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    <date>2019-05-13</date>
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      <title>DIÁRIO OFICIAL DO - Edicao 3024</title>
      <kind>Diario Importado</kind>
      <number>3024</number>
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      <summary>Diário Oficial do EXECUTIVO Prefeitura Municipal de Amargosa - BA Segunda-feira • 13 de maio de 2019 • Ano II • Edição Nº 3024 QR CODE SUMÁRIO NOTA: As matérias que possuem um asterisco (*) em sua descrição, indicam REPUBLICAÇÃO. GESTOR: JÚLIO PINHEIRO DOS...</summary>
      <content>Diário Oficial do
EXECUTIVO
 Prefeitura Municipal de Amargosa - BA 
Segunda-feira •  13 de maio de 2019 •  Ano II • Edição Nº 3024
QR CODE
SUMÁRIO
NOTA: As matérias que possuem um asterisco (*) em sua descrição, indicam REPUBLICAÇÃO.
GESTOR: JÚLIO PINHEIRO DOS SANTOS JÚNIOR
http://pmamargosaba.imprensaoficial.org/
 - CERTIFICADO DIGITALMENTE POR: AC CERTSIGN SRF ICP-BRASIL | IMPRENSAOFICIAL.ORG - 
GP - GABINETE DO PREFEITO ............................................................................. 2
ATOS OFICIAIS ......................................................................................... 2
DECRETO (Nº 029/2019) * ................................................................................... 2

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ÓRGÃO/SETOR: GP - GABINETE DO PREFEITO
CATEGORIA: ATOS OFICIAIS
DECRETO (Nº 029/2019) *
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DECRETO Nº 029 DE 10 DE MAIO DE 2019 
 
 
Convoca consulta e audiência pública para discussão 
com a população usuária sobre a minuta do contrato 
de programa para a contratação da prestação de 
serviços públicos de abastecimento de água e de 
esgotamento sanitário no Município de Amargosa/BA, 
prevista nos artigos 11, IV, 19, § 5º e § 9º e 51 da Lei 
Federal nº 11.445/2007 e regulamenta as suas 
realizações. 
 
 
  O  PREFEITO DO MUNICÍPIO DE AMARGOSA , Estado da Bahia, no uso 
da atribuição que lhe confere a Lei Orgânica Municipal, e tendo em vista o disposto nos 
artigos 11, IV, 19, § 5º e § 9º-A e 51 da Lei Federal nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007,  
 
  CONSIDERANDO as modificações implementadas pela Medida Provisória nº 
868/2018, vigente por força do Ato Declaratório do Presidente da Mesa do Congresso 
Nacional nº 16, de 2019, publicado no Diário Oficial da União em 28 de março de 2019;  
 
  CONSIDERANDO os estudos disponibilizados pela Empresa Baiana de Águas e 
Saneamento S/A – Embasa;  
 
DECRETA :  
 
  Art. 1º.  Fica convocada para o dia 21/05/2019, às 09h00min, na Edifício 
Maçônico, antiga Lira Carlos Gomes, Praça Lourival Monte, s/n, Centro, Amargosa/BA, 
a Audiência Pública para análise e discussão com a população usuária acerca das 
disposições constantes da minuta do contrato de programa para a contratação da prestação 
de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Município 
de Amargosa, visando atender ao disposto na Lei Federal nº 11.445, de 5 de janeiro de 
2007, regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.217 de 21 de junho de 2010 e, ainda da

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Lei Federal nº 12.305 de 02 de agosto de 2010 e da Lei Estadual nº 11.172, de 01 de 
dezembro de 2008.  
 
  Art. 2º.  Fica instituído o regulamento da consulta e audiência pública sobre a 
minuta do contrato de programa para a prestação de serviços públicos de abastecimento 
de água de esgotamento sanitário no Município de Amargosa/BA, constantes neste 
Decreto.  
 
  Art. 3º.  Fica convocada para o período de 13/05/2019 a 17/05/2019, às 17h00min, 
a Consulta Pública sobre a minuta do contrato de programa para a prestação de serviços 
públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Município de 
Amargosa/BA. 
 
  Art. 4º.  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário.  
 
Publique-se!                    Registre-se!                   Cumpra-se! 
 
Gabinete do Prefeito, 10 de maio de 2019. 
 
Júlio Pinheiro dos Santos Júnior  
Prefeito Municipal

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REGULAMENTO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O CONTRATO DE 
PROGRAMA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE 
ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NO 
MUNICÍPIO DE AMARGOSA/BA .  
 
1. OBJETIVOS  
1.1. No dia 21/05/2019, às 9h00min, no Edifício Maçônico, antiga Lira Carlos Gomes, 
Praça Lourival Monte, s/n, Centro, Amargosa/BA, realizar-se-á a Audiência Pública para 
a análise e discussão com a população usuária acerca das disposições constantes da 
minuta do contrato de programa para a contratação da prestação de serviços públicos de 
abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Município de Amargosa/BA, 
visando atender ao disposto na Lei Federal nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, 
regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.217 de 21 de junho de 2010 e, ainda da Lei 
Federal nº 12.305 de 2 de agosto de 2010 e da Lei Estadual nº 11.172, de 1 de dezembro 
de 2008.  
1.2. A Audiência Pública de que trata este Regulamento tem os seguintes objetivos:  
I – possibilitar a comunicação direta entre o Município, a promitente prestadora dos 
serviços e os cidadãos;  
II – identificar, na forma mais ampla possível, todos os aspectos relevantes à matéria 
objeto da Audiência Pública;  
III – possibilitar a efetiva participação do cidadão e de segmentos da sociedade na 
discussão sobre o Contrato de Programa para a prestação de serviços públicos de 
abastecimento de água e de esgotamento sanitário na sede do Município;  
IV – permitir ao Município maior conhecimento dos desejos dos usuários, de modo a 
viabilizar um Contrato de Programa para a prestação de serviços públicos de 
abastecimento de água e de esgotamento sanitário na sede do Município em consonância 
com os interesses dos munícipes. 
 
