos da saúde; 
• Analisar, discutir e aprovar o Relatório de Gestão(RAG), com a pr estação de 
contas e informações financeiras; deliberar sobre os programas de  saúde e aprovar 
projetos a serem encaminhados ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Estado da saúde; 
• Fiscalizar a alocação e a aplicação dos recursos financeiros, operacionaise 
humanos destinados aos programas específicos; sugerir e aprovar  aproposta orçamentária 
anual da saúde; 
• Avaliar, aprovar, fiscalizar e acompanhar a celebração de contratos e convênios 
na compra de serviços da rede pública, filantrópica e privada; 
• Avaliar, fiscalizar e acompanhar a qualidade do funcionamento dosserviç os de 
saúde públicos e privados, no âmbito do SUS; receberdenúncias de irregula ridades de 
qualquer natureza relativas aofuncionamento do Sistema Único no âmbito m unicipal, 
solicitar apuraçãoaos setores competentes; encomendar aos departamentos técnicos da

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Secretaria Municipal de Saúde estudo permanente e diagnóstico situacional das condições 
de morbimortalidade da população, a fim de conhecer os principais problem as de saúde 
do município; 
• Apoiar e promover a educação para o controle social. 
No Brasil foram realizadas quatorze Conferências Nacionais de Saúde, no Estado 
de Bahia foram realizadas sete conferências Estaduais de Saúde e no município de 
Amargosa foram realizadas quatro Conferências Municipais de Saúde. 
Os conselheiros têm à sua disposição, uma sala para suas reuniões com estrutura 
necessária para o desempenho de suas atividades. 
A Ouvidoria em Saúde é também um instrumento da democracia partici pativa e, 
em Amargosa funciona na Secretaria de Saúde com o objetivo de buscar e xcelência no 
atendimento aos usuários do SUS municipal, favorecendo o livre acesso d os mesmos, 
para realização de críticas, reclamações, denúncias, sugestões e elogios relativos às ações 
e serviços de saúde. 
O sistema de Ouvidoria é uma ferramenta desenvolvida para registro de demandas 
dos usuários, que são analisadas com a finalidade de conhecer defici ências nos serviços, 
melhorando assim os atendimentos prestados pelos mesmos. Conta com uma sala, com 
equipamentos de informática, mobiliário. 
É acionada pelos usuários do SUS por telefone, whatsapp, e-mail e pessoalmente. 
Além destes, a Secretaria Municipal de Saúde possui acesso a  Ouvidoria Federal e 
Ouvidoria Geral do Município, onde todas as demandas apresentadas são e ncaminhadas 
aos setores responsáveis para providências e apurações. 
É importante ressaltar que alguns técnicos responsáveis pelas respos tas às 
demandas ainda não absorveram como rotina essa atividade e por esse motivo ainda temos 
dificuldades na celeridade das respostas. 
A Ouvidoria realiza um importante trabalho de orientação aos usuári os e 
disseminação de informações necessárias ao exercício do direito à saúde pelo cidadão, 
busca soluções e respostas para os impasses e conflitos identific ados na assistência à

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saúde junto aos diversos setores da Secretaria de Saúde e responde as manifestações dos 
cidadãos. 
Além disso, a Ouvidoria realiza avaliação das informações dec orrentes das 
manifestações da população, colaborando com a gestão na tomada de dec isões e na 
formulação de políticas públicas de saúde, atuando como um importante instr umento de 
gestão.

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CONFERÊNCIA 
MUNICIPAL DE SAÚDE

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7. VII Conferência Municipal de Saúde de Amargosa 
 
A VII Conferência Municipal de Saúde aconteceu nos dias 28 e 29 de maio de 2025, 
na Sede Paroquial Nossa Senhora do Bom Conselho sob o tema “Saúde pública de 
qualidade, por um SUS integrado, efetivo e humanizado!” e contou com a participação 
de 220 pessoas, entre estes, 60 delegados. Estes representantes da  sociedade civil, dos 
trabalhadores do SUS, prestadores de serviço e gestores da saúde de dicaram-se aos 03 
eixos temáticos (Eixo 1: Atenção Primária como coordenadora do cuidado e ordenadora 
do acesso às redes de atenção à saúde ; Eixo 2: Fortalecimento do controle social: os 
desafios da participação popular nos espaços de debate, formulação e  avaliação das 
políticas de saúde; 2.3 Eixo 3: Desafios e estratégias para qualificar o acesso aos serviços 
de saúde, com ênfase na equidade, integralidade e humanização do a tendimento) e 
aprovaram 30 propostas originárias das pré-conferências e discussões em grupo, que irão 
contribuir para a construção das políticas públicas na área da saúde.  
As propostas oriundas da VII Conferência de Saúde foram incluídas  no Plano 
Municipal de Saúde através de metas, indicadores e ações, que serão d esenvolvidos nos 
próximos quatro anos pela Secretaria Municipal de Saúde.  
 
Tabela 07 -  Eixo 1: Atenção Primária como coordenadora do cuidado e 
ordenadora do acesso às redes de atenção à saúde. 
Nº PROPOSTA 
01 Criar uma rede de cuidado integral de adolescentes e jovens (que envolva saúde, 
esporte, educação, assistência social e psicossocial) com o objetivo de reduzir a 
morbimortalidade desse segmento populacional, evitar situações de violaçã o de 
direitos humanos, prevenir violências e promover atenção psicossocial de 
adolescentes e jovens;

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02 Criar turnos adicionais de serviço nas USFs, com o objetivo de atender o público que 
tenha dificuldade de acesso em horário convencional, principalmente os 
trabalhadores do comércio e da indústria em geral, promovendo a atenção integral à 
saúde a esse segmento da população, destinando recursos financeiros para insumos e 
ajustes salariais para as equipes que estarão no horário estendido 
03 Criar cronogramas de atividades em saúde dentro das escolas, para al ém do PSE, 
buscando proporcionar educação em saúde de forma mais continua; 
04 Criar e estabelecer protocolos que visem garantir e normatizar o uso da referência e 
contra-referência entre os níveis de atenção em saúde, facilitando a comunicação  
entre os pontos de atenção da rede, garantindo insumos necessários e em quantidade 
suficiente para atender a necessidade da população;  
05 Realizar feiras de saúde nos bairros, por unidade de saúde, visando ampliar o acesso 
da população às ações e serviços de saúde e fortalecer o vínculo das equi pes com a 
comunidade  
06 Realizar manutenção corretiva e preventiva com mais agilidade nos e quipamentos 
dos estabelecimentos de saúde. 
07 Viabilizar a expansão das USFs de acordo o crescimento populacional do município 
(rural e urbano), promovendo o acesso equânime e evitando/reduzindo a sobrecarga 
da rede de atenção à saúde; 
08 Criar estratégias para ampliar as PICCS regularmente nas Unidades de Saúde; 
09 Criar estratégias para cuidar dos profissionais de saúde 
10 Publicizar, baseado em evidencia, as ações e serviços de saúde para que a população 
conheça o que é ofertado, assim como qual o papel dos profissionais de saúde (re de 
social, carros de som, alto falante, radio) 
OBS: o grupo sinalizou a necessidade de contratar um técnico para controlar a dispensação 
de medicamentos nas unidades

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Tabela 08 -  Eixo 2: Fortalecimento do controle social: os desafios da participação 
popular nos espaços de debate, formulação e avaliação das políticas de saúde.  
Nº PROPOSTA 
01 Promover ações de participação popular social entre a Atenção Básic a e a sua 
comunidade, por meio de implementação dos conselhos locais de saúde, buscando 
assim melhorias locais para a população que vive nesta comunidade. 
02 Fomentar e garantir a Educação Continuada para a População sobre o controle social 
nas ações e serviços de atenção à saúde, estimulando o exercício da cidadania e maior 
corresponsabilização entre usuários e equipes de saúde. 
03 Incentivar e promover a participação das mães neuro divergentes nas i nstâncias do 
Controle Social para lutar pelas ações e serviços de saúde que ate ndam às 
necessidades das pessoas com deficiência. 
04 Estimular a participação dos munícipes nos Conselhos de Saúde, disponibiliz ar a 
agenda mensal das reuniões nos murais das recepções das Unidades Básicas de Saúde 
e utilizar os meios de comunicação local. 
05 Promover educação permanente para os profissionais de saúde visando um 
atendimento humanizado nas redes de saúde. 
06 Divulgar amplamente os serviços da Ouvidoria além de garantir retorno das 
demandas aos usuários e ao Conselho Municipal de Saúde. 
07 Criar ou inserir em projetos existentes no município ações para rei nserção social de 
ex-detentos.  
08 Promover ações de educação continuada em saúde para fortalecer o controle  social, 
por meio de realização de seminários, cursos presenciais e à distância, palestras, rodas 
de conversa, dinâmicas em grupo, audiências públicas e outros instrumentos de  
participação popular.

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09 Promover educação permanente aos trabalhadores e gestores para atuare m no 
atendimento aos usuários, com os insumos/equipamentos necessários, respe itando 
suas diversidades. 
10 Implementar a Lei Municipal 016/2020 que inclui na base curricular do ensino 
fundamental e médio conteúdos/disciplinas a respeito do SUS (fundamentos, 
princípios, diretrizes e participação popular/controle social).  
 
 
 
Tabela 09 -  Eixo 3: Desafios e estratégias para qualificar o acesso aos serviços de saúde, 
com ênfase na equidade, integralidade e humanização do atendimento. 
PROPOSTAS  
01 Adquirir uma nova Unidade Odonto Móvel 
02 Ampliar o número de profissionais que atuam na saúde mental e cognitiva 
(Psicólogos, Psiquiatras, Fonoaudiólogo, Terapeuta Ocupacional e Profissionais  de 
Educação Física), assegurando atendimento com perfil adequado para adultos e 
crianças.  
03 Qualificar, fortalecer e informatizar o Serviço de Regulação Municipal, com foco na 
redução de filas e tempo de espera por atendimentos e procedimentos, garantindo que 
o usuário possa acompanhar online o andamento de sua solicitação e garantindo  
espaço seguro e adequado para acolher usuários da zona rural que precisam pernoitar 
ou aguardar transporte na zona urbana.

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04 Ampliar a quantidade de transporte para qualificar o serviço de transporte (TFD), aos 
pacientes que fazem consulta e/ou tratamento intermunicipal organizando os horários 
de saída mediante o turno (vespertino e matutino) de atendimento, de forma  que a 
assistência seja mais segura e equânime, principalmente para os usuários com 
dificuldade de deslocamento, pessoas obesas e comorbidades mais limitantes. 
05 Estabelecer reuniões periódicas com os representantes dos diversos s etores da rede 
de atenção à saúde (RAS), garantindo fluxos de atendimento e encaminhament os 
entre os componentes da rede, com adoção de protocolos de referência e 
contrarreferência, integração de dados através de sistemas de informação, capacitação 
de equipes de modo a integrar os diferentes níveis de atenção à saúde visando 
fortalecer a RAS. 
06 Ampliar exames, procedimentos e especialidades médicas no município,  
considerando a demanda e as possibilidades de oferta, garantindo a ampliaç ão da 
estrutura física da Policlínica Municipal com a construção de novos 
consultórios/espaços de apoio, visando acomodar novas especialidades ampliando a  
oferta de serviços especializados e diagnósticos para garantir maior integralidade na 
atenção do usuário. 
07 Adaptar os espaços e equipamento dos serviços de saúde para melhorar a 
acessibilidade e inclusão da população obesa, idosos e pessoas com defic iências, 
superando as barreiras físicas e sociais.  
08 Expandir a Atenção Domiciliar na zona rural por meio da ampliação de serviços de 
Fisioterapia e Curativo Domiciliar.

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09 Reorganizar os horários e/ou turnos de funcionamento das USFs de forma a garantir 
aos usuários com dificuldades de acesso aos serviços em horários come rcial, 
assegurando ao profissional de saúde os seus direitos com carga horaria de trabalho 
justa.  
10 Garantir a maior equidade na efetivação da promoção, prevenção e tratamento de 
doenças e agravos da população negra rural.

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MÓDULOS 
OPERACIONAIS

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EIXO I – Fortalecimento da Atenção Básica  
 
DIRETRIZ 01:Acolhimento humanizado, acesso universal e qualificado e aprimoramento na Atenção à Saúde, ampliando a efet ivação e resolutiv idade da 
Atenção Básica.  
OBJETIVO GERAL 01:Efetivar a Atenção Básica enquanto principal porta de entrada do SUS, coordenadora do cuidado e ordenadora de ações e serviços na 
Rede de Atenção à Saúde, utilizando estratégias para a primoramento do acolhimento, do acesso universal e qua lificado e da ass istência prestada. 
OBJETIVO ESPECÍFICO 1.1:Ampliar o acolhimento humanizado e o acesso universal e qualificado na Atenção Básica, com vistas ao fortalecimento 
de vínculos e a longitudinalidade e integralidade do cuidado, favorecendo sua resolutividade.  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta Plano 
(2026- 2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidade 
de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
1.1.1  Fortalecer a 
humanização do 
atendimento nos 
serviços de saúde.  
Projeto de 
acolhimento 
implementado, 
contemplando 
etapas de discussão 
com equipes, 
capacitação inicial, 
definição e 
implementação de 
rotinas e fluxos.  
1 2025  Número 1 1 1 1 1

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Ação Nº 1 - Fortalecer a humanização do atendimento n os serviços de saúde  
Ação Nº 2  – Realizar diagnóstico situacional das boa s práticas no acolhimento atual dos profissionais das linhas de frente dos serviços d e saúde   
Ação Nº 3  - Criar protocolo prático fluxos com linguagem  acessível e foco no atendimento humanizado  
Ação Nº 4 –Realizar formação para as equipes de Saúde d a Família continuada com dinâmica de simulação de a tendimento  
Ação Nº 5 – Realizar Educação em saúde para comunidad e acerca do Protocolo de Classificação de Risco na Atenç ão Básica  
Ação Nº 6 - Implementar rotinas e fluxos nas USF conform e Protocolo de Classificação de Risco na Atenção Básica.  
Ação Nº 7 - Realizar formação continuada com dinâmica d e simulação de atendimento inclusivo  
Ação Nº 8 - Avaliar os resultados através visitas nos serviços de saúde  
1.1.2  Ampliar a resolutividade 
da Atenção Básica.  
Proporção de 
internações por 
condições sensíveis 
à Atenção Básica.  
12,36  2025  Proporção 11,49 11,25 11.03 11,03 11,03 
Ação Nº 1 – Fortalecer ações de promoção da saúde e pre venção de doenças crônicas  
Ação Nº 2 – Retomar e fortalecer o acompanhamento dos p rogramas (hiperdia, pré-natal, etc. ) nas USF; 
Ação Nº 3 – Ampliar os atendimentos na perspectiva mu ltiprofissional e interdisciplinar e utilização do Proje to Terapêutico Singular;  
Ação Nº 4 – Fortalecer a referência e contra referência com  o Hospital Municipal  
Ação Nº 5 - Garantir os métodos contraceptivos Saúde d a Mulher -planejamento familiar nas USFs