2. PROCEDIMENTOS 
2.1. Procedimento Comum – Abertura  
2.1.1. A Prefeitura do Município de Amargosa/BA divulgará amplamente a convocação 
da Audiência Pública sobre o Contrato de Programa para contratação da prestação de

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serviços públicos municipais de abastecimento de água e esgotamento sanitário no 
Município, onde constarão horário, data e local de realização do evento.  
2.1.2. A Audiência Pública será presidida por representante da Prefeitura Municipal, 
designado pelo Prefeito.  
2.1.3. A Câmara dos Vereadores designará 01 (um) vereador como Ouvidor da Audiência. 
Caberá ao Ouvidor receber e registrar as questões e auxiliar o Presidente na mediação e 
condução do processo.  
2.1.4. Os trabalhos, desenvolvidos em 01 (um) dia, serão iniciados às 09h00min, com as 
inscrições, a composição da mesa e a execução do Hino Nacional.  
2.1.5. Além do presidente e do Coordenador do Comitê de Coordenação, serão 
convidados a compor a mesa, em ambas as sessões, 01 (um) representante da Empresa 
Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), 01 (um) representante da Agência Reguladora 
de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado da Bahia - 
AGERSA/BA, 01 (um) representante do Ministério Público da Bahia, 01 (um) 
representante do Poder Judiciário Estadual, 01 (um) representante da sociedade civil 
organizada e das Instituições Ambientais regionais, que deverão ser convidados por meio 
de ofício, encaminhado com aviso de recebimento - AR.  
2.1.6. As autoridades discriminadas neste parágrafo, se presentes na sessão, também serão 
convidadas a compor a mesa.  
2.1.7. As inscrições dos participantes serão feitas com o registro dos mesmos em lista de 
presenças, procedimento válido tanto para os ouvintes como também para aqueles que 
desejarem se manifestar ou expor oralmente suas contribuições sobre o tema da 
Audiência. 
2.2. Discussão do Contrato de Programa 
2.2.1. Às 08h30min dar-se-á a execução do Hino Nacional, seguida da leitura deste 
regulamento pelo Presidente da Audiência, ao término da qual o representante da 
Prefeitura Municipal de Amargosa/BA terá um tempo de 20 (vinte) minutos para expor 
sobre as disposições constantes da minuta do contrato de programa para a contratação da 
prestação de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no 
Município de Amargosa.  
2.2.2. Após a apresentação do representante da Prefeitura Municipal, um membro 
designado do Comitê Executivo terá um tempo máximo igual a 20 (vinte) minutos para 
expor e explicar as cláusulas e condições do Contrato de Programa.

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2.2.3. Concluídas as considerações do Comitê Executivo, será dado o prazo de 05 (cinco) 
minutos para que cada membro da mesa manifeste suas considerações. Logo após os 
inscritos para as manifestações orais serão chamados ao microfone, obedecida a ordem 
de chegada dos mesmos à mesa de inscrição.  
2.2.4. Cada inscrito terá um limite de 3 minutos para suas colocações.  
2.3. Encerramento  
2.3.1. A Audiência Pública poderá ser declarada encerrada às 12h30min ou, antes deste 
horário, caso cheguem ao fim as exposições dos presentes.  
2.3.2. Aqueles que não puderem se manifestar devido à limitação de horário, poderão 
fazê-lo por escrito, com a identificação do nome, em formulário a ser solicitado na mesa 
de inscrição; ou por e-mail, até às 17 horas do dia 17/05/2019, através do endereço 
dima@amargosa.ba.gov.br. Os que se manifestarem por escrito em formulário deverão 
devolver os mesmos aos atendentes na mesa de inscrição.  
2.3.3. No dia 21/05/2019, a integralidade das colocações e contribuições, juntamente com 
a Ata da Audiência Pública, será juntada ao processo de contratação, devendo estar 
disponíveis para a consulta na sede da Prefeitura. 
2.3.4. Outros procedimentos não previstos neste regulamento e necessários ao bom 
andamento dos trabalhos poderão ser adotados a partir de decisão do Presidente da 
Audiência. 
 
Gabinete do Prefeito, 10 de maio de 2019. 
 
Júlio Pinheiro dos Santos Júnior 
Prefeito Municipal

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CONSULTA PÚBLICA SOBRE A MINUTA DO CONTRATO DE 
PROGRAMA ENTRE O MUNICÍPIO DE AMARGOSA E A EMPRESA 
BAIANA DE ÁGUAS E SANEAMENTO (EMBASA ). 
FORMULÁRIO PARA SUGESTÕES  
O controle social é uma das diretrizes da Lei 11.445/2007 (Lei Nacional de 
Saneamento Básico) e ele é exercido, também, por meio de consulta pública, 
quando decisões precisam ser tomadas na gestão dos serviços de saneamento 
básico nos municípios. Este formulário deve ser preenchido com sugestões para 
a melhoria ou ajuste da minuta do Contrato de Programa entre o Município de 
Amargosa e a Embasa. O envio de sugestões pode ser feito de 13 de maio a 17 de 
maio de 2019, presencialmente na Sede da Secretaria Municipal de Meio 
Ambiente (endereço: Parque de Exposições Jorge Sales, Av. Dr. Luiz Sande – 
Amargosa-BA ),
 ou para o e-mail: dima@amargosa.ba.gov.br. 
Informações adicionais podem ser solicitadas por meio do e-mail acima. 
 
NOME COMPLETO: * 
CPF .:/RG .: * 
BAIRRO/LOCALIDADE: * 
ENTIDADE/ÓRGÃO/ASSOCIAÇÃO/UNIVERSIDADE: 
SUGESTÕES: 
* informação obrigatória

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TERMO DE APROVAÇÃO DO ESTUDO QUE FUNDAMENTA O CONTRATO DE 
PROGRAMA A SER FIRMADO ENTRE O MUNICÍPIO DE AMARGOSA – BAHIA E 
A EMPRESA BAIANA DE ÁGUAS E SANEAMENTO S.A. – EMBASA 
 
 
 
 O Município de Amargosa – Bahia, pessoa jurídica de direito público interno, inscrito 
no CNPJ sob o nº. 13.825.484/0001-50, com sede administrativa na Praça Lourival Monte, s/n, 
neste ato representado pelo Prefeito, Sr. Júlio Pinheiro dos Santos Junior, brasileiro, solteiro, 
portador da Cédula de Identidade nº. 08.664.472-61 SSP/BA, residente e domiciliado na Av. 
Lomanto Junior, 06, Centro, Amargosa, Bahia, CEP45.300-000, tendo em vista que o mesmo 
não possui Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) e Estudo de Viabilidade Técnica e 
Econômico-Financeira (EVTE), conforme previsão constante no artigo 11, incisos I e II, da Lei 
Federal nº 11.445/2007, vem, por meio deste, APROVAR  o Estudo que Fundamenta o Contrato 
de Programa (EFCP), que contém o Diagnóstico Municipal de Abastecimento de Água e 
Esgotamento Sanitário do Município de Amargosa e a Comprovação de Viabilidade Técnica e 
Econômico-Financeira da Prestação dos Serviços Públicos de Abastecimento de Água e 
Esgotamento Sanitário do Município de Amargosa, suprindo, assim, a determinação presente 
no artigo 11, § 5º-A, da Lei 11.445/2007, incluído pela Medida Provisória nº 868/2018. 
 