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1.1.3  Ampliar acesso para 
atendimento nas 
Unidades de Saúde da 
Família. 
Quantidade de 
unidades 
participantes no 
projeto Acesso 
Avançado  
3 2025  Número 12 10 12 12 12 
Ação Nº 1 - Realizar projeto piloto  
Ação Nº 2 - Avaliar os indicadores  
Ação Nº 3 - Avaliar a satisfação dos usuários  
Ação Nº 4 - Estender o projeto Acesso Avançado para todas as Uni dades  
1.1.4  Viabilizar a expansão 
das USFs de acordo o 
crescimento 
populacional do 
município (rural e 
urbano), promovendo o 
acesso equânime e 
evitando/reduzindo a 
sobrecarga da rede de 
atenção à saúde;  
Número de 
unidades e equipes 
implantadas/ 
ampliadas  
0 2025  Número 2 1 1 - - 
Ação Nº 1: - Realizar territorialização  
Ação Nº 2 – Implantar unidades de saúde de acordo com a necessidade apresentada em territorialização  
Ação Nº 3 – Ampliar equipes de saúde de acordo com a necessidade apresentada em territorialização

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Ação Nº 4 - Ampliar quadro de Agentes Comunitários de S aúde para atuação das áreas descobertas  
1.1.5  Reorganizar os horários 
e/ou turnos de 
funcionamento das 
USFs de forma a 
garantir aos usuários 
com dificuldades de 
acesso aos serviços em 
horários comercial, 
assegurando ao 
profissional de saúde os 
seus direitos com carga 
horaria de trabalho justa. 
Número de 
unidades com 
horário 
diferenciado de 
atendimento 
implantado  
0 2025  Número 10 3 6 8 10 
Ação Nº 1 – Avaliar necessidades de funcionamentos da s USF’s de acordo com suas particularidades  
Ação Nº 2 – Implantar horário de atendimento diferenciado  em USF que apresentaram necessidades e viabilidade  
1.1.6  Garantir a maior 
equidade na efetivação 
da promoção, prevenção 
e tratamento de doenças 
e agravos da população 
negra rural.  
USFs com 
atendimentos 
regulares e 
equipamentos 
adequados para o 
funcionamento  
4 2025  Número  4 4 4 4 4 
Ação Nº 1- Garantir unidades de saúde da zona rural com  equipamentos adequados e abastecimento regular de me dicamentos da RENAME conform e 
disponibilidade de orçamento

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Ação Nº 2 – Garantir a manutenção/implantação de grupo s de promoção à saúde nas USFs da zona rural  
Ação Nº 3 – Capacitar a equipe sobre letramento racial e  cultura local.  
1.1.7  Ampliar a oferta de 
atendimento 
multiprofissional.  
Número absoluto 
de profissionais 
atuando na equipe 
multiprofissional.  
10 2025  Número 13 12 13 13 13 
Ação Nº 1 – Contratar profissional psicólogo infantil  
Ação Nº 2 – Contratar profissional fonoaudiólogo  
Ação Nº 3 – Contratar profissional terapeuta ocupacional  
1.1.8  Assegurar a 
resolubilidade da Saúde 
Bucal na Atenção 
Básica. 
Cobertura da 
Equipe de Saúde 
Bucal. 
100,00 2025  Percentu
al 
91,66  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Dar continuidade a triagem de saúde bucal  realizada pelo CEO para os usuários do CAPS.  
Ação Nº 2 - Garantir estrutura física e equipamentos  
Ação Nº 3 – Realizar manutenção preventiva e corretiva d os equipamentos  
Ação Nº 4 – Aderir a 01 Equipe de Saúde Bucal  
1.1.9 Ampliar as 
especialidades ofertadas 
pelo Centro de 
Número absoluto 
de especialidades 
do CEO. 
4 2025  Número 5 4 4 5 5

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Especialidades 
Odontológicas (CEO).  
Ação Nº 1 – Realizar manutenção dos profissionais espec ialistas com perfil para atuação no CEO  
Ação Nº 2 – Realizar manutenção do funcionamento dos c onsultórios odontológicos do CEO  
Ação Nº 3 - Contratar odontopediatra  
1.1.10 Assegurar a cobertura 
populacional no serviço 
de prótese dentária.  
Número absoluto 
de próteses 
dentárias 
realizadas.  
321 2025  Número 400 350 380 400 400 
Ação Nº 1 – Realizar manutenção do funcionamento do se rviço de prótese dentária  
1.1.11 Fortalecer o pré-natal 
odontológico na 
Atenção Básica.  
Proporção de 
gestantes com 
atendimento 
odontológico 
realizado.  
71% 2025  Proporç
ão 
90% 75% 80% 85% 90% 
Ação Nº 1 - Realizar educação em saúde nos grupos de p ré-natal e salas de espera.  
Ação N º 2 – Realizar atendimento das gestantes que fa zem pré-natal na rede  
1.1.12  Fortalecer os grupos na 
USF, com vistas a 
promoção da saúde e 
prevenção de doenças e 
agravos relacionados à 
Número absoluto 
de grupos 
implementados nas 
USF’s. 
9 2025  Número 24 10 13 18 24

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saúde, adquirindo 
insumos e materiais para 
realização dos grupos.  
Ação Nº 1 – Realizar programação oportuna dos insumos e materiais necessários para implementação das ações  
Ação Nº 2 – Participar da construção e execução da Age nda de Datas Comemorativas Relacionadas à Saúde  
Ação Nº 3 - Fomentar a criação de Conselhos Locais de Saúde  
Ação Nº 4 – Implantar os grupos  
1.1.13  Criar uma rede de 
cuidado integral de 
adolescentes e jovens 
(que envolva saúde, 
esporte, educação, 
assistência social e 
psicossocial) com o 
objetivo de reduzir a 
morbimortalidade desse 
segmento populacional, 
evitar situações de 
violação de direitos 
humanos, prevenir 
violências e promover 
atenção psicossocial de 
adolescentes e jovens;  
Parcerias 
intersetoriais 
(Secretaria de 
Educação e 
assistência social e 
superintendência de 
esporte) 
2 2025  Número  3 3 3 3 3

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Ação Nº 1 – Fortalecer parcerias junto às escolas para p romoção da saúde e ampliação do vínculo da equipe de  Saúde da Família com o adole scente.  
Ação Nº 2 – Firmar parcerias com a diretoria da juventude  
Ação Nº 3 - Fortalecer vínculo com o CAPS e ampliar parc erias com a Secretaria de Esporte e Cultura  
1.1.14  Fortalecer as ações de 
educação em saúde 
voltadas para promoção 
da saúde e prevenção de 
doenças e agravos 
relacionados à saúde, 
adquirindo insumos e 
materiais para realização 
de atividades de 
educação em saúde.  
Número absoluto 
de registros em 
ficha de Atividades 
Coletivas 
relacionadas a 
atividades de 
educação em saúde. 
451 2025  Número 455 455 455 455 455 
Ação Nº 1 – Realizar programação oportuna dos insumos e materiais necessários para implementação das ações  
Ação Nº 2 – Participar da construção e execução da Age nda Anual de Datas Comemorativas Relacionadas à Saúde  
Ação Nº 3 - Realizar programação por USF das ações de ed ucação em saúde com meta mensal  
Ação Nº 4 – Aprimorar os registros das atividades de edu cação em saúde desenvolvidas  
1.1.15  Criar cronogramas de 
atividades em saúde 
dentro das escolas, para 
além do PSE, buscando 
proporcionar educação 
Cronograma criado  1 2025  Número  1 1 1 1 1

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em saúde de forma mais 
continua;
 
Ação Nº 1 – Realizar programação oportuna dos insumos e materiais necessários para implementação das ações  
Ação Nº 2 – Participar da construção e execução da Age nda Anual de Datas Comemorativas Relacionadas à Saúde  
Ação Nº 3 - Realizar programação por USF das ações de ed ucação em saúde com meta mensal  
Ação Nº 4 – Firmar parcerias com as escolas de tempo in tegral  
1.1.16  Criar estratégias para 
ampliar as PICS 
regularmente nas 
Unidades de Saúde;
 
Número de 
unidades com 
atendimento em 
PICS. 
1 2025  Número 5 3 4 5 5 
Ação Nº 1 – Implementar projeto de cuidado aos usuários  
Ação Nº 2 – Realizar programação oportuna dos insumos e materiais necessários para implementação das ações  
Ação Nº 3 – Confeccionar cronograma de atendimento nas u nidades  
1.1.17 Realizar semana do bebê 
+ Semana de Incentivo à 
Amamentação.  
Número absoluto 
de unidades de 
saúde que realizam 
a semana do bebê 
realizada + Semana 
de Incentivo à 
Amamentação.  
12 2025  Número 12 12 12 12 13

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϳϬ 
  
Ação Nº 1 - Realizar Semana de Incentivo à Amamentação: Educação em saúde nos grupos de gestante; Sala de espera acerca da temática nas USF; Ações de 
educação em saúde no serviço de parto e durante as visitas de vinculação; Sala de espera na Policlínica municipal nos dias de atendimento com obstetra e/ou 
pediatra; Educação em saúde nos grupos de gestante.  
Ação Nº 2 - Participar na realização da Semana do Bebê junto ao Selo Unicef: Realização de educação em saúde nas USF; Palestras com a equipe local, mural 
explicativo, folder explicativo com o tema da campanha; Sala de espera com gestantes e acompanhantes que estiverem no serviço apoio a puérpera quanto à 
realização do aleitamento materno; Atividades de educ ação em saúde nas USF.  
Ação Nº 3 - Dialogar com o Hospital Municipal sobre o  fornecimento de fórmula  
Ação Nº 4 - Padronizar as visitas de vinculação, send o realizada no segundo trimestre  
1.1.18 Aumentar a razão de 
exames citopatológicos 
do colo do útero em 
mulheres de 25 a 64 
anos e a população 
feminina da mesma 
faixa etária.  
Razão de exames 
citopatológicos do 
colo do útero em 
mulheres de 25 a 
64 anos e a 
população feminina 
da mesma faixa 
etária. 
0,33 2025  Razão 0,40 0,33 0,35 0,37 0,40 
Ação Nº 1 - Realizar ações alternativas para assegurar o acesso, a exemplo horário alternativo em USF conforme de manda.  
Ação Nº 2 - Intensificar busca ativa de mulheres na faixa etária de risco para realização do exame citopatológi co conforme rastreamento d o CA de colo do 
útero. 
Ação Nº 3 - Realizar educação permanente com os ACS ace rca do tema para auxiliar na captação dessas mulheres  
Ação Nº 4 – Garantir estrutura e equipamentos para a real ização da coleta

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ϳϭ 
  
1.1.19 Fortalecer a estratégia 
do Rastreamento do 
Câncer de Mama na 
Atenção Básica  
Número de ações 
relacionadas ao 
Outubro Rosa.  
12 2025  Número 12 12 12 12 13 
Ação Nº 1 - Realizar evento no Outubro Rosa, ampliando o acesso as mulheres a promoção da saúde e prevenção d e doenças e agravos, com açõ es 
direcionadas a saúde da mulher  
Ação Nº 2 – Firmar parceria com o setor de regulação municipal para ampliação do acesso à mamografia, ginecol ogista e/ou USG mamária no p eríodo de 
realização de ações estratégicas.  
1.1.20 Assegurar o acesso ao 
acompanhamento do 
pré-natal de maneira 
qualificada na Atenção 
Básica. 
Proporção de 
gestantes com pelo 
menos 06 (seis) 
consultas pré-natal 
realizadas, sendo a 
1ª até a 12ª semana 
de gestação.  
43,48  2025  Percentu
al  
75,00  50,00  75,00  75,00  75,00  
Ação Nº 1 – Realizar visitas de vinculação ao Serviço de Parto Normal regularmente.  
Ação Nº 2 - Realizar diagnóstico de gravidez de maneira oportuna e intensificação da busca ativa de gestantes no período da 1ª a 12ª semana de gestação para 
início oportuno do pré-natal.  
Ação Nº 3 – Realizar pelo menos 03 consultas odontoló gicas durante a gestação.  
Ação Nº 4 - Realizar educação permanente acerca do Pré-n atal para os profissionais da Atenção Básica.  
Ação Nº 5 - Garantir testes rápidos de gravidez na USFs  
1.1.21 Assegurar a prevenção 
da transmissão vertical 
Proporção de 
gestantes com 
83,00  2025  Proporç
ão 
100,00  90,00  100,0
0 
100,00 100,00

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da sífilis e do HIV , a 
partir da realização de 
exames de maneira 
oportuna no pré-natal.  
realização de 
exames para sífilis 
e HIV . 
Ação Nº 1 - Realizar testagem para sífilis e HIV no pré-n atal conforme orientação do Ministério da Saúde.  
1.1.22 Fortalecer o 
acompanhamento ao 
portador de Hipertensão 
Arterial Sistêmica na 
Atenção Básica.  
Proporção de 
pessoas com 
hipertensão, com 
consulta e pressão 
arterial aferida no 
semestre. 
15,00  2025  Proporç
ão 
75,00  50,00  60,00  65,00  75,00  
Ação Nº 1 – Realizar salas de espera nas USF + Educaçã o em saúde nos grupos voltados para hipertensos e diab éticos.  
Ação Nº 2 – Elaborar protocolo de enfermagem para atenção  ao portador de Hipertensão Arterial  
Ação Nº 3 - Implementar grupos acerca das complicações relacionadas ao HAS e dos hábitos saudáveis de vida  
Ação Nº 4 – Garantir medicamentos para HAS  
1.1.23 Fortalecer o 
acompanhamento ao 
portador de Diabetes 
Mellitus na Atenção 
Básica. 
Proporção de 
pessoas com 
diabetes, com 
consulta e 
hemoglobina 
glicada solicitada 
no semestre.  
33,00  2025  Proporç
ão 
75,00  50,00  60,00  65,00  75,00