Amargosa – Bahia, em 10 de maio de 2019. 
 
JULIO PINHEIRO DOS SANTOS JUNIOR  
PREFEITO MUNICIPAL

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ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICO-FINANCEIRA DA 
PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO 
SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE AMARGOSA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Março/2019

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SUMÁRIO 
CONSIDERAÇÕES INICIAIS ............................................................................................  4 
1.Diagnóstico do Município ................................................................................................  5 
1.1 Dados Gerais: .......................................................................................................  5 
1.2. Localização ..............................................................................................................  9 
1.2 – Aspectos geográficos ........................................................................................  9 
1.4. Indicadores de Saúde ............................................................................................  10 
1.5. Qualidade da Água Distribuída para a População ................................................. 10 
1.6.  Características do Sistema de abastecimento atual ............................................. 12 
1.7. Projeção Demográfica ...........................................................................................  13 
2.     Objetivos e Metas para Expansão dos Serviços ...................................................... 14 
2.1. Área de Atendimento ................................................ Erro! Indicador não definido. 
2.2. Abastecimento de Água ........................................................................................  15 
2.3. Sistema de Esgotamento Sanitário .......................................................................  16 
3. Programas, Projetos e Ações Propostas .....................................................................  17 
3.1. Abastecimento de água .........................................................................................  17 
3.2. Sistema de Esgotamento Sanitário .......................................................................  18 
4. Investimentos ...............................................................................................................  19 
5. Fontes de Financiamentos ...........................................................................................  20 
6. Conclusão ....................................................................................................................  21 
7. Anexos .........................................................................................................................  21 
7.1 Anexo I -  Plano de Contingência ...........................................................................  21

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7.2 Anexo II - Mecanismos de Acompanhamento do Plano Municipa l de Saneamento 
Básico. ..........................................................................................................................  26 
7.3 Anexo III - comprovação de viabilidade técnica e econômico-financeira ................ 27

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CONSIDERAÇÕES INICIAIS 
O Presente Estudo de Viabilidade Técnica e Econômico-Financeira da Prestaçã o dos 
Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Município de Amargosa 
foi elaborado com base nas informações fornecidas pela Embasa, órgãos municipais e 
estaduais.  
Tal estudo tem por objetivo estabelecer o planejamento de ações e proje tos de 
saneamento de maneira a que esteja em concordância com os princípios norteadores da 
política nacional e estadual de saneamento, assegurando recursos que garanta a 
expansão gradual e progressiva do acesso aos serviços públicos de água e  dos serviços 
de esgotamentos sanitário, contribuindo para a promoção da saúde e o desenvolvimento 
do município. 
Os principais estudos utilizados para a elaboração do estudo foram: 
Levantamento de informações fornecidas pela Embasa juntamente com o 
Município;  
Plano de contingência, considerando a continuidade d os serviços de água e 
esgotamento sanitário por prestador no município.  
Dados municipais: IBGE, Comitê de Bacias Hidrográficas do Recôncavo Sul, 
Território de Identidade do Recôncavo, Embasa, Prefeitura Municipal;  
a) Dados da População censo 2010, com estimativas 2018: IBGE; 
b) Qualidade da água fornecida para a população: dados da Embasa relativ a à 
portaria Consolidada nº 05 de 28/09/2017 do Ministério da Saúde. 
c) Projeção da População e Domicílios; 
Este estudo será utilizado pelo município para: 
a) Acompanhar o Contrato de Prestação de Serviços; 
b) Auxiliar a elaboração do PMSB;

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1. DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO  
1.1. Dados Gerais: 
Histórico: 
A região de Amargosa era de domínio dos índios Karirís de língua Kara muru e Sapuyá, 
que perdurou até meados do século XIX quando os remanescentes foram  massacrados 
pelos colonizadores. 
Por volta do ano de 1840 começou a formar o próspero povoado iniciado com as 
famílias de Gonçalo Correia Caldas e Francisco José da Costa Moreira, em volta de uma 
Capelinha por eles construída. 
Fruto da localização e ponto de troca comercial com o sertão, em 1855, fo i elevada de 
freguesia a Capela de Nossa Senhora do Bom Conselho das Amargosas, perten cendo a 
Vila de Tapera, atual Santa Terezinha.  
Com o crescimento do povoado, devido ao prospero plantio de fumo e café, em 1878, foi 
instalada a Vila de Nossa Senhora do Bom Conselho das Amargosas, sendo que no dia 
2 de julho de 1891, aconteceu a sessão solene de elevação de Vila a  categoria de 
cidade de Amargosa, executando o ato de criação de 19 de junho de 1891, do Dr. José 
Gonçalves da Silva, governador do Estado da Bahia. 
A importância da imigração e colonização europeia no final do século X IX, está presente 
na cultura de Amargosa e nas construções ainda existentes, seja ela Italiana , 
Portuguesa ou Espanhola que se estabeleceram na cidade. A maioria en trou no 
comércio com os armazéns de secos e molhados, empórios, na exportação e importação 
e na área rural com plantio de café e fumo. 
Também é necessário ressaltar a importância dos afrodescendentes que aqu i chegaram 
na condição de escravos para executarem o trabalho na cultura do café. A s marcas 
desse povo estão em toda parte, seja na religiosidade, ritmos musicais, folclore, a forma 
de produção das culturas de subsistência, principalmente na cultura da mandioca.

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Formação Administrativa: 
Distrito criado com a denominação de Amargosa, pela resolução nº 574, d e 30 de junho 
de 1855, subordinado ao município Tapera (mais tarde Monte Cruzeiro). 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Amargosa, pela lei provincial nº 
1726, de 21 de abril de 1877, desmembrado de Tapera. Sed e do antigo distrito de 
Amargosa. Constituído do distrito sede. Instalado em 15 de fevereiro de 1878. 
Pela lei provincial nº 2190, 28 de junho de 1881, é criado o distrito d e Tartaruga e 
anexado ao município de Amargosa. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Amargosa, por a to em 09 de 
junho de 1891. 
Pela lei estadual nº 767, de 25- 04-1910, é criado o distrito de Corta Mão e anexado ao 
município de Amargosa. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constitu ído de 
4 distritos: Amargosa, Corrente, Corta-Mão e Tartaruga. 
Pela lei municipal nº 126, de 07 de maio de 1917, é criado o distrito de Brejões e 
anexado ao município de Amargosa. 
Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 01 de setembro 1920, município é 
constituído de 7 distritos: Amargosa, Brejões, Corrente, Corta Mão, Ribeirão, Tartaruga e 
Veados (ex-Triunfo). 
Pela lei estadual nº 1715, de 24 de julho de 1924, foi desmembra do do município de 
Amargosa os distritos de Brejões e Veados, para constituírem o novo mun icípio de 
Brejões. 
Pelo decreto estadual nº 8622, de 01 de setembro de 1933, é criado  o distrito de São 
Roque e anexado ao município de Amargosa. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituí do de 5 
distritos: Amargosa, Corrente, Corta Mão, São Roque e Tartaruga.

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Pelo decreto estadual nº 11089, de 30 de novembro de 1938, o distrito de São Roque 
tomou a denominação de Diógenes Sampaio. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o municíp io é constituído de 5 
distritos: Amargosa, Corrente, Corta Mão, Diógenes Sampaio (ex-São Roque) e 
Tartaruga. 
Pelo decreto estadual nº 12978, de 01 de junho de 1944, o distrito  de Corrente tomou a 
denominação de Itachama. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o município é co nstituído de 5 
distritos: Amargosa, Corta Mão, Diógenes Sampaio, Itachama (ex-Corrente) e Tartaruga. 
Pela lei estadual nº 628, de 30 de dezembro de 1953, é criado o  distrito de Nossa 
Senhora dos Milagres (ex-povoado de Milagres), com terras desmembradas do  distrito 
de Tartaruga e anexado ao município de Amargosa. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1955, o município é constituído de 6 
distritos: Amargosa, Corta Mão, Diógenes Sampaio, Itachama, Nossa Senhora dos 
Milagres e Tartaruga. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960. 
Pela lei estadual nº 1589, de 22 de dezembro de 1961, desmemb ra do município de 
Amargosa os distritos de Nossa Senhora dos Milagres e Tartaruga, para constituírem o 
novo município de Milagres (ex-Nossa Senhora dos Milagres). 
Em divisão territorial datada de 31de dezembro de 1963, o município é  constituído de 4 
distritos: Amargosa, Corta Mão, Diógenes Sampaio e Itachama. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 
O principal rio que corta o município de Amargosa é o Jiquiriçá-Mirim, tend o como 
afluentes os riachos da Correntina, Tamanduá, Cavaco, Boqueirão, Bainha, Tim bó, 
Tauá, Massaranduba, Baixada e outros de menor vazão. Também são importantes para 
o município os rios Corta Mão, Riachão, Verde e Capivara.

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Divisando com os municípios de Mutuípe, Laje e Ubaíra é predominante as forma ções 
florestais secundárias (capoeira). À medida que se aproxima dos municípios de Brejões 
e Milagres, as temperaturas e os índices pluviométricos diminuem, ocorrendo formações 
com aspectos arbóreos menos exuberantes e ocorrem formações de caating a na divis a 
com os municípios de Santa Terezinha e Milagres.  
A sede do município de Amargosa, compreende os bairros do Centro, Rodã o, São 
Roque, Santa Rita, Alto da Bela Vista, Katiara, URBIS l, URBIS ll e Sucupir a. Além da 
sede do município existem os distritos de Corta Mão, Itachama e Diógenes Sampaio e 
quatro povoados: Acajú, Baixa de Areia, Cavaco e Barreiro. 
A pecuária extensiva é a marca do médio e grande produtor, sendo que  a pecuária de 
leite intensiva, inserida no contexto nos anos 70 tinha se mostrado como a lternativa e 
tem passado por grandes  dificuldades devido ao custo dos insumos. Atualmente, a 
maioria da população ativa em Amargosa está inserida no setor primário , produzindo na 
agricultura as culturas de subsistência tendo a mandioca como a mais importante , com 
ênfase para banana, milho, feijão, fumo e amendoim, que são o sustentáculo da 
pequena produção. No cacau, café e a cana de açúcar encontram-se a alternativa da 
pequena e da média produção.  
Das várias formas de comercialização na região, a mais usual é a feira livre, destacando-
se como centro de convergência da produção regional, onde se reúnem prod utores, 
intermediários, caminhoneiros e outros agentes. A produção leiteira é be neficiada pelas 
micro-usinas de produtores ou comprada por usinas em outros municípios. O caf é, 
cacau e o fumo são comercializados por armazém representantes de grandes empresas 
do ramo. Parte do café está sendo beneficiada por torrefadoras locais.

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1.2. Localização 
 Figura 1 : Localização do município de Amargosa  
 
Fonte: SEI - Estatísticas dos Municípios Baianos, 2011 
1.3.  Aspectos geográficos 
O Município de Amargosa está localizado na Microrregião do Centro Sul Baia no, 
distando 235 km da capital do estado. Geograficamente, ocupa um espa ço territorial de 
435,9 km², entre as coordenadas geográficas 13º01’48”  de latitude Sul de Greenwich  e 
39º36’18” de longitude oeste, a uma altitude de 396 metros em relação ao nível do mar . 
O seu clima tem grande variação, abrangendo o úmido, úmido-subúmido , subúmido-
semiárido e semiárido. As temperaturas variam de 15°C no inverno a 26 °C nas estações 
mais quentes. 
Situada no Vale do Jiquiriçá, em uma das mais belas paisagens do interior da Bahia, que 
incluem rios, cachoeiras, matas e trilhas. Possui um dos quatro melhores índices de 
saúde da Bahia, a cidade melhora sua infraestrutura e vem crescendo economicamente.  
O município de Amargosa é composto por morros e colinas de vertente s íngremes a 
aguçado e com tendência a crista, de forma convexa, sendo que n a parte norte da 
região é mais abaulado e próximo ao município de Santa Terezinha tabular, o relevo, 
portanto, é controlado pela estrutura com uma altitude variando de 230  a 980 m, 
destacando as serras de Tartaruga, Julião e Baratinha.