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Ação Nº 1 – Realizar salas de espera nas USF + Educaçã o em saúde nos grupos voltados para hipertensos e diab éticos.  
Ação Nº 2 - Implementar grupos acerca das complicações relacionadas ao DM e dos hábitos saudáveis de vida.  
Ação Nº 3 - Realizar oficinas nos grupos acerca das comp licações relacionadas ao DM e dos hábitos saudáveis de vida.  
Ação Nº 4 - Elaborar protocolo de enfermagem para atenção  ao portador de Diabetes Mellitus.  
Ação Nº 5 – Garantir medicamentos para DM e de insulin a NPH e regular  
Ação Nº 6 – Realizar educação permanente para os profissi onais  
1.1.24  Intensificar ações em 
Saúde do Homem.  
Percentual de 
USF’s que 
realizaram o 
Novembro Azul.  
91,67  2025  Percentu
al 
100,00  100,00 100,0
0 
100,00 100,00 
Ação Nº 1 - Realizar ações de promoção da saúde relacionadas à Saúde do Homem, com vistas a ampliação da autonomia do homem no cuidado à saúde e a 
ampliação do vínculo junto à USF.  
Ação Nº 2 – Firmar parcerias junto à regulação municipal para ampliação do acesso à exames direcionados à s aúde do homem durantes ações estratég icas 
desenvolvidas pelas USF.  
Ação Nº 3 - Intensificar ações intersetoriais  
Ação Nº 4 – Padronizar a solicitação do exame PSA para  homens acima de 40 anos  
1.1.25  Assegurar convênios 
com instituições de nível 
técnico e superior.  
Número absoluto 
de convênios com 
instituições de nível 
técnico e superior.  
3 2025  Número 3 3 3 3 3

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Ação Nº 1 - Realizar convênios com instituições de ní vel técnico e superior  
1.1.26  Implantar formação 
continuada para os 
médicos da AB  
Cronograma anual 
de 
capacitações/forma
ções  
01 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Realizar atualização e aprimoramento de conhecimentos e habilidades de áreas específicas da medicina pelos médicos especialistas que atuam no 
município (cardiologista, obstetra, endocrinologista e neurologista)  
Ação Nº 2 - Construir protocolos de encaminhamento médi cos  
1.1.27  Criar estratégias para 
cuidar dos profissionais 
de saúde  
Cronograma anual 
de atividades para 
os profissionais de 
saúde  
1 2025  1 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Manter o programa Te Quero Bem  
Ação Nº 2 – Manter a parceria com o PET Saúde  
Ação Nº 3 – Avaliar as necessidades de saúde dos serv idores para a programação de novos projetos  
OBJETIVO Nº 1.2  - Qualificar a mobilidade, infraestrutura física e tecnol ógica da Atenção Básica, melhorando as condições de tr abalho e do 
acolhimento nos serviços prestados, bem como sua agil idade e resolutividade.  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-78-
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EXECUTIVO
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ϳϱ 
  
1.2.1  Garantir investimentos, 
aquisição de 
equipamentos e material 
permanente para APS  
Proporção de 
unidades de saúde 
com inventário de 
materiais 
permanentes e 
equipamentos 
satisfatório para 
funcionamento  
80% 2021  Porcenta
gem 
100% 80% 80% 90% 100% 
Ação 1: Realizar levantamento detalhado do inventário existente nos serviços de saúde, incluindo estado de conservação, prazo s de validade e necessidades 
prioritárias.  
Ação 2: Identificar fontes de recurso: orçamento público re gular, emendas parlamentares e financiamento de programa s de saúde .  
Ação 3: Aquisição de equipamentos e materiais permanentes, incluindo odontológicos, além de materiais de consumo, de acordo com a necessidade de cada 
setor.  
Ação 4: Realizar reformas e/ou melhorias estruturais nas US F. 
Ação 5: Adquirir uma Unidade odontológica Móvel  
1.2.2  Garantir custeio e 
realização das ações de 
promoção e prevenção 
em saúde  
Utilização do 
recurso financeiro 
destinado para as 
ações vinculadas  
100% 2021  Porcenta
gem 
100% 100% 100
% 
100% 100% 
Ação 1: Criar estratégias de busca ativa para vacinação e controle de doenças transmissíveis  
Ação 2: Adquirir acessórios e suporte digital necessário s a fim de contribuir para a qualificação do cuidado na APS 
Ação 3: Intensificar ações de cuidado integral e apoio à autonomia da pessoa idosa

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-79-
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ϳϲ 
  
Ação 4: Capacitar os profissionais da APS com o intuito  de melhorar a assistência integral à saúde da criança  
Ação 5: Criar estratégias de rastreamento e controle de co ndições crônicas  
Ação 6: Intensificar ações de Práticas Integrativas e Comp lementares em Saúde - PICS  
Ação 7: Intensificar ações de prevenção e promoção da as sistência integral a saúde da mulher  
Ação 8: Mapear fontes de financiamento (orçamento próprio,  emendas, parcerias) e alinhar com cada ação.  
1.2.3  Garantir infraestrutura 
adequada nas Unidades 
de Saúde da Família.  
Número absoluto 
de USF’s 
reformadas/ 
ampliadas ou 
construídas.  
0 2025  Número 12 4 4 4 4 
Ação Nº 2 - Realizar manutenção da estrutura física das Unidades de Saúde  
Ação Nº 3 – Construir as sedes das USFs Catiara 1 e Jequ itibá 
Ação Nº 4 - Implantar sistema de energia solar nas unid ades de saúde   
1.2.4  Construir uma USF no 
loteamento Tropical 
Center 
USF construída   2025  Número 1 - - 1 1 
Ação 1 - Realizar territorialização para definir a populaçã o adscrita  
Ação 2 - Aderir ao PAC Saúde  
Ação 3 - Adquirir o terreno

Quarta-feira
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ϳϳ 
  
Ação 4 - Encaminhar projeto para Ministério da Saúde  
Ação 5 - Realizar licitação para empresa construtora  
Ação 6 - Acompanhar a construção e a conclusão da obra  
1.2.5  Ampliar estrutura física 
da USF São Roque para 
o funcionamento de 
duas equipes de saúde  
Estrutura física da 
USF São Roque 
ampliada para o 
funcionamento de 
duas ESF 
0 2025  Número - - 1 1 1 
Ação 1 - Aderir a nova equipe no E-Gestor  
Ação 2 - Reformar e ampliar a Unidade de Saúde  
Ação 3 – Realizar a territorialização da área adscrita para  as duas USF  
Ação 4 - Readequar a planta Unidade de Saúde  
Ação 5 - Contratar os profissionais para a nova equipe  
1.2.6  Realizar manutenção 
corretiva e preventiva 
com mais agilidade nos 
equipamentos dos 
estabelecimentos de 
saúde
 
Número absoluto 
de contrato com 
empresa s para 
serviços de 
manutenção 
preventiva e 
corretiva dos 
equipamentos 
 
3 2025  Número 3 3 3 3 3

Quarta-feira
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Ano IX • Edição Nº 4709
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Ação Nº 1 – Elaborar cronograma para aprimoramento da manu tenção preventiva e corretiva  
Ação Nº 2 – Realizar licitação com empresas responsávei s em realizar a manutenção preventivas e corretivas dos equipamentos  
1.2.7  Ampliar e assegurar a 
infraestrutura 
tecnológica dos serviços 
de saúde da Atenção 
Básica. 
Número absoluto 
de serviços de 
saúde da Atenção 
Básica 
informatizados.  
12 2025  Número 13 12 12 12 13 
Ação Nº 1 – Garantir o acesso a infraestrutura tecnológic a dos serviços de saúde da Atenção Básica  
Ação Nº 2 - Implantar câmeras de monitoramento em todas  as USFs 
1.2.8  Implantar o Telessaúde 
de maneira efetiva nas 
USF'S 
Número absoluto 
de unidades de 
saúde com as salas 
equipadas para o 
funcionamento do 
telessaúde  
0 2025  Número  4 - 4 4 4 
Ação Nº 1 – Aderir ao PAC Saúde para equipar as salas de  atendimento  
Ação Nº 2 - Reunir com a equipe da Telessáude SESAB pa ra capacitação das equipes  
Ação Nº 3 - Adquirir os equipamentos necessários para o  funcionamento do programa  
Ação Nº 4 - Treinar as equipes para a utilização dos e quipamentos  
1.2.9  Garantir meio para 
deslocamento oportuno 
Número absoluto 
de veículos 
2 2025  Número 1 - - 1 1

Quarta-feira
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ϳϵ 
  
dos profissionais de 
saúde para execução das 
ações e atividades 
relacionadas à Atenção 
Básica. 
adquiridos para 
prestação de 
serviços à Atenção 
Básica. 
Ação Nº 1 - Aquirir e/ou locar veículo novo para prestaç ão de serviços na Atenção Básica  
1.2.10  
 
Adquirir uma UOM 
(Unidade Odontológica 
Móvel) 
Número absoluto 
de UOM  
0 2025  Número  01 - - 1 1 
Ação Nº 1 – Aderir ao PEC Saúde  
Ação 2 – Realizar a adesão da Nova Equipe no E-Gestor   
Ação 3 – Contratar os profissionais necessários para compo r a equipe de trabalho  
1.2.11 Aderir equipe de saúde 
bucal – ESB para USF 
Correntina.  
ESB implantada na 
USF Correntina 
00 2025  Número 
absoluto 
01 1 1 1 1 
Ação 1 – Realizar a adesão da nova equipe no E-Gestor  
Ação 2 – Contratar dentista e auxiliar de saúde bucal  
1.2.12 Ampliar o quantitativo 
de USF’s com sede 
própria.  
Percentual de USF 
sem locação de 
sede. 
91,70  2025  Percentu
al 
100,00  91,70  91,70 100,00 100,00  
Ação Nº 1 - Construir a sede própria da USF Catiara 1

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϴϬ 
  
Ação Nº 2 - Construir a sede da USF Jequitibá  
DIRETRIZ Nº 2 - Eficiência na assistência farmacêutica, com  consolidação de vínculos entre os serviços e a popu lação, acesso qualificado a 
assistência terapêutica e a promoção, proteção e recupe ração da saúde.  
OBJETIVO Nº 2.1  - Aprimorar a logística e infraestrutura da assistência farmacêutica municipal, promovendo, além do acesso qu alificado a 
assistência terapêutica, o uso racional dos medicamento s. 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
2.1.1  Capacitar/ Atualizar os 
recursos humanos para 
atuação na rede de 
assistência farmacêutica. 
Número absoluto 
de 
capacitação/atualiz
ação para atuação 
na rede de 
assistência 
farmacêutica.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Realizar capacitação de recursos humanos pa ra atuação na assistência farmacêutica.  
2.1.2  Assegurar a utilização 
do HÓRUS na Central 
de Assistência 
Farmacêutica e na USF. 
Percentual de USF 
e Central de 
Assistência 
Farmacêutica que 
utilizam o sistema 
HÓRUS. 
- 2025  - 100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
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-84-
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ϴϭ 
  
Ação Nº 1 - - Realizar supervisão, acompanhamento, monitoramento e avaliação do farmacêutico em relação à ut ilização adequada do HÓRUS pela s USF. 
2.1.3  Sensibilizar a população 
acerca da importância 
do uso racional dos 
medicamentos.  
Percentual de 
USF’s com 
atividades de 
educação em saúde 
acerca da temática: 
Uso racional dos 
medicamentos.  
0,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 - Realizar educação em saúde acerca da temát ica: Uso racional dos medicamentos  
Ação Nº 2 – Realizar salas de espera sobre o tema  
2.1.4  Participar de eventos, 
palestras e capacitações 
na Região de Saúde.  
Percentual de 
participação em 
eventos, palestras e 
capacitações na 
Região de Saúde.  
100,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Participar de eventos, palestras e capacit ações na Região de Saúde.  
2.1.5  Alimentar o SIGAF 
(Sistema de Informação 
de Gerenciamento da 
Assistência 
Farmacêutica 
Municipal). 
Número absoluto 
de alimentação do 
SIGAF (Sistema de 
Informação de 
gerenciamento da 
Assistência 
12 2025  Número 12 12 12 12 12

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϴϮ 
  
Farmacêutica 
Municipal). 
Ação Nº 1 – Alimentar o SIGAF (Sistema de Informação de G erenciamento da Assistência Farmacêutica)  
2.1.6  Executar a contrapartida 
municipal (CIB nº 
49/2015).  
Percentual de 
execução da contra 
partida municipal 
(CIB 49/2015).  
100,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Executar a contrapartida municipal (CIB nº 49 /2015)  
2.1.7  Prestar contas referente 
à execução da 
Contrapartida com 
Componente Básico da 
Assistência 
Farmacêutica.  
Percentual de 
prestação de conta 
referente à 
execução da 
contrapartida.  
100,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Realizar prestação ode contas referente à exe cução da Contrapartida com Componente Básico da Assistên cia Farmacêutica.  
2.1.8  Adquirir e manter 
Alvará Sanitário da 
Central de 
Abastecimento 
Farmacêutico.  
Número absoltuto 
de Alvará Sanitário 
para Central de 
Abastecimento 
Farmacêutico.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Adquirir e manter o Alvará Sanitário da Centra l de Abastecimento Farmacêutico

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϴϯ 
  
2.1.9  Formar uma Comissão 
de Farmácia e 
Terapêutica. 
Número absoluto 
de portaria 
nomeando a 
Comissão de 
Farmácia e 
Terapêutica e a ata 
da última reunião 
da comissão.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Construir uma Comissão de Farmácia e Terapêut ica. 
DIRETRIZ Nº 3 - Consolidação do Sistema Municipal de Vigilância em Saúde, com vistas à redução dos riscos e  agravos à saúde da população e 
comunidade. 
OBJETIVO Nº 3.1  - Potencializar a identificação e prevenção dos agravos provenientes dos riscos biológicos, sociais e ambien tais, a partir do 
desenvolvimento de ações integradas no âmbito da vigilância ambiental, sanitária, epidemiológica e de saúde do trabalhador, com vistas à promoção e 
proteção à saúde, controle de riscos e prevenção de d oenças e agravos.  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano 
(2026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
3.1.1  Detectar oportunamente 
os eventos de saúde 
pública e realizar 
medidas de prevenção e 
controle previstos para 
todas as doenças e 
agravos que são de 
Proporção de casos 
de doenças de 
notificação 
compulsória 
imediata (DNCI) 
encerrados em até 
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϴϰ 
  
notificação compulsória 
imediata. 
60 dias após 
notificação.  
Ação Nº 1 - Dar continuidade das ações de proteção e prevenção no que tange as doenças endêmicas, epidêmi cas e pandêmicas  
Ação Nº 2 – Efetivar o fluxo de retorno das informações da Vigilância em saúde voltadas às doenças de transmissão através de regulamentação e sensibilização 
dos profissionais de saúde da rede  
Ação Nº 3 – Monitorar a cobertura vacinal de crianças, a dultos e idosos  
3.1.2  Assegurar vigilância em 
saúde de maneira ativa, 
através do 
monitoramento e 
investigação dos surtos e 
demais emergências em 
saúde pública.  
Percentual de 
surtos de doenças 
transmissíveis e 
demais 
emergências em 
saúde pública 
investigados.  
100,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 2 - Promover as ações de prevenção e controle dos surtos e demais emergências de saúde, intensificar as ações de vigilância em saúde por meio das 
notificações, investigações, acompanhamento dos casos e busca ativa, além da realização de educação perma nente para os profissionais de saúde da rede  
3.1.3  Elaborar um Plano 
Municipal Multirrisco 
intersetorial de 
Preparação e Resposta 
para Emergência em 
Saúde Pública.  
Número absoluto 
de Plano Municipal 
Multirrisco 
intersetorial de 
Preparação e 
Resposta para 
Emergência em 
Saúde Pública 
elaborado.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϴϱ 
  
Ação Nº 1: Criar uma comissão intersetorial para a elaboração do plano municipal Multirrisco intersetorial de Pre paração e Resposta para Emergência em 
Saúde Pública.  
Ação Nº 1 – Elaborar o Plano Municipal Multirrisco Inters etorial de Preparação e Resposta para Emergência em Saúde  Pública.  
3.1.4  Aprimorar a vigilância 
dos eventos de grande 
massa. 
Número absoluto 
de plano municipal 
direcionado para o 
desenvolvimento 
de eventos de 
grande massa nas 
fases pré, durante e 
pós-evento.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Elaborar o plano municipal direcionado para  o desenvolvimento de eventos de grande massa nas fas es pré, durante e pós evento.  
3.1.5  Qualificar o 
gerenciamento do risco 
sanitário de serviços e 
produtos  
Número absoluto 
de qualificações 
ofertadas para os 
profissionais  
1 2025  Número  4 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Capacitar os profissionais da VISA  
Ação Nº 2: Contratar enfermeiro para as inspeções nos serviços de saúde  
3.1.6  Aprimorar a qualidade 
das informações 
relativas às causas de 
mortalidade.  
Proporção de 
registro de óbitos 
com causa básica 
definida.  
88,70  2025  Proporç
ão 
88,70  88,70  88,70 88,70  88,70  
Ação Nº 1 – Intensificar monitoramento das investigações de óbito s com causa básica mal definida

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-89-
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Ação Nº 2 – Sensibilizar os profissionais médicos quanto o preenchimento adequado das possíveis causas básicas ou ou tras condições signif icativas que 
contribuíram para o óbito  
3.1.7  Reativação do Programa 
de Combate a 
Esquistossomose a nível 
municipal.  
Número absoluto 
do programa de 
combate a 
esquistossomose 
reativado  
0 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Contratar quatro Agentes Comunitários de Endem ias - ACE 
Ação Nº 2: Adquirir equipamentos e materiais (laminas, coletore s, microscópio, reagentes, etc)  
Ação Nº 3: Adquirir veículo para o transporte dos ACE  
3.1.8  Ampliar a cobertura do 
serviço de endemias 
para os distritos  
Número de ACE 
contratados para 
atuar nos distritos  
0 2025  Número  3 3 0 0 0 
Ação Nº 1: Contratar três Agentes Comunitários de Endemias - ACE  
Ação Nº 2: Adquirir veículo para o transporte dos ACE  
Ação Nº 3: Adquirir equipamentos e materiais  
3.1.9  Aprimorar a atenção 
prestada ao portador de 
hanseníase.  
Proporção de cura 
dos casos novos de 
hanseníase 
diagnosticados nos 
anos das coortes.  
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-90-
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Ação Nº 1 - Realizar salas de espera nas USF  
Ação Nº 2 - Realizar formação acerca da temática HANS  
Ação Nº 3 – Promover saúde através das redes sociais  
Ação Nº 4 – Realizar testagem dos contatos dos casos de HANS mu ltibacilar  
Ação Nº 5 – Realizar exames dos contatos intradomiciliares  
3.1.10  Aprimorar a atenção 
prestada ao portador de 
tuberculose pulmonar.  
Proporção de cura 
de casos novos de 
tuberculose 
pulmonar com 
confirmação 
laboratorial.  
75,00  2025  Proporç
ão 
75,00  75,00  75,00 75,00  75,00  
Ação Nº 1 – Realizar busca ativa dos sintomáticos resp iratórios em parceria com as USFs  
Ação Nº 2 – Realizar salas de espera nas USFs acerca da  temática tuberculose.  
Ação Nº 3 - Realizar salas de espera SAE acerca da temá tica tuberculose  
Ação Nº 4 - Ampliar o rastreio de ILTB (Infecção Latente pe lo Mycobacterium Tuberculosis)  
Ação Nº 5 - Realizar busca ativa de contatos examinad os de casos novos de TB com confirmação laboratorial  
Ação Nº 6 - Elaborar Cards/vídeos trazendo sintomas, flux o de atendimento no serviço municipal  
Ação Nº 7 - Realizar educação permanente acerca da temá tica Tuberculose.

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
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ϴϴ 
  
Ação Nº 8 - Divulgar em rádio sobre TB (Campanha de comba te à tuberculose).  
Ação Nº 9 – Monitorar os casos através das fichas de ac ompanhamento mensal  
Ação Nº - Instituir TDO nos casos em critério de vulnerabilidade  
3.1.11 Diagnosticar 
precocemente a infecção 
do HIV em portadores 
de tuberculose, com 
vistas ao tratamento 
precoce, devido à 
magnitude e as sérias 
implicações da 
coinfecção TB/HIV . 
Proporção de 
realização de 
testagem para HIV 
entre os casos 
novos de 
tuberculose.  
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 - Garantir testagem de HIV entre os casos nov os de tuberculose no primeiro atendimento.  
Ação Nº 2 – Realizar educação permanente acerca da temá tica Tuberculose.  
3.1.12  Investigar e examinar os 
contatos de Tuberculose, 
com vistas ao controle 
da doença, através da 
identificação dos casos 
de tuberculose ativa e 
interrupção da cadeia de 
transmissão da doença, 
Proporção de 
contatos 
examinados de 
casos novos 
Tuberculose.  
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-92-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
Diário Oficial do
EXECUTIVO
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ϴϵ 
  
por meio do tratamento 
precoce.  
Ação Nº 1 – Realizar educação permanente acerca da temá tica Tuberculose.  
Ação Nº 2 - Realizar busca ativa de contatos examinad os de casos novos de TB com confirmação laboratorial  
3.1.13  Assegurar as ações de 
vigilância voltadas para 
prevenção da sífilis 
congênita em menores 
de um ano de idade.  
Número absoluto 
de casos novos de 
sífilis congênita em 
menores de um ano 
de idade.  
0 2025  Número 0 0 0 0 0 
Ação Nº 1 – Realizar testagem para sífilis no pré-natal conforme orientação do Ministério da Saúde  
Ação Nº 2 – Realizar sala de espera nas USF  
Ação Nº 3 – Realizar sala de espera nos grupos de gesta ntes 
Ação Nº 4 – Realizar ações de incentivo à testagem ráp ida 
Ação Nº 5 – Realizar sala de espera no SAE  
Ação Nº 6 – Realizar busca ativa e testagem dos parcei ros  
Ação Nº 7 – Realizar educação permanente com as equipe s de saúde  
3.1.14  Assegurar as ações de 
vigilância voltadas para 
prevenção da AIDS em 
menores de 05 anos.  
Número de casos 
novos de aids em 
menores de 5 anos. 
0 2025  Número 0 0 0 0 0

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-93-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
Diário Oficial do
EXECUTIVO
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ϵϬ 
  
Ação Nº 1 – Garantir testagem para HIV no pré-natal confo rme orientação do Ministério da Saúde.  
Ação Nº 2 – Realizar notificações de HIV em gestantes.  
Ação Nº 3 – Garantir encaminhamento, tratamento e acom panhamento dos casos de HIV em gestantes.  
3.1.15  Fortalecer a parceria 
entre o setor de 
imunização e o SAE- 
Amargosa, com vistas à 
garantia do acesso a 
imunização pelos 
usuários do serviço.  
Número absoluto 
de fluxo municipal 
de imunização para 
os usuários do SAE 
- Amargosa 
elaborado e 
implementado.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Realizar manutenção do fluxo municipal de imunização para os usuários do SAE - Amargosa  
Ação Nº 2 – Intensificar a avaliação do cartão de vacin a no SAE Amargosa  
3.1.16  Intensificar as ações de 
imunização para 
proteção contra as 
doenças 
imunopreveníveis.  
Proporção de 
crianças de 01 (um) 
ano de idade 
vacinadas na APS 
contra Difteria, 
Tétano, 
Coqueluche, 
Hepatite B, 
infecções causadas 
por 
HaemophilusInflue
95,00  2025  Proporç
ão 
95,00  95,00  95,00 95,00  95,00

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-94-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
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ϵϭ 
  
nzae tipo b e 
Poliomielite 
Inativada.  
Ação Nº 1 – Intensificar as salas de espera nas USF acerca da importância da atualização dos cartões de vaci na, durante a Semana Mundial da Imunização  
Ação Nº 2 - Realizar estratégias de busca ativa vacina l por parte das equipes das USFs (enfermeiros e ACS) na bus ca ativa de faltosos  
Ação Nº 3 – Realizar estratégias de busca ativa vacina l, com a realização de mutirões realizados de maneira b imestral, a partir do monitoramento e dos 
relatórios de faltosos, disponibilizados pelo sistema de informação  
Ação Nº 4 - Realizar estratégias de busca ativa vacinal, a partir de parcerias com a SEMED para atualização dos cartões de vacina dos alu nos nas escolas da 
rede municipal  
Ação Nº 5 – Ampliar a busca ativa nas escolas particu lares para intensificação da atualização dos cartões de  vacina  
3.1.17  Ampliar as coberturas 
vacinais das vacinas 
propostas pelas 
Campanhas Nacionais 
de V acinação (Pólio, 
Influenza, Antirrábica).  
Número absoluto 
de metas 
alcançadas em 
Campanhas 
Nacionais de 
V acinação (Pólio, 
Influenza, 
Antirrábica). 
2 2025  Número 3 3 3 3 3 
Ação Nº 1 – Realizar salas de espera na Policlínica ac erca da importância da imunização contra Poliomielite (nos dias de atendimento em p ediatria e 
obstetrícia). 
Ação Nº 2 – Realizar salas de espera nas USF acerca da importância da imunização contra poliomielite, influen za e antirrábica.  
Ação Nº 3 – Realizar momento em rádio local com VIEP/Imu nização para explanação acerca das campanhas nacionai s de vacinação.

Quarta-feira
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Ano IX • Edição Nº 4709
-95-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
Diário Oficial do
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ϵϮ 
  
Ação Nº 4 – Elaborar Cards/vídeos das campanhas naciona is e suas respectivas vacinas (Pólio, Influenza, Antirráb ica).  
3.1.18  Realizar educação 
permanente acerca do 
calendário vacinal para 
os técnicos de 
enfermagem que atuam 
na Atenção Primária  
Número absoluto 
de técnicos de 
enfermagem aptos 
para atuar na sala 
de vacinação  
17 2025  Número  20 20 20 20 20 
Ação Nº 1: Capacitar os técnicos de enfermagem  
3.1.19 Assegurar a vigilância 
de óbitos em mulheres 
em idade fértil (10 a 49 
anos) 
Proporção de óbitos 
de mulheres em 
idade fértil (10 a 49 
anos) investigados. 
80,00  2025  Proporç
ão 
80,00  80,00  80,00 80,00  80,00  
Ação Nº 1 – Realizar investigação oportuna dos óbitos de mulheres em idade fértil.  
Ação Nº 2 – Realizar monitoramento do Sistema de Informaç ão de Mortalidade (SIM)  
3.1.20  Assegurar a qualidade 
da vigilância materno 
infantil, do acesso e da 
atenção ao pré-natal e ao 
parto. 
Número de óbitos 
maternos em 
determinado 
período e local de 
residência.  
0 2025  Número 0 0 0 0 0 
Ação Nº 1 - Captar a gestante no primeiro trimestre da ge stação  
Ação Nº 2 - Realizar vinculação da gestante

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-96-
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ϵϯ 
  
Ação Nº 3 – Realizar acompanhamento da saúde sexual e  reprodutiva  
Ação Nº 4 – Realizar consulta de puerpério (até 42 dias após o parto) na unidade de saúde  
Ação Nº 5 – Realizar monitoramento da qualidade e efeti vidade da atenção pré-natal  
Ação Nº 6 – Realizar aperfeiçoamento dos profissionais da  Atenção Básica acerca da atenção ao pré-natal  
Ação Nº 7 – Garantir acesso ao pré-natal de alto risco  
3.1.21  Intensificar a vigilância 
da violência interpessoal 
e autoprovocada.  
Número absoluto 
de educação 
permanente com 
temática voltada 
para vigilância da 
violência 
interpessoal e 
autoprovocada.  
0 2025  Número 4 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Realizar educação permanente com temática voltada de vigilância da violência interpessoal e au toprovocada para os profissiona is da rede 
municipal de saúde e assistência social  
Ação Nº 2 - Regulamentar o fluxo de envio de notificaçã o com a rede de saúde e assistência social  
3.1.22  Intensificar as ações de 
promoção em saúde 
relacionadas à violência 
interpessoal e 
autoprovocada.  
Número absoluto 
de serviços de 
saúde que 
desenvolveram 
educação em saúde 
0 2025  Número 52 13 13 13 13

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-97-
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ϵϰ 
  
acerca da temática 
violência.  
Ação Nº 1 – Realizar Educação em Saúde acerca da temát ica violência nos serviços de saúde  
3.1.23  Atualizar os 
profissionais de saúde 
acerca das arboviroses: 
manejo clínico, aspectos 
epidemiológicos.  
Número absoluto 
de educação 
permanente acerca 
das arboviroses.  
0 2025  Número 4 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Realizar educação permanente acerca do mane jo clínico das arboviroses.  
3.1.24  Fortalecer as ações de 
promoção da saúde, de 
prevenção e controle das 
arboviroses.  
Número absoluto 
de serviços de 
saúde que 
realizaram 
atividade de 
educação em saúde 
relacionada à 
temática 
arboviroses.  
0 2025  Número 60 15 15 15 15 
Ação Nº 1 – Realizar anúncios carro de som e/ou rádio, a cerca das arboviroses  
Ação Nº 2 – Realizar salas de espera: USF, CAPS, HMA, P oliclínica municipal.  
Ação Nº 3 – Envolver os agentes de endemias nas açõe s de promoção em saúde com realização de educação em saúde em espaços públicos.  
Ação Nº 4 - Elaborar Cards e/ou transmissão de vídeos na s televisões das recepções dos serviços de saúde.