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1.4.  Indicadores de Saúde 
O aspecto analisado foi à verificação do número de internações por infecções e por 
doenças do aparelho digestivo e podem estar relacionados por deficiências dos serviços 
de saneamento (água e esgoto). 
A Figura 2 apresenta a quantidade de registro que deram entrada nas unidades de saúde 
do município com CID relacionado a doenças do aparelho digestivo ocasionadas por 
veiculação hídrica nos últimos cinco anos, onde os registros formais apontam pa ra a 
população no ultimo ano, podendo, esses quantitativos serem bem maiores. 
Figura 2: Internações por doenças do aparelho digestivo (2013 – 2017) 
 
Fonte: Secretaria de Saúde de Amargosa  
1.5.  Qualidade da Água Distribuída para a População 
A qualidade da Água Distribuída para a População deve atender a  legislação específica 
estabelecida pela União e pelo Estado da Bahia referente à qualidade da água que trata 
e distribui à população, citadas a seguir: 
 Portaria de Consolida da nº 05 de 28/09/2017 do Ministério da Saúde. 
 Decreto Federal 5440, de 04 de maio de 2005;

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Em atendimento a Legislação Federal, decreto 5440, anualmente a Embasa elabora e 
divulga em seu site, relatórios sobre a qualidade da água e mensalmen te informa na 
conta da água dos clientes, dados referentes à qualidade da água. 
  Além das informações da conta, são disponibilizadas as informações atravé s do 
Siságua (Estadual) e do SNIS (Nacional), além da disponibilização, quando soli citado, 
ao município, proporcionando as autoridades municipais o acompanhamen to da 
qualidade do produto disponibilizado. 
A Embasa controla a qualidade da água em todo sistema de abastecimen to, desde os 
mananciais até o registro de entrada do imóvel dos clientes, coletando amo stras e 
realizando análises diariamente, conforme preconizado na legislação vigente.  
O gráfico abaixo apresenta um resumo das análises realizadas em 2017 nas redes 
distribuição no município de Amargosa, relacionando a quantidade exigida pe lo plano de 
amostragem, a quantidade realizada e a quantidade em conformidad e, onde são 
analisados os parâmetros de cor, turbidez, Escherichia coli, Coliformes Totais, 
Organismos Heterotróficos e Cloro. 
Figura 3: Cumprimento da Portaria de Consolidação nº 05/2017 - MS 
 
Fonte: Embasa, 2017

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Cabe ressaltar que essas análises acontecem apenas nas redes de distribu ição, sendo 
que outras análises são realizadas também, nas barragens e na estaçã o de tratamento 
de água, sendo que estas não foram aqui relacionadas.  
O presente Diagnóstico propõe a manutenção do controle da qualidade da  água 
distribuída atualmente, que deve ser atualizado ao longo do tempo  com eventuais 
alterações nas legislações.   
1.6. Características do Sistema de abastecimento atual 
Atualmente o município de Amargosa possui aproximadamente 100%
 de cobertura de 
água em sua área urbana, cujos serviços são prestados pela Embasa, o nde há um 
convênio Entre Entes Federados (Estado e Município), assinado em 2016. 
O sistema integrado de abastecimento de água de Amargosa é suprido p or dois 
mananciais de superfície - riacho Timbó e riacho Riachão. O riacho Timb ó nasce no 
município de Amargosa e o riacho Riachão nasce no município de Ubaíra, é  afluente do 
rio Jequiriçá-Mirim, pertencentes à bacia hidrográfica do Rio Jequiriçá. 
A captação no riacho Timbó é feita por gravidade, através de aduto ra de 200 mm e m 
ferro fundido, com vazão de 25 L/s e extensão de 8.970 m até à Estação de Tratamento 
de Água - ETA de Amargosa. A captação do riacho Riachão é fe ita através de mangotes 
instalados sobre plataformas flutuantes, que alimentam dois conjuntos motor bomb a, 
sendo 01 reserva, com características idênticas, potência de 60 CV, altura manom étrica 
de 68 mca e vazão de 40 L/s. Através de adutoras de ferro fundid o DN 300 mm, a água 
é transportada para as Estações Elevatórias de Água Bruta – EEAB 01 e 02
 interligadas 
a um reservatório apoiado com capacidade para 100 m3, e dois conjun tos motor bomba 
com potência 60 CV, vazão 40 L/s, e adutora com extensão de 16.80 3 m, até a ETA , 
que está situada à rua Gilda Ferreira nº 320, centro, Amargosa, onde a água oriunda das 
duas captações passam por processos de tratamento com adição de prod utos químicos 
diversos. 
A ETA de Amargosa realiza tratamento de água 24 horas por dia com o sistema do 
Timbó e 20 horas por dia, em média, com o sistema de Riachão.  A distrib uição é

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interrompida somente no horário considerado “de ponta”, que é das 17:50 às 21:10 h, de 
segunda a sexta-feira. Aos sábados, domingos e feriados, a distribuição ocorre 24 horas, 
se necessário. 
Por conta da elevada consciência ambiental, todo efluente gerado p elas descargas e 
lavagens de filtros e decantadores da ETA é direcionado para dois reservató rios 
circulares de placa, apoiado, com 350 m³ de capacidade, onde se processa nova 
decantação. Por meio de 02 CMBs, potência 2 CV, o clarificado é 100% reaprov eitado, 
retornando ao processo produtivo em 02 pontos: um na entrada de água bruta e outro na 
saída da água decantada, dependendo da qualidade da ág ua nesse reciclo, bem como 
da necessidade do sistema. O lodo produzido nessa decantação é transf erido para um 
Bag – sistema geotêxtil, através de um CMB submersível, rotor aberto, potência 3 CV. 
Ao concluir-se todo processo de tratamento, a água, apta para consumo  humano, é 
armazenada em um reservatório apoiado de 500 m³ de capacidade. Deste , a mesma é 
bombeada por conjuntos elevatórios, de 75 CV de potência, para o reservatório elevado 
com 350 m³ de capacidade, onde é feita a distribuição para a cidade de Amargosa. 
Existe também uma segunda elevatória, junto ao reservatório apoiado na ETA, com dois 
conjuntos motor bomba de 15 CV e vazão de 4,5 L/s que alimenta uma adutora de 150 
mm em ferro fundido que leva água até o stand-pipe, onde é fe ita a distribuição para as 
localidades de Tartaruga, Lagoa Queimada e Diógenes Sampaio.  
1.7.  Projeção Demográfica 
O serviço de saneamento deverá beneficiar a população das áreas caracterizad as 
urbanas do Município, visando a expansão gradual e progressiva dos serviços, por meio 
de sistema público e de condomínios particulares. 
A seguir são apresentadas as projeções da população urbana e dos d omicílios 
elaborados para os próximos 30 (trinta) anos. 
Tabela 1: Projeção demográfica urbana de Amargosa  
Ano População Domicílios 
 