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-98-
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ϵϱ 
  
3.1.25  Assegurar a qualidade 
da água consumida pela 
população.  
Proporção de 
análises realizadas 
em amostras de 
água para consumo 
humano quanto aos 
parâmetros 
coliformes totais, 
cloro residual livre 
e turbidez.  
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Realizar coletas para análises realizadas em amostras de água para consumo humano quanto aos parâmetros coliformes totais, cloro residual livre 
e turbidez.  
Ação Nº 2 – Sensibilizar a população quanto aos aspe ctos ambientais e melhoria da qualidade da água para consumo humano.  
Ação Nº 3 – Fiscalizar as unidades escolares  
3.1.26  Formação de um Grupo 
de Trabalho (GT) para 
discussão das ações da 
VSPEA. 
Número absoluto 
de GT para 
discussão das ações 
da VSPEA 
formalizado.  
0 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Reativar o GT das ações do VSPEA  
3.1.27  Atualizar e implementar 
o Plano de ação para 
qualificação das ações 
da vigilância em saúde 
Número absoluto 
de Plano de ação 
para qualificação 
das ações da 
vigilância em saúde 
0 2025  Número 1 1 1 1 1

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-99-
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ϵϲ 
  
de populações expostas 
a agrotóxico- VSPEA  
de populações 
expostas a 
agrotóxico - 
VSPEA atualizado 
e implementado.  
Ação Nº 1 – Dar continuidade das ações do Plano de ação para qualificação das ações da vigilância em saúde de populações expostas a agrotóxico - VSPEA 
elaborado e implementado  
Ação Nº 2 - Realizar ação em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, relacionado a ação do Plano de Ação do VSPEA em parceria com a SEAMA 
3.1.28  Estruturar o Serviço de 
Vigilância Ambiental 
Serviço de 
Vigilância 
Ambiental 
estruturada  
0 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Criar a Diretoria de Vigilância Ambiental  
3.1.29 Elaborar e implementar 
o projeto municipal de 
castração de animais 
(cachorros e gatos).  
Número absoluto 
do projeto 
municipal de 
castração de 
animais (cachorros 
e gatos) elaborado 
e implantado.  
1 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Elaborar projeto municipal de castração de animais (cachorros e gatos)  
Ação Nº 2 - Implantar projeto municipal de castração de  animais (cachorros e gatos)

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϵϳ 
  
3.1.31  Intensificar as ações de 
Vigilância em Saúde do 
Trabalhador. 
Número de ações 
implementadas  
6 2025  Número  9 9 9 9 9 
Ação Nº 1 - Estruturar o serviço de vigilância de saúde  do trabalhador, com a criação de uma coordenação de V ISA T 
Ação Nº 2 – Investigar a relação com o trabalho nas dec larações de óbito por causas externas relacionados ao t rabalho do município seleci onadas.  
Ação Nº 3 – Realizar apoio matricial às unidades de saúde na ampliação das notificações de agravos e doença s relacionadas ao trabalho (AD RT) no Sinan.  
Ação Nº 4 – Realizar investigação de surtos e eventos inusitados relacionados ao trabalho.  
Ação Nº 5 – Ampliar a proporção do preenchimento do campo ocupação, CNAE e CBO nas notificações de agravos rela cionadas ao trabalho, atra vés da 
sensibilização dos profissionais de saúde.  
Ação Nº 6 – Realizar as inspeções sanitárias em Saúde do Trabalhador no território.  
Ação Nº 7 - Ofertar apoio as unidades de saúde na aplicação de protocolos, fluxos, instrumentos e orientações técnicas para a atenção à Saúde do Trabalhador, 
incluindo avaliação de saúde, investigação diagnóstica, estabelecimento da relação do agravo com o trabal ho e notificação de casos de ADRT pela RAS.  
Ação Nº 8 – Criar a comissão intersetorial de saúde do t rabalhador - CIST  
Ação Nº 9 – Realizar educação permanente com os serviço s de saúde  
3.1.32  Elaborar a Análise 
qualificada da Situação 
de Saúde do Trabalhador 
e da Trabalhadora 
(ASSTT) do município  
Plano de análise 
instituído  
0 2025  Número  1 0 1 1 1

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-101-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
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ϵϴ 
  
Ação Nº 1 – Avaliar as respostas relacionadas à aplica ção do questionário durante vistoria da VISA em relação à Saúde do Trabalhador.  
Ação Nº 2 – Elaborar relatório acerca dos dados identificados durante avaliação das respostas relacionadas à a plicação do questionário du rante vistoria da 
VISA em relação à Saúde do Trabalhador.  
Ação Nº 3 - Incorporar nas ações de VISA municipal o reconhecimento dos fatores e situações de risco à saúde do trabalhador existentes no s Ambientes de 
trabalho de estabelecimentos inspecionados, visando a melhoria das condições e a promoção de ambientes e processo s de trabalho saudáveis.  
Ação Nº 4 - Realizar capacitações para setores regulados . 
Ação Nº 5 – Divulgar informações técnicas relacionadas à saúde do trabalhador para a população através de vidé os/cards.  
DIRETRIZ Nº 4 - Qualificação da gestão participativa do SU S.  
OBJETIVO Nº 4.1 - Aperfeiçoar os canais de comunicação da sociedade e os espaços públicos na gestão do SUS municipal, for talecendo o controle 
social. 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029) 
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
4.1.1  Consolidar a Ouvidoria 
Municipal do SUS 
enquanto espaço de 
controle social, com 
retorno oportuno aos 
cidadãos.  
Proporção das 
manifestações 
registradas na 
Ouvidoria em 
Saúde, respondidas 
ao cidadão.  
100,00 2025  Proporç
ão 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1: Divulgar o serviço através das mídias sociais e no s serviços de saúde

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-102-
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ϵϵ 
  
Ação Nº 2 - Garantir o retorno oportuno aos cidadãos que registram o uvidoria  
Ação Nº 3 - Consolidar a Ouvidoria Municipal do SUS enquanto esp aço de participação social  
4.1.2  Elaborar relatório 
semestral da Ouvidoria 
em Saúde com 
consolidação dos dados. 
Número absoluto 
de relatório 
semestral da 
Ouvidoria da Saúde 
com consolidação 
dos dados.  
2 2025  Número 8 2 2 2 2 
Ação Nº 1 - Elaboração de relatório semestral da Ouvido ria em Saúde com consolidação dos dados.  
4.1.3  Publicizar, baseado em 
evidencia, as ações e 
serviços de saúde para 
que a população 
conheça o que é 
ofertado, assim como 
qual o papel dos 
profissionais de saúde 
(rede social, carros de 
som, alto falante, radio)  
Serviços de saúde 
divulgados para a 
população através 
de mídias sociais  
1 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Divulgar nas mídias sociais os serviços ofertados p ela Secretaria de Saúde  
Ação Nº 2: Construir vídeos e materiais informativos sobre os serviços de saúde que serão transmitidos nas televisões d as recepções dos equipamentos de 
saúde

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-103-
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ϭϬϬ 
  
4.1.4  Número absoluto de 
curso de formação de 
conselheiros de saúde.  
Número absoluto 
de curso de 
formação de 
conselheiros de 
saúde.  
2 2025  Número 8 2 2 2 2 
Ação Nº 1 - Viabilização do curso de formação de conse lheiros de saúde  
Ação Nº 2 - Ampliação da participação popular na cons trução das ações estratégicas na saúde.  
Ação Nº 3 - Publicização as ações do Conselho Munici pal de Saúde  
4.1.5  Assegurar a realização 
da Conferência 
Municipal de Saúde em 
tempo hábil para 
elaboração do Plano 
Municipal de Saúde.  
Número absoluto 
de Conferência 
Municipal de Saúde 
realizada.  
1 2025  Número 2 0 1 0 1 
Ação Nº 1 - Realizar, juntamente com o CMS, a Conferênci a Municipal de Saúde em tempo oportuno para elaborar o PMS 2030-2033  
Ação Nº 2 - Realizar, juntamente com o CMS, a Conferência Municipal de Saúde respeitando os princípios e diretrizes do SUS, com a participação popular 
como base  
Ação Nº 3 - Apoiar o Conselho Municipal de Saúde na re alização da Conferência Municipal de Saúde  
4.1.6  Promover ações de 
participação popular 
social entre a Atenção 
Básica e a sua 
comunidade, por meio 
de implementação dos 
Conselhos locais 
instituídos  
0 2025 Número  12 12 12 12 12

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-104-
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ϭϬϭ 
  
conselhos locais de 
saúde, buscando assim 
melhorias locais para a 
população que vive 
nesta comunidade.  
 Ação Nº 1: Realizar encontros com líderes comunitários, profissionais de saúde e moradores para explicar o papel do conselho, seus ob jetivos e benefícios, 
incentivando o engajamento de todos  
Ação Nº 2: Incentivar e apoiar a comunidade a instituir o Conse lho Local de Saúde através das USFs  
4.1.7  Fomentar e garantir a 
Educação Continuada 
para a População sobre 
o controle social nas 
ações e serviços de 
atenção à saúde, 
estimulando o exercício 
da cidadania e maior 
corresponsabilização 
entre usuários e equipes 
de saúde.  
Ações de educação 
continuadas sobre 
controle sociais 
realizadas com a 
comunidade 
adscritas nas USFs  
12 2025 Número  12 12 12 13 13 
Ação Nº 1: Realizar encontros periódicos onde a comunidade po ssa discutir questões locais, propor soluções e acompa nhar as ações do poder público .   
Ação Nº 2: Informar a população, através das mídias sociais, ca rtazes e avisos, sobre seus direitos, deveres e formas de  participar do c ontrole social. 
4.1.8  Incentivar e promover a 
participação das mães 
neurodivergentes nas 
Mães 
neurodivergentes 
participando das 
0 2025 Número  1 1 1 1 1

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-105-
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ϭϬϮ 
  
instâncias do Controle 
Social para lutar pelas 
ações e serviços de 
saúde que atendam às 
necessidades das 
pessoas com deficiência. 
instâncias de 
controle social  
Ação Nº 1: Promover encontros em locais acessíveis, com lingu agem clara e recursos visuais, abordando seus direitos, formas de participação e o 
funcionamento das instâncias de Controle Social, fortale cendo sua autonomia e confiança  
Ação Nº 2: Incentivar a formação de grupos de mães neurodivergentes, promovendo troca de experiências, fortalecimento emocional e apo io mútuo, além de 
facilitar a mobilização para participar das instâncias d o Controle Social  
Ação Nº 3: Promover campanhas para sensibilizar toda a comunidade e os membros das instâncias de Controle Social so bre a importância da inclusão e do 
respeito às diferentes formas de neurodivergência.  
4.1.9  Estimular a participação 
dos munícipes nos 
Conselhos de Saúde, 
disponibilizar a agenda 
mensal das reuniões nos 
murais das recepções 
das Unidades Básicas de 
Saúde e utilizar os 
meios de comunicação 
local 
População 
participando das 
reuniões do 
Conselho de saúde  
0 2025 Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1:  Promover ações de divulgação usando cartazes nas Unida des de Saúde, redes sociais, rádios comunitárias e eve ntos locais para explicar a 
importância do Conselho de Saúde e como contribuir de fo rma efetiva.  
Ação Nº 2: Divulgar informações claras e acessíveis sobre as reu niões, pautas, resultados e formas de participação, usa ndo canais div ersos como sites, 
WhatsApp, murais e reuniões presenciais.

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-106-
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
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EXECUTIVO
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ϭϬϯ 
  
Ação Nº 3: Promover ações específicas para envolver diferentes gru pos da comunidade, como jovens, idosos, mulheres, pe ssoas com deficiên cia e 
comunidades tradicionais, garantindo representatividade  
4.1.10  Divulgar amplamente os 
serviços da Ouvidoria 
além de garantir retorno 
das demandas aos 
usuários e ao Conselho 
Municipal de Saúde  
Serviço de 
ouvidoria 
divulgado e com 
retorno aos 
usuários  
1 2025 Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Divulgar a ouvidoria através das mídias sociais e nos serviços de saúde por meio de cartazes  
Ação Nº 2: Garantir o retorno das demandas dos usuários e do Con selho de Saúde   
4.1.11 Criar ou inserir em 
projetos existentes no 
município ações para 
reinserção social de ex-
detentos.  
Inserção de ex-
detentos em 
projetos sociais  
1 2025 Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Promover ações de integração na comunidade, como eventos culturais, esportivos e de lazer, que favoreçam a convivência e o  fortalecimento de 
vínculos sociais.  
Ação Nº 2: Realizar campanhas educativas para desmistificar pre conceitos, promovendo a compreensão e o respeito à traj etória de reintegr ação dos ex-
detentos  
Ação Nº 3: Garantir acesso facilitado a serviços de saúde, ass istência social e programas de habitação, promovendo u ma reintegração mais  completa e 
sustentável  
Ação Nº 4: Firmar Parcerias com Instituições de Ensino e Capacit ação Profissional , com o intuito de desenvolver programas de qualificação , cursos 
profissionalizantes e oficinas de habilidades, facilita ndo a inserção no mercado de trabalho.  
4.1.12  
 
Promover ações de 
educação continuada em 
Ações de 
fortalecimento do 
0 2025 1 1 1 1 1 1

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ϭϬϰ 
  
saúde para fortalecer o 
controle social, por meio 
de realização de 
seminários, cursos 
presenciais e à distância, 
palestras, rodas de 
conversa, dinâmicas em 
grupo, audiências 
públicas e outros 
instrumentos de 
participação popular  
controle social 
realizadas  Ação Nº 1: Promover ações de educação continuada através de cursos presenciais e à distância, palestras, rodas de conversa, dinâmicas em grupo, audiências 
públicas e outros instrumentos de participação popular  
4.1.13  
 
Implementar a Lei 
Municipal 016/2020 que 
inclui na base curricular 
do ensino fundamental e 
médio 
conteúdos/disciplinas a 
respeito do SUS 
(fundamentos, 
princípios, diretrizes e 
participação 
popular/controle social). 
Lei municipal 
016/2020 
implementada  
0 2025 1 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Dialogar com a Secretaria de Educação a implementação da lei Municipal 016/2020, inclui na base curricu lar do ensino fundamental e médio 
conteúdos/disciplinas a respeito do SUS

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϬϱ 
  
OBJETIVO Nº 4.2  - Consolidar a Gestão do Trabalho na SESAU.  
 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
4.2.1  Implantar a Política de 
Gestão do Trabalho e da 
Educação na Saúde na 
SESAU. 
Número absoluto 
de Mesa de 
negociação 
permanente do SUS 
municipal 
implantada.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Formalizar e implementar da mesa de negoci ação permanente do SUS municipal  
4.2.2  Implantar o Plano de 
Cargos, Carreiras e 
V encimentos. 
Plano de Cargos, 
Carreiras e 
V encimentos 
implementado  
1 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Garantir a implementação do Plano de Cargos , Carreiras e V encimentos. 
OBJETIVO Nº 4.3  - Assegurar as boas práticas de gestão financeira, pla nejamento, monitoramento e avaliação no âmbito do SUS mu nicipal. 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta  
Indicador (Linha-Base)  Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidade 
de 
Medida 
2026  2027  2028  2029

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ϭϬϲ 
  
4.3.1  Fortalecer o 
planejamento, 
monitoramento e 
avaliação das ações do 
SUS municipal. 
Percentual dos 
instrumentos de 
gestão do SUS 
elaborados e 
enviados ao 
Conselho 
Municipal de 
Saúde. 
100,00 2025  Percentu
al 
100,00  100,00  100,0
0 
100,00 100,00  
Ação Nº 1 – Fortalecer o planejamento, monitoramento e avaliação no SUS municipal através da elaboração e envio dos instrumentos de gestã o ao CMS  
4.3.2  Monitorar e avaliar os 
instrumentos de gestão 
do SUS –PAS. 
Número absoluto 
de PAS elaborada e 
enviada ao CMS.  
1 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Realizar monitoramento dos indicadores de s aúde.  
Ação Nº 2 – Realizar monitoramento dos indicadores do p lanejamento estratégico municipal para SMS  
Ação Nº 3 – Realizar monitoramento dos indicadores em V igilância em Saúde.  
Ação Nº 4 – Realizar monitoramento dos indicadores relac ionados à Atenção Básica.  
Ação Nº 5 – Realizar monitoramento das ações e metas d a PAS referentes ao ano de 2024  
4.3.3  Monitorar e avaliar os 
instrumentos de gestão 
do SUS – RQRC.  
Número absoluto 
de RQPC 
elaborados e 
enviados ao CMS.  
3 2025  Número  3 3 3 3 3 
Ação Nº 1 - Realizar monitoramento dos indicadores de s aúde.

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ϭϬϳ 
  
Ação Nº 2 - Realizar monitoramento dos indicadores do p lanejamento estratégico municipal para SMS  
Ação Nº 3 - Realizar monitoramento dos indicadores em V igilância em Saúde.  
Ação Nº 4 - Realizar monitoramento dos indicadores relac ionados à Atenção Básica.  
Ação Nº 5 - Realizar monitoramento das ações e metas d a PAS referentes ao ano de 2024  
Ação Nº 1 - Realizar monitoramento dos indicadores de s aúde.  
4.3.4  Número absoluto de 
RAG elaborado e 
enviado ao CMS.  
Número absoluto 
de RAG elaborado 
e enviado ao CMS. 
1 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Realizar monitoramento dos indicadores de s aúde.  
Ação Nº 2 - Realizar monitoramento dos indicadores do p lanejamento estratégico municipal para SMS.  
Ação Nº 3 - Realizar monitoramento dos indicadores relac ionados à Atenção Básica  
Ação Nº 4 - Realizar monitoramento dos indicadores em V igilância em Saúde  
Ação Nº 5 - Aprovação do Relatório Anual de Gestão 202 4 
4.3.5  Monitorar e avaliar os 
instrumentos de gestão 
do SUS –PMS. 
Número absoluto 
de PMS elaborado 
e enviado ao CMS. 
1 2025  Número 1 0 0 0 1 
Ação Nº 1 - Realizar monitoramento dos indicadores de s aúde.  
Ação Nº 2 - Realizar monitoramento dos indicadores do p lanejamento estratégico municipal para SMS  
Ação Nº 3 - Realizar monitoramento dos indicadores da V igilância em Saúde

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Ano IX • Edição Nº 4709
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Ação Nº 4 - Realizar monitoramento dos indicadores da A tenção Básica  
OBJETIVO Nº 4.4 - Consolidar a Educação Permanente para o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados, do acolhimento, do acesso e da 
equidade no cuidado, a partir da incorporação entre aprendizado, reflexão crítica sobre o trabalho, resoluti vidade e  promoção da saúde coletiva. 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
4.4.1  Fortalecer a educação 
permanente em saúde 
enquanto instrumento 
primordial para 
transformação do 
processo de trabalho, a 
partir da reflexão sobre 
e no trabalho.  
Número absoluto 
do Plano Municipal 
de Educação 
Permanente 
elaborado 
anualmente.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Elaborar o Plano Municipal de Educação Pe rmanente  
Ação Nº 2 - Garantir recursos humanos, insumos e materia is necessários para realização da Educação Permanente  
Ação Nº 3 - Realizar o diagnóstico situacional das ne cessidades de Educação Permanente com todos os profiss ionais de saúde e a gestão  
Ação Nº 4 - Desenvolver as temáticas do diagnóstico situacional nos diferentes setores: Atenção Básica; CEO; Hospital; Policlínica; SAMU; Regulação; 
CAF; Laboratório; CAPS; Transporte; Gestão de Informação; Finanças; Hospital.  
Ação Nº 5 – Incluir as temáticas oriundas da 7ª Conferência Municipal de Saúde: Atendimento humanizado nas redes de saúde; letramento racial e combate ao 
racismo institucional e estrutural; atendimento adequa do às pessoas com deficiência.

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ϭϬϵ 
  
 4.4.2  Construir e implantar a 
política de educação 
permanente
 
Política de 
educação 
permanente 
implantada 
 
0 2025  Número  1 0 1 1 1 
Ação Nº 1 – Mobilizar os profissionais de saúde acerca da necessidade da construção da política municipal d e educação permanente.  
Ação Nº 2 – Realizar Conferência ou reunião ampliada para a discussão da política de educação permanente.  
Ação Nº 3 – Implantar a política de educação permanent e.  
4.4.3  Elaborar a política de 
avaliação do 
atendimento em Saúde 
Pública.
 
Política de 
avaliação do 
atendimento em 
Saúde Pública 
implantada. 
 
0 2025  Número  1 0 1 1 1 
Ação Nº 1 – Mobilizar os profissionais de saúde acerca da necessidade da construção da política municipal de avaliação do atendimento em saúde pública  
Ação Nº 2 – Realizar Conferência ou reunião ampliada para a discussão da política municipal de avaliação do a tendimento em saúde pública  
Ação Nº 3 – Implantar a politica municipal de avaliaç ão do atendimento em saúde pública  
Objetivo Nº 4.5 – Desenvolver ações estratégicas de maneira integrada na SMS, com articulação intersetorial e multidisciplinar, visando à ampliação 
do acesso qualificado e universal ao SUS, com garanti a na continuidade da atenção, da integralidade da assi s tência e resolutividade.  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029

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Ano IX • Edição Nº 4709
-113-
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ϭϭϬ 
  
4.5.1  Realizar mutirões, ações 
em saúde e feiras de 
saúde.  
Número absoluto 
de feiras de saúde, 
ações em saúde e 
mutirões 
realizados.  
10 2025  Número 40 10 10 10 10 
Ação Nº 1 – Realizar planejamento, organização e realização de mutirões, ações em saúde e feiras de saúde de  maneira integrada entre os c omponentes da 
SESAU. 
4.5.2  Realizar feiras de saúde 
nos bairros, por unidade 
de saúde, visando 
ampliar o acesso da 
população às ações e 
serviços de saúde e 
fortalecer o vínculo das 
equipes com a 
comunidade  
Número absoluto 
de feiras de saúde  
2 2025  Número  2 8 2 2 2 
Ação Nº 1 – Realizar planejamento, organização de feiras  de saúde de maneira integrada entre os componentes da  SESAU. 
4.5.3  Garantir ações 
integradas de prevenção 
de doenças, promoção e 
atenção à saúde, 
voltadas para população 
em situação de rua.  
Número absoluto 
de ações integradas 
em saúde 
direcionadas para 
população em 
situação de rua.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Desenvolver, em conjunto pelos componen tes da SESAU, ações em saúde direcionadas à populaçã o em situação de rua.

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ϭϭϭ 
  
4.5.4  Criar e estabelecer 
protocolos que visem 
garantir e normatizar o 
uso da referência e 
contra-referência entre 
os níveis de atenção em 
saúde, facilitando a 
comunicação entre os 
pontos de atenção da 
rede, garantindo 
insumos necessários e 
em quantidade 
suficiente para atender a 
necessidade da 
população;  
Protocolo criado e 
implantado  
1 2025  Número  1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Construir protocolo para normatizar o uso da re ferência e contra referência no município  
Ação Nº 2 – Garantir os insumos necessários em quantid ade suficiente para atender as necessidades da populaç ão, respeitando o orçamento m unicipal  
4.5.5  Estabelecer reuniões 
periódicas com os 
representantes dos 
diversos setores da rede 
de atenção à saúde 
(RAS), garantindo 
fluxos de atendimento e 
encaminhamentos entre 
Cronograma de 
reuniões 
intersetoriais para 
construção de 
fluxos e protocolos 
de atendimentos  
1 2025  Número  1 1 1 1 1

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11 de fevereiro de 2026
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ϭϭϮ 
  
os componentes da rede, 
com adoção de 
protocolos de referência 
e contrarreferência, 
integração de dados 
através de sistemas de 
informação, capacitação 
de equipes de modo a 
integrar os diferentes 
níveis de atenção à 
saúde visando fortalecer 
a RAS. 
Ação Nº 1 – Criar cronograma de reuniões intersetoriais para  construção de fluxos e protocolos de atendimentos  
4.5.6  Ampliar o número de 
profissionais que atuam 
na saúde mental e 
cognitiva (Psicólogos, 
Psiquiatras, 
Fonoaudiólogo, 
Terapeuta Ocupacional e 
Profissionais de 
Educação Física), 
assegurando 
atendimento com perfil 
Número de 
profissionais 
contratados  
2 2025  Número  2 2 0 0 0

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ϭϭϯ 
  
adequado para adultos e 
crianças.  
Ação Nº 1 – Contratar profissionais de acordo com a neces sidade dos setores e o orçamento municipal  
4.5.7  Fortalecer a integração 
da Rede de Atenção à 
Saúde municipal.  
Número absoluto 
de Sistema de 
Integração 
Municipal 
implantado.  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Incentivar a comunicação intersetorial com foco nas Redes de Atenção à Saúde.  
Ação Nº 2 – Implantar o Sistema de Integração Municipal . 
DIRETRIZ Nº 5 - Ampliação do acesso a serviços qualific ados na MAC, integrando-os aos demais níveis de atenç ão à saúde.  
OBJETIVO Nº 5.1  - Ampliação do acesso a serviços qualificados na MAC  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
 V alor Ano Unid
ade 
de 
Medi
da 
2026  2027  2028  2029  
5.1.1  Garantir investimentos, 
aquisição de 
equipamentos e material 
permanente para os 
Proporção de 
serviços de saúde 
com inventário de 
materiais 
80% 2021  Porc
entag
em 
100% 100% 100% 100% 100%

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11 de fevereiro de 2026
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-117-
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ϭϭϰ 
  
serviços que compõe a 
média e alta 
complexidade  
permanentes e 
equipamentos 
satisfatório para 
funcionamento  
Ação 1: Realizar levantamento detalhado do inventário existente nos serviços de saúde, incluindo estado de conservação, prazos de validade e necessidades 
prioritárias. 
Ação 2:  Identificar fontes de recurso: orçamento público regular, emendas parlamentares e financiamento de program as de saúde.  
Ação 3: Aquisição de equipamentos , materiais permanentes e materiais de consumo de acordo com a necessidade de cada setor.  
Ação 4: Realizar reformas e/ou melhorias estruturais nos se rviços de saúde.  
5.1.2  Garantir a manutenção e 
ampliação do acesso aos 
serviços da Atenção 
Especializada, por meio 
da qualificação da oferta 
e do custeio de 
procedimentos 
ambulatoriais e 
hospitalares, 
assegurando 
resolutividade e 
continuidade do cuidado 
Utilização do 
recurso financeiro 
destinado para as 
ações vinculadas  
100% 2021  Porcen
tagem 
100%     
Ação 1: Atualizar e revisar os contratos com prestadores de serviços (públicos, filantrópicos e privados) para garan tir a sus tentabilidade financeira. 
Ação 2: Utilizar recursos do teto MAC, emendas parlamentares e incentivos federais/estaduais para reforçar o custei o de consu ltas, exames e internações.  
Ação 3: Identificar as especialidades com maior demanda  reprimida e planejar expansão da oferta  
Ação 4: Capacitar as equipes dos serviços especializad os para melhorar a resolutividade, acolhimento e humani zação.