Ano População Domicílios

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2017 29.245 9.264 
 
2033 35.487 12.101 
2018 29.621 9.427 
 
2034 35.890 12.295 
2019 30.000 9.591 
 
2035 36.295 12.491 
2020 30.380 9.758 
 
2036 36.700 12.689 
2021 30.763 9.926 
 
2037 37.107 12.889 
2022 31.147 10.096 
 
2038 37.515 13.030 
2023 31.534 10.269 
 
2039 37.923 13.172 
2024 31.922 10.443 
 
2040 38.333 13.314 
2025 32.311 10.620 
 
2041 38.743 13.457 
2026 32.703 10.798 
 
2042 39.154 13.600 
2027 33.096 10.978 
 
2043 39.566 13.743 
2028 33.491 11.160 
 
2044 39.978 13.886 
2029 33.887 11.345 
 
2045 40.391 14.029 
2030 34.285 11.531 
 
2046 40.804 14.173 
2031 34.684 11.719 
 
2047 41.218 14.316 
2032 35.085 11.909 
 
       
Fonte: Embasa 
2. OBJETIVOS E METAS PARA EXPANSÃO DOS SERVIÇOS 
Objetivando o atendimento das áreas de ocupação regular com sistema de  
abastecimento de água e sistema de esgotamento sanitário, priori zando as regiões mais 
adensadas, ficam estabelecidas as metas abaixo discriminadas: 
2.1. Área de Atendimento 
 Sede Municipal e localidades atualmente atendidas pela prestadora; 
 Não incluirá áreas de ocupação irregular . Entre muitas disfunções possíveis pode-
se citar: a desobediência às normas urbanísticas; o não recebimento oficial da s 
vias executadas e que devem ser doadas formalmente ao patrimônio pú blico; a

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falta de titulação correta da terra; a falta de correspondência entre o projeto 
apresentado e o executado, entre outras.  
  Não incluirá áreas de obrigação de fazer de terceiros (loteamento clandes tino ou 
loteamento irregular ou invasão). 
2.2. Abastecimento de Água 
Tabela 2: Cobertura Mínima do Serviço Urbano 
Ano 2018 Atual 5º 10º 15º 20º 25º 30º 
Cobertura (%) 100 100 100 100 100 100 100 
 
Objetivo: Medir o percentual de domicílios urbanos com disponibilidade de acesso  ao 
sistema público de abastecimento de água. 
Unidade de medida: % 
Fórmula de Cálculo: ICA= (EcoCadResAtÁgua+ DomDispÁgua) x100 
 DomÁreaAtendimento 
Onde: 
-  ICA – Índice de Cobertura dos Domicílios com Rede de Abastecimento de Água-( %); 
-  EcoCadResAtÁgua - economias cadastradas residenciais ativas de água – (unidades); 
-  DomDispÁgua - domicílios urbanos com disponibilidade de atendimento por rede 
pública de abastecimento - (unidades); 
PROGRAMA DE CONTROLE DE PERDAS 
Tabela 3: Programa de Controle de Perdas 
Ano 2017 Atual 5° 10° 15° 20° 25° 30° 
l/ramal/dia &lt;91,2 &lt;90 &lt;85 &lt;85 &lt;80 &lt;80 &lt;80

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Objetivo: Medir as perdas totais na rede de distribuição de água  
Unidade de medida: litros por ramal x dia (L/ramal.dia) 
Fórmula de Cálculo: IPL = VD – (VCM + VO) x 1000 
  NR     365 
Onde: 
- IPL – Índice de Perdas Totais na Distribuição – (litros/ramal x dia). 
- VD – volume disponibilizado à distribuição = Volume produzido +volume importado – 
volume exportado- (m³/ano). 
- VCM- volume de consumo medido ou estimado - (m³/ano). 
- VO – volume relativo aos usos operacionais, emergências e sociais- (m³/ano). 
- NR- quantidade de ramais- média aritmética de 12 meses do número de ligações ativas 
de água – (unidades). 
 
2.3. Sistema de Esgotamento Sanitário 
Tabela 4: Cobertura Mínima do Serviço Urbano 
Ano Atual 5° 10° 15° 20° 25° 30° 
Cobertura (%) 0 &gt;11 &gt;19 &gt;26 30 30 30 
 
objetivo: Medir o percentual de domicílios urbanos com disponibilidade de acesso a o 
sistema público de esgotamento sanitário. 
Unidade de medida: % 
Fórmula de cálculo: ICE=  (EcoCadResAtEsgoto + DomDispEsgoto) x 100

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DomÁreaAtendimentoEsgoto  
Onde: 
  -  ICE –Índice de cobertura dos Domicílios com Rede de Coleta de Esgotos – (%). 
  -  IcoCardResAtEsg – economias cadastradas residenciais ativas de esgoto- 
(unidades). 
  -  DomDispEsgoto- domicílios urbanos com disponibilidade de atendimento por rede 
pública de coleta de esgotos – (unidades). 
3. 3. Programas, Projetos e Ações Propostas 
Estão previstos diversos programas e ações, em 30 anos projetados, visando à melh oria 
dos sistemas de abastecimento de água, sendo intervenções no municí pio, na captação, 
tratamento e distribuição de água, uma vez que o mesmo compõe o  sistema integrado. 
Assim como a ampliação do sistema existente e a implantação de novo Sistema de 
Esgotamento Sanitário – SES, entre os quais podemos citar: 
 Crescimento vegetativo - rede de distribuição e ligações; 
 Expansão da cobertura de atendimento de água; 
 Implementação de ações para monitoramento e controle de perdas reais e 
aparentes (remanejamento de redes, setorização, geofonamento e repa ro de 
vazamentos, instalação de macromedidores, instalação e substituição de 
hidrômetro...); 
 Ampliação e Implantação do sistema de esgotamento sanitário.  
3.1. Abastecimento de água 
Os principais empreendimentos previstos para o sistema de abastecimento de água para 
o período de 30 anos e seus quantitativos estimados são: 
 Melhorias e ampliação em segurança patrimonial em áreas de reservatório  
(R$100.000,00);

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 Ampliação de rede para a localidade de Baitinga, 700m DN75 PVC PBA 
(R$55.000,00); 
 Substituição de trecho da AAT de Cova da Nega (R$41.000,00); 
 Substituição de trechos da AAB Timbó (R$125.000,00); 
 Ampliação da barragem do Timbó (R$35.000,00); 
 Implantação de EEAT intermediária para atendimento às localidades de Lagoa 
Queimada e Diógenes Sampaio (R$72.000,00); 
 Duplicação da AAT que abastece Três Lagoas, 1.000m DN75 PVC PBA  
(R$40.000,00); 
 Implantação de medidas de segurança patrimonial nas captações (R$45.000, 00); 
 Ampliação da ETA de Amargosa (R$460.000,00); 
 Implantação de um RAP de 500m³ na ETA (R$450.000,00); 
 Implantação de um RAP de 500m³ na ETA (R$450.000,00). 
 