Quarta-feira
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ϭϭϱ 
  
Ação 5: Criar e acompanhar indicadores de acesso, produçã o e resolutividade  
Ação 6: Estabelecer fluxos pactuados para contrarreferência  e continuidade do tratamento.  
5.1.3  Criar um Centro de 
Especialidades com 
equipe multiprofissional 
Número absoluto 
de Centro de 
Especialidades com 
equipe 
multiprofissional  
0 2025  Númer
o 
1 0 0 1 0 
Ação Nº 1: Definir o local da construção  
Ação Nº 2: Definir o valor da obra  
Ação Nº 3: Capitar recurso próprio necessário  
Ação Nº 4: Criar projeto base  
Ação Nº 5: Realizar ordem de serviço  
Ação Nº 6: Acompanhar a obra  
Ação Nº 7: Adquirir maquinários e equipamentos  
Ação Nº 8: Contratar equipe  
Ação Nº 9: Criar fluxo de atendimento  
Ação Nº 10: Definir sistema utilizado pela equipe  
Ação Nº 11: Criar protocolos de atendimento  
5.1.4  Adaptar os espaços e 
equipamento dos 
serviços de saúde para 
melhorar a 
acessibilidade e inclusão 
da população obesa, 
Número de serviços 
de saúde totalmente 
adaptados para o 
atendimento de 
pessoas obesas, 
0 2025  Núm
ero  
16 16 16 16 16

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ϭϭϲ 
  
idosos e pessoas com 
deficiências, superando 
as barreiras físicas e 
sociais. 
idosos e pessoas 
com deficiência  
Ação Nº 1: Adquirir materiais e equipamentos necessários para o atendimento de pessoas obesas (balança, tensiometro , cadeira de roda, fita métrica, maca)  
Ação Nº 2: Estruturar os serviços de saúde para promover a acessi bilidade das pessoas com deficiências e obesas (rampas  de acesso, ba rras, piso 
antiderrapante, passagens com diâmetro adequado)  
Ação Nº 3: Garantir acessibilidade dos veículos municipais p ara o atendimento de pessoas com obesidade e pessoas  com deficiências  
OBJETIVO Nº 5.2  - Aprimorar a atenção à Saúde Mental através da qualifi cação do CAPS Pássaro Livre.  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
5.2.1  Construir a sede própria 
para o CAPS 
Número absoluto 
de sede própria do 
CAPS 
0 2025  Número 1 0 1 0 0 
Ação Nº 1: Realizar adesão ao PAC Saúde  
Ação Nº 2: Encaminhar o projeto para Ministério da Saúde  
Ação Nº 3: Adquirir terreno para a construção  
Ação Nº 4: Realizar licitação para empresa construtora  
Ação Nº 5: Realizar acompanhamento da construção e finalização  da obra

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϭϳ 
  
5.2.2  Ampliar a equipe do 
CAPS 
Número de 
profissionais 
contratados  
0 2025  Número  2 2 2 2 2 
Ação Nº 1: Contratar 2 psicólogos  
Ação Nº 2: Aumentar a carga horária do psiquiatra  
5.2.3  Realizar ações de 
matriciamento do CAPS 
com equipes de Atenção 
Básica. 
Número absoluto 
de ações de 
matriciamento 
realizadas pelo 
CAPS com equipes 
de Saúde da 
Família. 
12 2025  Número 48 12 12 12 12 
Ação Nº 1 – Realizar ações de matriciamento do CAPS com  equipes de Atenção Básica.  
Ação Nº 2 - Registrar no BPAC do Sistema de Informação Ambu latorial  
Ação Nº 3 - Realizar estratégias junto as equipes de Saúde da Família e regulação municipal com vistas a a mpliação do acesso dos usuários  do CAPS aos 
serviços do SUS municipal  
Ação Nº 4 - Realizar ações integradas junto as equipes  de Saúde da Família para promoção da saúde  
Ação Nº 5 – Realizar ações integradas junto as equipes  de Saúde, de Educação e de Assistência Social  
OBJETIVO Nº 5.3  – Aprimorar o serviço da Policlínica Municipal  
Nº Descrição da Meta  Indicador (Linha-Base) Meta prevista

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϭϴ 
  
Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
Meta 
Plano(2
026-
2029)  
2026  2027  2028  2029  
5.3.1  Reformar e ampliar a 
Policlínica Municipal  
Número absoluto 
de reforma 
realizada na 
Policlínica 
Municipal. 
0 2025  Número 1 0 0 1 0 
Ação Nº 1: Captar recurso financeiro  
Ação Nº 2: Readequar a planta da Policlínica  
Ação Nº 3: Acompanhar a construção e finalização da obra  
Ação Nº 4: Ampliar a estrutura física do serviço de fisioterapia da Policlínica Municipal.  
5.3.2  Ampliar exames, 
procedimentos e 
especialidades médicas 
no município, 
considerando a demanda 
e as possibilidades de 
oferta, garantindo a 
ampliação da estrutura 
física da Policlínica 
Municipal com a 
Número de 
especialistas 
contratados  
0 2025  Número 5 5 5 5 5

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ϭϭϵ 
  
construção de novos 
consultórios/espaços de 
apoio, visando 
acomodar novas 
especialidades 
ampliando a oferta de 
serviços especializados 
e diagnósticos para 
garantir maior 
integralidade na atenção 
do usuário.  
Ação Nº 1: Ampliar e reforma r a policlínica Municipal  
Ação Nº 2: Contratar médico pediatra  
Ação Nº 3: Contratar médico nefrologista  
Ação Nº 4: Contratar médico pneumologista  
Ação Nº 5: Contratar médico reumatologista  
Ação Nº 6: Contratar fisioterapeuta especialista em fisioterapia respiratória  
OBJETIVO Nº 5.4  - Fortalecer o Serviço de Assistência Especializada em  IST/HIV/AIDS – SAE.  
Nº Descrição da Meta  Indicador (Linha-Base) Meta prevista

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ϭϮϬ 
  
Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
Meta 
Plano(2
026-
2029)  
2026  2027  2028  2029  
5.4.1  Adequar à estrutura 
física do SAE. 
Número absoluto 
de ampliação da 
Policlínica 
Municipal. 
0 2025  Número 1 0 0 1 0 
Ação Nº 1 - Ampliar a Policlínica Municipal para adeq uação da estrutura física do SAE.  
5.4.2  Ampliar a equipe do 
SAE 
Número de 
profissionais 
contratados  
0 2025  Número 1 1 1 1 1 
Ação Nº 1: Contratar médico infectologista para o SAE devido à ausência do profissional da Policlínica Regional  
5.4.3  Intensificar as ações de 
promoção e prevenção 
relacionadas ao julho 
amarelo e ao dezembro 
vermelho.  
Número absoluto 
de serviços de 
saúde que 
realizaram ações do 
julho amarelo e do 
dezembro 
vermelho.  
4 2025  Número 40 10 10 10 10 
Ação Nº 1 - Realizar ações de promoção e prevenção relac ionada ao julho amarelo e ao dezembro vermelho.  
Ação Nº 2 - Realizar capacitações para as equipes do hospital, laboratório, SAD e Atenção Básica sobre o manejo dos pacientes de grupos vulneráveis para 
IST/AIDS 
Ação Nº 3 - Realizar capacitações com equipes de saúd e sobre acidentes com material biológico e perfuro cortan te

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ϭϮϭ 
  
Ação Nº 4 - Divulgar material informativo para reprodução em ambientes públicos sobre o referido tema  
Ação Nº 5 - Realizar palestras e testagem com alunos e  professores de instituição de ensino superior.  
Ação 6 – Realizar educação em saúde para os Garis, profis sionais que atuam em salão de beleza, tatuadores  
OBJETIVO Nº 5.5  - Aprimorar o Serviço da Central de Regulação  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
022-
2025)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
5.5.1  Qualificar, fortalecer e 
informatizar o Serviço 
de Regulação 
Municipal, com foco na 
redução de filas e tempo 
de espera por 
atendimentos e 
procedimentos, 
garantindo que o usuário 
possa acompanhar 
online o andamento de 
sua solicitação e 
garantindo espaço 
seguro e adequado para 
acolher usuários da zona 
Sistema da 
regulação 
informatizado  
0 2025  Número 1 1 1 1 1

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϮϮ 
  
rural que precisam 
pernoitar ou aguardar 
transporte na zona 
urbana.  
Ação Nº 1: Disponibilizar a recepção do hospital para acolher os usuários da zona rural que aguardam pelo transporte in termunicipal  
Ação Nº 2: Informatizar o protocolo de entrega das solicitações dos pacientes na central de regulação.  
Ação Nº 3: Avaliar junto ao sistema a possibilidade de acom panhamento online pelos usuários  
5.5.2  Ampliar a quantidade de 
transporte para 
qualificar o serviço de 
transporte (TFD), aos 
pacientes que fazem 
consulta e/ou tratamento 
intermunicipal 
organizando os horários 
de saída mediante o 
turno (vespertino e 
matutino) de 
atendimento, de forma 
que a assistência seja 
mais segura e equânime, 
principalmente para os 
usuários com 
dificuldade de 
Serviço de 
transporte do TFD 
qualificado, com 
horários 
organizados e 
acessível para as 
pessoas obesas e 
com comorbidades  
8 2025  8 8 8 8 8 8

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϮϯ 
  
deslocamento, pessoas 
obesas e comorbidades 
mais limitantes. 
Ação Nº 1: Priorizar e organizar o transporte intermunicipal para g arantir o acesso dos pacientes de TFD  
OBJETIVO Nº 5.6  - Aprimorar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgênci a (SAMU) 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
022-
2025)  
Meta prevista 
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
2026  2027  2028  2029  
5.6.1  Assegurar atualização 
dos profissionais do 
SAMU, com vistas a 
permanente qualificação 
do serviço prestado.  
Número absoluto 
de participação em 
atividades de 
educação 
permanente da 
equipe que compõe 
o SAMU. 
0 2025  Número 4 1 1 1 1 
Ação Nº 1 – Participar das atividades de educação pe rmanente  
5.6.2  Desenvolver ações de 
educação em saúde: 
SAMU nas escolas.  
Número absoluto 
de educação em 
saúde: SAMU nas 
escolas. 
0 2025  Número 24 6 6 6 6

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϮϰ 
  
Ação Nº 1 - Realizar ações de educação em saúde: SAMU  nas escolas  
5.6.3  Desenvolver ações de 
educação em saúde nas 
USF’s. 
Número absoluto 
de educação em 
saúde nas USF’s.  
1 2025  Número 48 12 12 12 12 
Ação Nº 1 - Realizar ações de educação em saúde nas U SF 
OBJETIVO Nº 5.7 - Aprimorar o funcionamento do Programa Melhor em Casa, qualificando a articulação com a Rede de Atenção à Saúde municipal 
e o desenvolvimento de ações inovadoras no âmbito do SAD. 
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
2026  2027  2028  2029  
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
5.7.1  Adequar estrutura do 
HMA para ampliação do 
espaço destinado ao 
serviço de atendimento 
domiciliar - SAD 
SAD instalado em 
espaço adequado  
0 2025  Número 1 0 1 0 0 
Ação Nº 1: Utilizar o espaço do Centro de Parto Natural, que será transferido para a Maternidade Regional com a inauguraçã o prevista para junho de 2026  
5.7.2  Realizar formação 
acerca do Programa 
Melhor em Casa 
(fluxograma de 
funcionamento, critérios 
de elegibilidade) para os 
Número absoluto 
de formação acerca 
do Programa 
Melhor em Casa 
para profissionais 
da Atenção Básica, 
- 2025  - 12 3 3 3 3

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-128-
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ϭϮϱ 
  
profissionais da Atenção 
Básica, Hospital 
Municipal de Amargosa 
e SAMU 
Hospital Municipal 
de Amargosa e 
SAMU 
Ação Nº 1 - Realizar formação acerca do Programa Melhor em Casa (fluxograma de funcionamento, critérios de elegibilid ade) para os p rofissionais da 
Atenção Básica, Hospital Municipal de Amargosa e SAMU  
5.7.3  Aprimorar a atenção 
prestada pela equipe do 
Programa Melhor em 
Casa, a partir das 
demandas laborais 
identificadas pela 
equipe, na perspectiva 
do desenvolvimento de 
uma Educação 
Permanente 
contextualizada.  
Número absoluto 
de atividade de 
Educação 
Permanente 
direcionada para a 
equipe do 
Programa Melhor 
em Casa.  
- 2025  Número 4 1 1 1 1 
Ação Nº 1 - Realizar educação permanente da equipe do SAD e formações em áreas específicas de demandas recorrent es, em especial, de situa ções mais 
complexas, propiciando maior segurança e resolutividade  da equipe com esse tipo de situação  
5.7.4  Realizar ações de 
promoção da saúde.  
Número absoluto 
de ações de 
promoção da saúde 
realizadas pelo 
SAD 
- 2025  - 16 4 4 4 4 
Ação Nº 1 - Realizar ações de educação em saúde pelo SAD

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Ano IX • Edição Nº 4709
-129-
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ϭϮϲ 
  
5.7.5  Assegurar a utilização 
dos curativos especiais 
para os usuários do 
Programa Melhor em 
Casa. 
Percentual de 
usuários do SAD 
elegíveis para 
utilização de 
curativos especiais 
com acesso a estes. 
- 2025  - 40,00  40,00  40,00 40,00  40,00  
Ação Nº 1 – Realizar levantamento dos usuários do servi ço elegíveis para utilização de curativos especiais  
Ação Nº 2 - Adquirir insumos e materiais necessários pa ra a realização dos curativos especiais nos usuários el egíveis identificados pelo SAD.  
Ação Nº 3 – Realizar curativos especiais para os usuário s elegíveis identificados pelo SAD  
5.7.6  Aprimorar e ampliar o 
SAD, fortalecendo a 
atenção a usuários do 
serviço com agravos de 
saúde, que possam 
receber atendimento 
humanizado, em 
domicílio, e perto da 
família. 
Percentual mensal 
de usuários do 
SAD procedentes 
de hospitais e de 
serviços de 
urgência.  
- 2025  - 30,00  30,00  30,00 30,00  30,00  
Ação Nº 1 - Realizar formação acerca do Programa Melhor em Casa (fluxograma de funcionamento, critérios de elegibilid ade) para os profiss ionais da 
Atenção Básica e Hospital Municipal de Amargosa.  
5.7.7  Realizar uma atenção à 
saúde humanizada pela 
equipe do SAD em 
domicílio, contribuindo 
Percentual mensal 
de desfecho “alta  
- 2025  - 10,00  10,00  10,00 10,00  10,00