3.2. Sistema de Esgotamento Sanitário 
Para que o município chegue a meta de 30% de cobertura para os próximos 30 anos 
conforme disposto na meta estabelecida, por não existir o serviço de e sgotamento 
atualmente, será necessário a realização das seguintes etapas: 
 Estudos de Concepção  – conjunto de estudos e conclusões referentes ao 
estabelecimento de todas as diretrizes, parâmetros e definições necessárias e 
suficientes para a caracterização completa do sistema a projetar, tendo como  
objetivos:  
 Identificação e qualificação de todos os fatores intervenientes com o sistem a de 
esgotos;

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 Diagnóstico do sistema existente, considerando a situação atual e futura (caso j á 
exista); 
 Estabelecimento de todos os parâmetros básicos de projeto; 
 Pré-dimensionamento das unidades dos sistemas, para as alternativas 
selecionadas; - escolha da alternativa mais adequada mediante a com paração 
técnica, econômica e ambiental, entre as alternativas, levantando os impactos 
negativos e positivos;  
 Estabelecimento das diretrizes gerais de projeto e estimativa das quantidade s de 
serviços que devem ser executados na fase de projeto;  
 Projeto Básico – conjunto de elementos necessários e suficientes, com precisão 
adequada, para caracterizar a obra e o serviço, ou o complexo de obras ou 
serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos 
técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade do empreendimento, e que 
possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e  do prazo de 
execução;  
 Projeto Executivo  – conjunto dos elementos necessários e suficientes à 
execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação 
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 
 Implantação e manutenção do Sistema de Esgotamento Sanitário – SES, 
compreendendo ETE, EEE e Redes Coletoras.  
4.  Investimentos 
O plano de investimento em obras para adequação e ampliação dos sistemas de água 
e implantação do sistema de esgotamento sanitário está baseado em informações 
disponíveis, não possuindo as características e detalhamento típico dos projetos de  
engenharia e meio ambiente. As reais intervenções que serão realizadas nos sistemas 
de água e esgoto dependem de estudos detalhados e projetos esp ecíficos e das

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respectivas aprovações ambientais e dos demais órgãos de controle, que po derão 
resultar em ações, soluções e dispêndios diferentes dos previstos. 
Para o atendimento de todos os programas e ações dos próximos 30 anos, de forma 
qualitativa e quantitativa, nas demandas dos sistemas de água e esg oto do município de 
Amargosa, serão necessários investimentos da ordem de R$ 32,52 milhões, em valores 
presentes. 
5.  FONTES DE FINANCIAMENTOS 
Tal estudo foi desenvolvido admitido que para executar os investimentos, a Política 
Nacional de Saneamento, criará possibilidades, visando o equacionamento d os recursos 
necessários para atender as metas propostas. 
As principais fontes de recursos identificadas, conforme cenário setorial atual, para que 
possam ser executadas as ações previstas no planejamento foram: 
  Geração de recursos tarifários (receitas menos despesas) para: 
 Investimentos diretos; 
 Contrapartidas de financiamentos; 
 Reposição do parque produtivo; 
 Garantias financeiras de financiamentos. 
 Cobrança pelo Uso da Água; 
 FGTS e FAT; 
 Recursos privados; 
 Expansão Urbana (loteadores, conjuntos habitacionais e 
loteamentos sociais). 
As fontes de recursos identificadas poderão se transformar em investimentos das 
seguintes formas: 
 Programas com recursos próprios (tarifa);   
 Repasse a fundo perdido ou financiamentos (Estadual ou 
Federal) 
 Financiamentos nacionais, BNDES e CEF (FAT e FGTS);

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 Financiamentos internacionais (BID, BIRD, JBIC,etc.) 
 Empreendimentos Imobiliários; 
 Orçamento Fiscal (União, Estado e Município) 
6.  Conclusão 
O presente Estudo de Viabilidade Técnica e Econômico-Financeira d a Prestação dos 
Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Município de Amargosa 
tem como objetivo apresentar a situação atual dos serviços de abastecimento de água e 
esgotamento sanitário do município de Amargosa, apontando as dire trizes para 
expansão em um horizonte de 30 anos. 
Para garantia dos investimentos e obras que se fizerem necessárias, este estudo de verá 
servir como referência para a contratação de empresa especializada para a elaboração 
dos necessários estudos de alternativas, estudos de concepção que consolid arão a 
conformação final dos sistemas de abastecimento de água e esgotame nto sanitário da 
cidade, bem como, permitirão a determinação das obras e ações necessá rias para se 
atingir essa nova conformação. 
 
7. 7. Anexos 
 
7.1. 7.1 Anexo I -   Plano de Contingência 
As atividades acima descritas são essenciais para propiciar a operação permanente d os 
sistemas de água e esgotos da cidade. De caráter preventivo, em sua maioria, bu scam 
conferir grau adequado de segurança aos processos e instalações operacionais evitando 
descontinuidades. 
Como em qualquer atividade, no entanto, sempre existe a possibilidade de ocorrência de 
situações imprevistas. As obras e os serviços de engenharia em geral, e os de 
saneamento em particular, são planejados respeitando-se determinados níve is de

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segurança, resultado de experiências anteriores e expresso na legislação ou em  normas 
técnicas. 
Quanto maior o potencial de causar danos aos seres humanos e ao meio amb iente, 
maiores são os níveis de segurança estipulados. Casos limites são, por exem plo, os de 
usinas atômicas, grandes usinas hidrelétricas, entre outros. 
O estabelecimento de níveis de segurança e, conseqüentemente, de riscos aceitáveis é 
essencial para a viabilidade econômica dos serviços, pois quanto maiores os níveis d e 
segurança maiores são os custos de implantação e operação. 
A adoção sistemática de altíssimos níveis de segurança para todo e qua lquer tipo de 
obra ou serviço acarretaria um enorme esforço da sociedade para a implanta ção e 
operação da infraestrutura necessária a sua sobrevivência e conforto, atrasa ndo seus 
benefícios. E o atraso desses benefícios, por outro lado, também significa p rejuízos à 
sociedade. Trata-se, portanto, de encontrar um ponto de equilíbrio entre níveis de 
segurança e custos aceitáveis. 
No caso dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário , foram 
identificados nos quadros 1 e 2 a seguir os principais tipos de ocorrências, a s possíveis 
origens e as ações a serem desencadeadas. Conforme acima relatado, a contratada 
disponibilizará seja na própria cidade ou através do apoio de suas diversas unidades no 
Estado, os instrumentos necessários para o atendimento dessas situações de 
contingência. Para novos tipos de ocorrências que porventura venham a s urgir, a 
prestadora promoverá a elaboração de novos planos de atuação. 
Quadro 1- Sistema de abastecimento de água 
Ocorrência Origem Plano de Contingência

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Ocorrência Origem Plano de Contingência 
1.Falta d’água 
generalizada 
 Períodos de chuvas com 
ocorrência de inundação, em 
geral, das instalações, 
comprometendo a qualidade e 
o funcionamento dos 
equipamentos e estruturas. 
 Deslizamento de encostas 
/movimentação do solo / 
solapamento de apoios de 
estruturas com arrebentamento da 
adução de água bruta. 
 Interrupção prolongada no 
fornecimento de energia elétrica 
nas instalações de produção de 
água. 
 Vazamentos de cloro nas 
instalações de tratamento de 
água. 
 Contaminação dos mananciais 
por acidentes como 
derramamento de substâncias 
tóxicas na bacia a montante, 
alterando a qualidade da água 
que será captada, tornando- a 
inadequada ao consumo. 
 Ações de vandalismo. 
 Comunicar à população, 
hospitais, Unidades Básicas de 
Saúde, quartéis, instituições, 
autoridades competentes, entre 
outros, através dos meios de 
comunicação disponível. 
 Contratar obras de reparos das 
instalações atingidas em caráter 
emergencial se preciso for. 
 Implementar de cronograma de 
abastecimento por manobras. 
 Controlar a água disponível nos 
reservatórios. 
 Adequar o plano de ação às 
características da ocorrência. 
 Disponibilizar caminhões pipa 
para fornecimento emergencial 
de água.  
 Comunicar à concessionária de 
energia elétrica para a 
disponibilização de gerador de 
emergência na falta continuada 
de energia. 
 Comunicar à polícia em caso de 
vandalismo.

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Ocorrência Origem Plano de Contingência 
2. Falta d’água 
parcial ou 
localizada 
 Deficiências de água nos 
mananciais em períodos de 
estiagem 
 Interrupção temporária no 
fornecimento de energia 
elétrica nas instalações de 
produção e/ou distribuição de 
água 
 Danificação de equipamentos 
de estações elevatórias de 
água tratada 
 Danificação de estruturas de 
reservatórios e elevatórias de 
água tratada 
 Rompimento de redes e linhas 
adutoras de água tratada 
 Ações de vandalismo  
 Adequar o plano de ação às 
características da ocorrência. 
 Comunicar à população, 
hospitais, Unidades Básicas de 
Saúde, quartéis, instituições, 
autoridades competentes, entre 
outros, através dos meios de 
comunicação disponível. 
 Comunicar à polícia em caso de 
vandalismo 
 Disponibilizar caminhões pipa 
para fornecimento emergencial 
de água. 
 Contratar obras de reparos das 
instalações atingidas em caráter 
emergencial se preciso for. 
 Implementar de cronograma de 
abastecimento por manobras. 
 Instalar equipamentos reserva. 
 
Quadro 2– Sistema de Esgotos Sanitários 
Ocorrência Origem Plano de Contingência 
1. Paralisação 
da estação de 
tratamento de 
esgotos 
 Interrupção no fornecimento de 
energia elétrica nas instalações 
de tratamento. 
 Danificação de equipamentos 
eletromecânicos/ estruturas. 
 Comunicar à população, 
hospitais, Unidades Básicas de 
Saúde, quartéis, instituições, 
autoridades competentes, entre 
outros, através dos meios de

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 Ações de vandalismo. comunicação disponível. 
 Comunicar à polícia em caso de 
vandalismo 
 Comunicar à concessionária de 
energia elétrica para a 
disponibilização de gerador de 
emergência na falta continuada 
de energia. 
 Comunicar os órgãos de 
controle ambiental. 
 Instalar equipamentos reserva. 
 Contratar obras de reparos das 
instalações atingidas em caráter 
emergencial se preciso for. 
 Sinalizar e isolar a área como 
medida preventiva de acidentes. 
 Implantar sistema de desvio e 
isolamento do trecho avariado 
para não prejudicar as áreas 
circunvizinhas em caso de 
acidentes em coletores de 
esgoto. 
 Executar trabalhos de limpeza e 
desobstrução. 
2. Extravasa-
mentos  de 
esgotos em 
estações 
elevatórias 
 Interrupção no fornecimento de 
energia elétrica nas instalações 
de bombeamento. 
 Danificação de equipamentos 
eletromecânicos/ estruturas 
 Ações de vandalismo. 
3. Rompimento 
de linhas de 
recalque, 
coletores tronco, 
interceptores e 
emissários 
 Desmoronamento de taludes/ 
paredes de canais. 
 Erosões de fundos de vale. 
 Rompimento de travessias. 
4. Ocorrência de 
retorno de 
esgotos em 
imóveis 
 Lançamento indevido e águas 
pluviais em redes coletoras de 
esgoto. 
 Obstruções em coletores de 
esgoto.

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7.2. Anexo II - Mecanismos de Acompanhamento do Plano Municipal 
de Saneamento Básico. 
 
O operador dos serviços de saneamento deverá elaborar relatórios gerenciais contendo: 
 A evolução dos atendimentos em abastecimentos de água, e esgotam ento 
sanitário, comparando o indicador com as metas do PMSB; 
 Plantas ou mapas indicando as áreas atendidas pelos serviços; 
 Avaliação da qualidade da água distribuída para a população, em 
conformidade com a portaria de Consolida da nº 05 de 28/09/2017 do 
Ministério da Saúde; 
 Informações de evolução das instalações existentes no município, como 
por exemplos, quantidade de rede de água e de esgotos sanitários , 
quantidades de ligações de água e esgotos, quantidades de poç os, 
estações de tratamento, estações elevatórias de esgotos, etc. 
 Balanço patrimonial dos ativos afetados na prestação dos serviços; 
 Informações operacionais indicando as ações realizadas no município, 
como por exemplos, quantidade de análises de laboratório realizados,  
remanejamentos realizados nas redes e ligações de água e esgotos, 
substituição de hidrômetros, cortes da água, consertos de vazamentos , 
desobstrução de rede e ramais de esgotos, reposição de pavimentação 
(asfáltica e paralelo), etc. 
 Dados relativos ao atendimento ao cliente, identificando o tipo de 
solicitação, separando a forma de atendimento (Call Center, Balcão de 
atendimento e outros); 
 Informações contendo receitas, despesas e Investimentos realizados p or 
ano.

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7.3. Anexo III - comprovação de viabilidade técnica e econômico-
financeira 
 
 
 
 
 
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