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-130-
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ϭϮϳ 
  
para ampliação da 
autonomia do usuário do 
serviço e, portanto, para 
sua qualidade de vida.  
Ação Nº 1 – Realizar atenção humanizada pela equipe d o SAD, a partir de um cuidado individual, contextuali zado e integral.  
Ação Nº 2 – Realizar manutenção da realização da Caravana do Forró, o São João itinerante do SAD, o qual leva aos pacientes acamados e do miciliados os 
festejos juninos aos que gostariam de estar festejando.  
OBJETIVO Nº 5.8  - Aprimorar o Serviço do Laboratório Municipal  
5.8.1  Reformar o laboratório 
Municipal  
Número de reforma 
realizada  
0 2025  Número 1 1 0 0 0 
Ação Nº 1: Substituição do revestimento interno (piso)  
Ação Nº 2: Realizar a pintura  
Ação Nº 3: Realizar a climatização dos setores que ainda não possuem  
OBJETIVO Nº 5.9  - Aprimorar o Serviço do Hospital Municipal  
Nº Descrição da Meta  Indicador para 
monitoramento e 
avaliação da meta 
Indicador (Linha-Base) Meta 
Plano(2
026-
2029)  
2026  2027  2028  2029  
V alor Ano Unidad
e de 
Medida 
5.8.2  Implantar o núcleo de 
vigilância 
epidemiológica 
hospitalar 
Número absoluto 
de núcleo de 
vigilância 
0 2025  Número 1 1 1 1 1

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-131-
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ϭϮϴ 
  
hospitalar 
implantado  
Ação Nº 1: Remanejar profissional enfermeiro e auxiliar administrat ivo para o núcleo de vigilância hospitalar  
Ação Nº 2: Realizar matriciamento pela Equipe da SUVIS  
Ação Nº 3: Realizar treinamento dos profissionais pela equipame nto da SUVIS  
Ação Nº 4: Instalar o SINAN no computador que será utilizado   
Ação Nº 5: Monitorar as fichas de notificação e prontuários  
Ação Nº 6: Realizar alimentação do SINAN  
5.8.3  Reformar e ampliar o 
Hospital Municipal  
Hospital Municipal 
ampliado e 
reformado  
0 2025  Número  1 0 1 0 0 
Ação Nº 1: Reformar o necrotério  
Ação Nº 2: Reformar e ampliar o SAME  
Ação Nº 3: Construir setor próprio de faturamento anexo ao Hospita l 
Ação Nº 4: Climatizar os espaços que ainda não são climatiza dos  
Ação Nº 5: Reativar o sistema de aquecimento de água para as enfermarias

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-132-
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Ano IX • Edição Nº 4709
-133-
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ϭϯϬ 
  
 
 
 
MONITORAMENTO 
E AVALIAÇÃO

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-134-
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ϭϯϭ 
  
6.  MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 
 
 As atividades desenvolvidas de monitoramento e avaliação se comple mentam. 
Enquanto o processo de monitoramento acompanha no tempo o desenvolvimento de 
determinadas atividades e formula hipóteses a respeito, o processo de avaliação aprofunda 
a compreensão sobre esse desenvolvimento, por meio da investigação das hipóteses 
geradas pelo monitoramento. Assim, a avaliação expande o entendimento s obre o 
avaliado, por meio de instrumental qualitativo ou quantitativo, o qual depende da questão 
levantada (CONASS, 2016) 
 O objetivo das atividades de monitoramento e avaliação é o acompanham ento 
sistemático e rotineiro de ações, metas e procedimentos relac ionados ao alcance de 
objetivos, considerada sua temporalidade rotineira. Monitorar ininter ruptamente 
possibilita ajustar as medidas a fim de se aproximar do alc ance dos objetivos 
(OLIVEIRA; REIS, 2016, p. 13). Dessa maneira, o monitoramento verifica se o 
desenrolar das ações de uma dada estratégia aponta para o alcance  de metas e objetivos 
(CONASS, 2016). 
 Segundo Oliveira e Reis (2016) os processos de monitoramento e avaliaç ão 
devem estar intimamente vinculados aos instrumentos de planejament o em saúde, os 
quais representam a espinha dorsal da gestão em saúde. Logo, propõe-se o monitoramento 
e avaliação do Plano Municipal de Saúde 2026-2029, enquanto principal inst rumento 
balizador da gestão do SUS municipal, visto que a implementação de mecanismos de 
monitoramento e avaliação não deve ocorrer somente no fim da execução dos planos, mas 
sim durante o processo.

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-135-
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ϭϯϮ 
  
A metodologia adotada para o monitoramento e a avaliação do Plano Munic ipal 
de Saúde 2026-2029 do município de Amargosa incide em uma análise quantit ativa das 
metas e ações estratégicas e dos seus respectivos indicadore s, com periodicidade a ser 
definida, sendo os resultados compartilhados de maneira quadrimest ral nos Grupos de 
Trabalho de Planejamento e Avaliação para discussão e encaminhamentos. 
Os indicadores selecionados para o monitoramento do PMS 2026-2029 mantem  
relação com as diretrizes e seus objetivos gerais e específi cos, logo os mesmos se  
constituem em uma ferramenta pertinente para o acompanhamento das a ções 
desenvolvidas. 
A análise quantitativa seguirá a moldagem do Plano Municipal de Sa úde de 
Salvador 2026-2029 e do Manual de apoio ao planejamento municipal em saúde (BAHIA, 
2021) correspondente ao grau de cumprimento dos indicadores e das ações a  partir de 
parâmetros e cores que representarão cada intervalo percentual, se ndo considerados 
quatro recortes para melhor monitoramento, conforme descrito abaixo: 
A cor vermelha irá corresponder ao alcance de meta de 0 a 25% d a meta 
estabelecida, tal percentual de alcance sugere uma situação atenção, de modo a se analisar 
as causas do não cumprimento da meta desencadeando novas ações que per mitam a 
superação das dificuldades para cumprimento do objetivo previsto; 
A cor amarela irá corresponder ao alcance de 26% a 50% da meta est abelecida e 
demonstra uma situação de cuidado, assinalando a importância da int ensificação e do 
aperfeiçoamento das ações dirigidas ao cumprimento das metas pactuadas;

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-136-
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A cor laranja irá corresponder ao alcance de 51% a 75% da meta es tabelecida, 
indicando necessidade de intensificação e aperfeiçoamento das ações dirigidas ao 
cumprimento das metas pactuadas; 
A cor verde corresponde ao alcance de 76% a 99,9% da meta estabele cida, 
demonstrando que as ações foram realizadas para o alcance dos objetivos; 
A cor azul indica que 100% da meta estabelecida foi alcançada para o período em 
análise. 
O monitoramento do Plano Municipal de Saúde 2026-2029 deverá ser realiza do 
pelas Diretorias e Coordenadorias responsáveis pelos diferentes objetivos e ações do 
plano, e sendo a coordenação desse processo de responsabilidade do se tor de 
Planejamento da SESAU.

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
-137-
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ϭϯϰ 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES 
FINAIS

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Ano IX • Edição Nº 4709
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ϭϯϱ 
  
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 O desenvolvimento do conjunto de ações estabelecidas neste Plano Municipal de 
Saúde para o período de 2026 a 2029 precisará assegurar o alcance da s metas para 
qualificação dos serviços, culminando em melhoria de saúde da população amargosense. 
As diretrizes, objetivos, metas e ações propostas tem se fundamentado na necessidade de 
compatibilizar as propostas da Conferência Municipal de Saúde, as definições das 
políticas ministeriais e estaduais, demandas locais, o plano de governo, análises técnicas 
e proposições do próprio serviço.  
A humanização é um extraordinário instrumento para reorganização e 
reestruturação do processo de trabalho, valorizando a construção de espaços coletivos de 
mobilização de gestores, trabalhadores e usuários do SUS. O produto final  a ser obtido 
estará sujeito às determinantes da saúde no contexto da circunst ância política e 
econômica.  
As Programações Anuais de Saúde precisarão minudenciar, ajustar e  redefinir as 
ações estabelecidas neste Plano Municipal de Saúde, com vistas a o aperfeiçoamento do 
serviço de saúde para o alcance das metas com o devido acompanhament o do Conselho 
Municipal de Saúde. Posteriormente, a aprovação pelo Conselho Municipal d e Saúde, 
este Plano Municipal de Saúde substituirá o Plano Municipal de Saúde 2022-2025.

Quarta-feira
11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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REFERÊNCIAS  
 
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Departamento de Articulação Interfederativa. Caderno de Diretrizes, Objetivos, Metas e

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11 de fevereiro de 2026
Ano IX • Edição Nº 4709
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Indicadores: 2013 –2015 / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e 
Participativa. Departamento de Articulação Interfederativa. –Brasília. Ministério da 
Saúde, 2013. 156 p.: il. –(Serie Articulação Interfederativa, v. 1) 
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Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departa mento de Ações 
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(Série B. Textos Básicos de Saúde) (Série Pactos pela Saúde 2006, v. 12) 
BRASIL. Ministério da Saúde/DATASUS. Sistema de Informações  sobre 
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Nascidos Vivos SIMtabnet/SES/MG. Acesso em: 2025 
BRASIL. Ministério da Saúde/DATASUS. Sistema de Informações Hospitalares 
–SIH. Acesso em: 2025 
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Ambulatoriais SIA. Acesso em: 2025 
BRASIL. Ministério da Saúde/DATASUS. Sistema de Vigilância Alimentar e 
Nutricional–Sisvan. Acesso em: junho de 2025 
BRASIL. Ministério da Saúde/Sistema de Gestão Clínica de Hipertensão Arterial 
e Diabetes Mellitus da Atenção Básica.

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Departamento de Gestão da Educação na Saúde – Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 
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Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Departamento de Promoção da Saúde. – 
Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: &lt; https://www.conase ms.org.br/wp 
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BRASIL. Ministério da Saúde. Unicef. Cadernos de Atenção Básica: Carências 
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Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em:  
cadernos_atencao_basica_carencia_micronutrientes.pdf . Acesso em: 2025. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primári a à Saúde. 
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https://aps.saude.gov.br/ape/vigilanciaalimentar&gt;. Acesso em: 2025.

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Amargosa – BAHIA, 1997 – 1998. Saúde &amp; Cidade em Debate, Rio de Janeiro, RJ, 
Número Inaugural: 15-42, Agosto , 1999. 
IBGE. IBGE Cidades. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/. Acesso em : 
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Organização Pan-Americana da Saúde. Módulos de Princípios de Epidemi ologia 
para o Controle de Enfermidades. Módulo 2: Saúde e doença na população / Organização 
Pan Americana da Saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde; Ministério da 
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/modulo_principios_epidemiologia_2.pdf&gt;. 
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PAIM J.S.; TEIXEIRA C.F.. Política e gestão em saúde. Rev Saúde Pública 
2006;40(N Esp):73-8. Disponível em: &lt; 
https://www.scielo.br/j/rsp/a/T59CdBgDQyGf3hqLpZCjyks/?format=pdf&amp;lang=pt&gt;. 
Acesso em 2025. 
PEREIRA, Sheila Duarte. Conceitos e Definições em Epidemiologia importantes 
para Vigilância Sanitária Revisão Bibliográfica e Organização d e Sheila Duarte Pereira. 
Conceitos e Definições em Epidemiologia importantes para Vigilância Sanitária Revisão 
Bibliográfica e Organização de Sheila Duarte Pereira. 2004. CVS, 2007. São Paulo. 
Acesso em:&lt; http://www.cvs.saude.sp.gov.br/pdf/epid_visa.pdf&gt;. Acesso em: 2025.

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REDE Interagencial de Informação para a Saúde Indicadores básicos para a saúde 
no Brasil: conceitos e aplicações / Rede Interagencial de Informação para a Saúde -Ripsa. 
2. ed. –Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2008. 349 p.: i

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Ano IX • Edição Nº 4709
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RESOLUÇÃO CMS (Nº 001/2026)
 
  
RESOLUÇÃO Nº 001/2026 
 
Dispõe sobre a aprovação do Plano Municipal de 
Saúde 2026-2029 do munícipio de Amargosa-Ba, 
O Conselho Municipal de Saúde de Amargosa- Ba, no uso de suas atribuições leg ais, 
conforme Lei Nº 8.080, de 19 de setembro de [990 e Lei Nº 8.142, de 28 de dezembro de 
1990, resolve homologar o Plano Municipal de Saúde 2026-2029 em reunião ordinária 
realizada no dia 17 de dezembro de 2025. 
CONSIDERANDO: 
A realização da 7ª Conferência Municipal de Saúde, convocada pelo decreto nº 062 de 23 
de abril de 2025, com objetivo de reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e  
diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS; 
A participação do Conselho Municipal de Saúde e conselheiros, equipe técnica e gestor 
do SUS municipal na elaboração deste Plano Municipal de Saúde; 
Que o PMS 2026-2029, na sua integra, foi disponibilizado para consulta dos conselheiros 
municipais de saúde, com vistas a reforçar a transparência e o com promisso da 
municipalidade com os princípios da gestão participativa; 
Que no Plano Municipal de Saúde de Amargosa 2026-2029 são definidas as 
responsabilidades sanitárias de sua competência e onde são expressas as  políticas, os 
compromissos e as prioridades de saúde da gestão, sendo a base para a  execução, 
acompanhamento e a gestão do SUS municipal: 
RESOLVE:  
Artigo 1º: Aprovar o Plano Municipal de Saúde 2026-2029 do município de Amargosa -
Ba; 
Artigo 2º: A presente resolução entrará em vigor na data de sua publicação. 
Elissandra Alves Santos Rodrigues 
Presidente do CMSA Elissandra Alves Santos Rodrigues 
 
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      <url>https://dom.amargosa.ba.gov.br/atos/5472/</url>
    </ato>
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